Perguntas do paciente (121)

  • Transtorno de Personalidade dependente

    Tenho uma namorada e não consigo estar sem ela, necessito dela e estou sempre a espera dela
    Isso afecta me a mim e a minha vida, não consigo fazer nada e estou sempre ansioso e nervoso, que devo fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Ter alguém para amar e com quem se preocupar é uma experiência positiva. Entretanto, ser dependente emocionalmente de um relacionamento a ponto de sofrer com ansiedade e nervosismo não é.
    Que bom que parece ter percebido e admitido que algo não vai bem, na medida em que traz sofrimento a si e muito possivelmente ao relacionamento. O próximo passo é buscar ajuda profissional.
    Uma das opções disponíveis é o acompanhamento psicoterapêutico online, via Skype. Caso não viva na região de Braga e considere a possibilidade do atendimento online, coloco-me à disposição.


  • Boa tarde, tenho um problema que condiciona toda a minha vida e não sei como o ultrapassar. Tenho mu

    Boa tarde, tenho um problema que condiciona toda a minha vida e não sei como o ultrapassar. Tenho muita dificuldade em me comunicar com os outros, pois estou sempre preocupada com o que vão pensar sobre mim, sobre o que estou a dizer, como digo. Isto faz que o evite constantemente, o que condiciona em muito a minha vida. O que poderei fazer para o ultrapassar e o que é isto que tenho?

    Obrigada

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá, boa tarde.
    Sugiro uma terapia de abordagem cognitivo-comportamental, para que possa identificar os pensamentos e crenças disfuncionais relacionado à dificuldade de comunicação.
    Cumprimentos


  • Transtornos do comportamento

    Boa tarde ,
    Eu tenho um problema e gostaria de saber como posso resolvê-lo e sou mentiroso compulsivo e não consigo parar de mentir e eu gostaria de tratar esse problema mas não sei como podem me ajudar

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá. Um acompanhamento psicológico é fundamental para identificar as causas dessa compulsão, bem como para que sejam realizadas as intervenções adequadas para lidar com a questão.
    Já deste um importante passo: reconhecer o problema. O segundo passo a ser dado é buscar ajuda profissional.
    Cumprimentos


  • Transtorno de Ansiedade

    Boa noite. Sofro de ansiedade e ataques de pânico à mais de 6 anos. Controlada com 75mg Sertralina e em crises 5-10mg Diazepam. À 2 meses cheguei casa já de noite e tinha a casa assaltada. Desde essa altura necessito tomar Diazepam 10mg à noite e apenas consigo dormir 7 horas. Sinto-me vigiada, tenho pavor de chegar ou sair de casa à noite, não consigo ir para o quarto sozinha à noite, revejo as imagens vezes sem conta, desconfio dos vizinhos e desconhecidos e sinto que é muito difícil viver assim. Será normal estes sentimentos? Será que vai passar ou piorar? Estava a ser seguida por um psicólogo que me disse que em setembro me contactava quando tivesse disponível e não tenho coragem de o contactar, com medo que ache que estou a complicar uma coisa que acontece a várias pessoas e é ultrapassada. Resumindo sinto-me perdida e não sei o que fazer a não ser chorar e esperar que a noite passe rápido. Podem me aconselhar?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá!
    Antes de tudo não deves ter receio de contactar o seu psicólogo. Ele é um profissional preparado para ajudar-te, e por isso não fará nenhum tipo de julgamento a respeito da situação. Entretanto, caso ele não esteja disponível, procure outro profissional.O acompanhamento psicológico é tão fundamental quanto o tratamento com medicamentos para que possa superar as crises de pânico e ansiedade.
    Cumprimentos


  • Transtornos do comportamento

    Bom dia..
    Eu já tive algumas depressões mas fui a psiquiatras e psicólogos. Mas há algo que sinto que não está resolvido em mim. Eu sinto que sou obsessiva com o meu namorado, por exemplo. Estou sempre a ver se arranjo defeitos nele, às vezes até penso será que gosto de outros, será que sou lésbica etc... Sinto me obssecada muitas vezes com isso. E tbm gasto muito dinheiro em compras supérfluas. Não sei se é algum transtorno ou se é mesmo a maneira de ser? O que me aconselham?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Independentemente de tratar-se ou não de um transtorno, parecem ser comportamentos que lhe desagradam ou, em potencial, podem trazer algum tipo de prejuízo (afetivo, financeiro etc.). Isso, por si só, já justificaria a busca por avaliação e acompanhamento psicológico.
    Estou à disposição caso deseje marcar uma consulta presencial ou na modalidade online.
    Cumprimentos


  • Ludopatia

    Preciso de uma aguda urgente para o meu marido! Uma pessoa que sempre foi exemplar começou gastar o dinheiro todo em jogo(raspadinhas) Estou desesperada! Existe ajuda para isto?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Considerando que anteriormente ele não havia apresentado esse tipo de comportamento, é importante que converse com ele e tente perceber se algum acontecimento motivou essa mudança. Estará ele fazendo uso do jogo como escape para alguma situação com a qual não está conseguindo lidar?
    Entretanto, tendo em vista da gravidade da situação (referiu que ele está gastar todo o dinheiro), sugiro fortemente que busque ajuda psicológica, visando identificar e tratar as variáveis que estão desencadeando a compulsão pelas raspadinhas.
    Com os melhores cumprimentos


  • Tive uma depressão em maio 2015, fui a um psiquiatra e deixei a medicação em maio 2018.Atualmente

    Tive uma depressão em maio 2015, fui a um psiquiatra e deixei a medicação em maio 2018.
    Atualmente só tomo comprimidos dormir, porque passo as noites de olhos abertos se não tomar nada.
    Quando iniciei o tratamento com psicofarmacos também iniciei TCC uma vez por semana.
    Sinto-me bem, mas opsicólogo fica aborrecido quando eu não posso ir por questões profissionais e já lhe disse que quer terminar, mas ele não admite.
    Não sei que fazer.
    Obrigado.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Concordo com a colega acima, o diálogo é sempre o melhor caminho para lidar com esse tipo de situação. Já falou abertamente com o seu psicólogo sobre os sentimentos que têm diante destas situações? Explicou porque já se considera pronto para encerrar o tratamento?
    Entretanto, ressalto que embora caiba ao psicólogo uma opinião profissional fundamentada sobre o momento da alta, que deve ser explicada de maneira clara e objetiva ao paciente, a última palavra sobre a continuidade ou não do tratamento é sempre do paciente.
    Com os melhores cumprimentos.


  • Tenho obesidade grau II, sei como deveria alimentar-me, mas falta a força de vontade! Tenho muitos p

    Tenho obesidade grau II, sei como deveria alimentar-me, mas falta a força de vontade! Tenho muitos períodos de compulsão alimentar, dos quais tenho consciencia, mas que só após os mesmos, caio na realidade, com sentimento de culpa. Existe tratamento para isto? com medicação? Obrigada! Ana Paula.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá!
    Em um percentual significativo dos casos a compulsão alimentar é desencadeada por questões de ordem emocional. Muitas pessoas usam a comida como escape para lidar com a ansiedade e/ou o estresse. Nesses casos a comida funciona como um conforto emocional, que pouco tempo depois é seguido pela culpa.
    Algumas vezes a compulsão alimentar ocorre após curtos períodos de dietas extremamente rigorosas.
    O tratamento multidisciplinar costuma trazer os melhores resultados, neste caso: médico endocrinologista, nutricionista e psicólogo.
    O endocrinologista acompanha as interferências hormonais e verifica a eventual necessidade de remédios, o nutricionista cuida da dieta e o psicólogo das causas emocionais e psicológicas da compulsão alimentar e da motivação necessária para levar o tratamento adiante.
    Enfim, não podemos dizer que o caminho seja fácil, mas podemos afirmar que vale a pena.
    Abraço e boa sorte.
    Boa sorte!


  • Boa tarde, eu costumava ser uma pessoa calma e muito divertida. Mas já desde há alguns meses que me

    Boa tarde, eu costumava ser uma pessoa calma e muito divertida. Mas já desde há alguns meses que me tornei muito possessiva com as pessoas que me rodeiam, no sentido de ficar mal por tudo e por nada, como se me sentisse sempre a ser deixada para trás. E nunca consigo estar feliz com nada. Tenho um relacionamento sólido e o meu namorado é a melhor pessoa que poderia ter, mas eu não consigo estar feliz com ele porque meto todas as pessoas que me deixam ainda mais em baixo à frente dele. E sinto que estou a entrar num poço fundo. Por favor, alguém tem algum conselho para me dar?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Como já referido pelas colegas, é muito importante o reconhecimento de que precisa de ajuda. Entretanto, um segundo passo também muito importante seria buscar ajuda profissional. Um processo de psicoterapia poderia ajudá-la a adquirir o autoconhecimento necessário para entender o que tem desencadeado os comportamentos que relatou.
    Somente quando conhecemos mais profundamente quem somos, ganhamos recursos para enfrentar os nossos conflitos. Todos estamos sujeitos a problemas, com os quais precisamos aprender a lidar, mas o que faz toda a diferença para a nossa qualidade de vida é a forma como agimos diante dessas situações, e é aí que o autoconhecimento se torna nosso aliado.


  • Ataque de Pânico

    Passados largos meses de um ataque de pânico ao qual não liguei por não saber o que era, surgiu outro, que me abalou bastante. Desde aí, a vida mudou, ansiedade generalixada, talvez. Causou perda de apetite, algum isolamento, insónia, medo de não conseguir dormir e neurose de que '' estou assim, mal ''.
    Qual é terapia mais indicada neste caso?
    TCC?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    De fato a TCC, associada ao tratamento medicamentoso , traz excelentes resultados no tratamento das crises de pânico e ansiedade generalizada.
    Cumprimentos


  • Doenças psicossomaticas

    Boa noite, o meu companheiro faleceu à cerca de 7 anos e a com a perda o meu organismo manifestou algumas alterações, fiquei com muitas brancas e a pele das mãos caiu-me , à cerca de 3 anos comecei a sentir muita comichão vaginal, não noto nenhumas secreções ou cheiros anormais mas a pele tem um aspecto seco, nas orelhas a pele começou a descamar e as otites começam a ser frequentes, o meu médico de família diz que não há nada a fazer nem num caso nem noutro, não me aconselhou nem me encaminhou a nenhum especialista, e eu sinceramente não sei se devo procurar um dermatologista ou um ginecologista, ou um otorrinolaringologista. O que me aconselham?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá,
    Aconselho que procures um ginecologista para investigar a comichão vaginal e um dermatologista para verificar as outras anormalidades na pele.
    Entretanto, considerando-se que tais problemas tiveram início após o falecimento do vosso companheiro, também é possível que tenham sido desencadeados por questões emocionais, sendo igualmente aconselhável buscar um acompanhamento psicológico, que lhe ajudará a elaborar o luto da perda.
    Cumprimentos.


  • Transtorno da Conduta

    Falta de empatia, desresponsabilização, vitimização, dificuldade em reconhecer as consequências dos seus atos, dificuldade em prever consequências de atos futuros, dificuldade em projetar no futuro objetivos realistas.
    Que tipo de ajuda/especialidade poderá trazer benefícios?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    A psicologia pode ajudar, desde que a pessoa esteja disposta a refletir sobre estes comportamentos.


  • Perturbações do Comportamento

    Boa tarde,já a vários anos que ando com problemas familiares,fui a medica de família deu me medicação,mas não vejo melhoras em mim,sempre nervosa mal umurada,respondo mal ao meu marido, e ai discutimos muito, pensei ir a um psicologo,..
    Será boa ideia?
    Obrigada, pela atencao.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá!
    Sim, é uma excelente ideia, pois terá apoio para identificar as causas dessas reações, além de refletir sobre as possibilidades de mudança.
    Cumprmentos


  • Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção (PHDA)

    Olá. Tenho 28 anos e a ansiedade generalizada foi-me diagnosticado há cerca de 8 anos.
    Sinto que a minha capacidade de concentração está cada vez pior. Depois de pesquisar, identifiquei-me com alguns dos sintomas de PHDA. Como não confundir as duas perturbações?
    Obrigada.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá!
    Creio que mais importante que se preocupar com o rótulo, é buscar o tratamento adequado para melhorar a vossa qualidade de vida.
    Como foi diagnosticado, imagino que faça acompanhamento psiquiátrico. Se assim for, é fundamental que tome o medicamento tal e qual indicado.
    Igualmente importante é procurar a ajuda de um psicólogo, pois embora a medicação ajude a aliviar os sintomas, somente a psicoterapia poderá lhe ajudar a identificar e lidar melhor com as situações que desencadeiam a ansiedade.
    Cumprimentos


  • Transtorno de conduta na adolescência

    Olá tenho um filho de 14 anos chegamos a um mês do brasil para viver em Portugal quando fomos comprar móveis para seu quarto quis tudo da cor preta e agora fica todo o dia no quarto vendo vídeos series jogos no telemóvel está sempre com preguiça de sair de casa fica isolado isso é normal atitude de adolescentes ou precisa de um acompanhamento psicológico?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! É possível que ele esteja tendo dificuldades para aceitar a mudança. Entretanto não é possível avaliar o quadro apenas com esse relato. Você não menciona, por exemplo, se esse comportamento iniciou quando se mudaram para Portugal ou se já havia observado algo diferente ainda no Brasil, se ele foi ou não receptivo à ideia da mudança, etc.
    Nesse sentido seria interessante uma avaliação psicológica, para que o profissional pudesse identificar todos os aspectos que podem estar levando a estes comportamentos.
    Espero ter ajudado e desejo boa sorte na mudança.


  • Transtorno Depressivo

    O meu filho de 23anos acabou uma relação à 3 anos e entrou em depressão chegando a auto- mutilar-se desde então está a ser seguido por psiquiatria,que lhe prescreve excesso de medicação que até hoje não vejo resultados nenhuns, bem pelo contrário, entrou num transtorno alimentar, está cada vez mais agressivo e depressivo, completamente anti-social e refugiando-se na comida estando com a sua saúde muitíssimo comprometida uma vez que lhe foi diagnosticado apneia do sono grave e ele continua a engordar imenso e a recusar-se ao uso da máscara. Estou desesperada, pois ele só diz que está muito bem assim e que quando tiver que morrer que não se perde nada .. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Aconselho que busque a ajuda de um psicólogo, tendo em vista que, embora a medicação possa ajuda a amenizar alguns dos sintomas da depressão, não é suficiente para ajudá-lo a elaborar o luto pelo rompimento do relacionamento.
    Cumprimentos


  • Fobia social

    Boa noite!
    Sou um jovem de 17 anos (faço os 18 para o mês que vem) e de há uns anos para cá sinto que a minha saúde mental está cada vez mais debilitada. Estive a pesquisar na internet acerca dos meus sintomas e a resposta mais provável para o meu problema é eu ter transtorno de ansiedade social (ou fobia social). No entanto, gostaria de obter a confirmação através de um especialista e caso tenha este problema gostaria de ser tratado o mais rapidamente possível. Vou então relatar alguns sintomas que sinto: fico extremamente nervoso em situações de grandes ajuntamentos sociais, mesmo que conheça todas as pessoas que estão nesse grupo; nas conversas do dia-a-dia não consigo manter o contacto visual e fico muito nervoso e sem saber exatamente o que dizer quando falam comigo; ao andar na rua estou sempre preocupado com a minha postura ao andar, o que faz com que ande de forma desajeitada e artificial; não consigo manter contacto com qualquer rapariga pois os nervos apoderam-se de mim (o que faz com que não consiga ter relações amorosas com ninguém); penso que as pessoas estão todas contra mim e que não gostam de mim; não consigo ter uma relação achegada e de confiança com ninguém (nem mesmo com os meus pais); atividades que antes me davam bastante prazer (jogar futebol por exemplo) são agora "mais uma" atividade, ou seja, já não sinto prazer em fazê-la; ando sempre triste e a querer "desaparecer" deste mundo...
    Ficaria muito agradecido caso alguém me pudesse dizer que problema eu tenho?
    Cumprimentos!

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Relata muitos sintomas típicos da fobia social, entretanto não é possível fazer um diagnóstico apenas com base em informações transmitidas pela Internet. É fundamental que marque uma consulta para que o diagnóstico possa ser feito com o cuidado necessário.
    Entretanto, independentemente de ter ou não fobia social, penso que se beneficiaria muito de uma psicoterapia, para aprender a lidar com essa situação e superar as dificuldades que tem enfrentado.
    Boa sorte!


  • Transtorno Obsessivo Compulsivo

    Olá, sou um jovem de 21 anos, vivo com os meus pais e à 2-3 anos fui diagnosticado com Transtorno Obsessivo Compulsivo relacionado com a limpeza, felizmente consegui superar a minha condição, infelizmente estou numa situação familiar complicada e os meus pais por qualquer motivo que seja mesmo que nao esteja relacionado com a minha doenca (seja por eu estar irritado com alguem ou alguma coisa ) ameacam-me constantemente de chamar os bombeiros para me levarem para o hospital sabendo que mesmo já não sofrendo totalmente ainda me custa estar em hospitais e sitios com muitas pessoas, por favor imploro lhes ao Srs. Doutores se a alguma coisa que eu possa fazer para os impedir de me fazerem estas ameacas constantes.
    Por favor ajudem-me

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá!
    Em primeiro lugar não tenha medo, pois ainda que cumpram a ameaça (o que acho pouco provável), não terá grandes consequências, pois se de fato está com o TOC sob controle, o médico e/ou psicólogo fara esta constatação e informará os seus pais.
    Entretanto, deve conversar com eles, explicar que esse tipo de ameaça não tem como trazer bons resultados, pelo contrário, apenas aumenta a vossa insegurança e ansiedade. Tente fazê-los perceber que não é justo usarem como arma uma fragilidade vossa, e que devem desenvolver formas mais saudáveis de dialogaram a respeito do que os incomoda.
    Penso também que uma psicoterapia seria útil para ajudá-lo a se fortalecer para lidar com essa situação.


  • Dislexia

    Boa tarde, tenho um filho de 13 anos com dislexia severa a nível da linguagem e da escrita. O neuropediatra dele aconselhou acompanhamento psicopedagógico. Será benéfico para ele?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Sim, é um tratamento adequado.


  • Alterações do comportamento

    Boa tarde a minha avó faleceu estes dias e eu não consigo dormir de luz apagada não consigo apagar a imagem dela modificada até morrer não me sai as imagens, tomo Xanax para dormir mais um antidepressivo. Que devo fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Ana Lúcia Pereira

    Olá! Como o evento aconteceu há poucos dias, é natural que o luto ainda esteja sendo vivido com muito intensidade, sendo possível que estas sensações desagradáveis desapareçam com o passar dos dias.
    Entretanto, algumas vezes as pessoas precisam de ajuda para ajudá-las com a elaboração do luto. Caso perceba ser esse o vosso caso, não existe em procurar ajuda profissional.


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