Perguntas do paciente (50)
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Transtorno da Personalidade Borderline
O meu namorado sofre de TPB, é seguido pelo psiquiatra e toma medicação todos os dias pela manhã.
Não sei bem como lidar com a situação, eu própria tenho uma personalidade vincada e quando assisti à primeira crise fiquei muito assustada. Gosto dele, gostava de o poder ajudar. Mas tenho receio de não ser capaz até porque a Mãe fica do lado dele quando ele está em crise o que me deixa sozinha e o deixa mais confiante daquilo que está a fazer.
Será que há alguma melhoria deste transtorno? Ou tem tendência a piorar mesmo seguido pelo psiquiatra?
ObrigadaRESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Antes de responder a sua a sua questão, vou tomar a liberdade de abordar aqui alguns aspecto. No que concerne à Perturbação de Personalidade Borderline, esta enquadra-se dentro do grupo de perturbações de personalidade e é importante salientar que este grupo de perturbações é um dos mais complexos e em particular a perturbação em questão requer elevado grau de exigência no tratamento.Posto isto, o ideal seria o tratamento ser efectivado por profissionais especializados nesta perturbação. Se só está a ser acompanhado pelo psiquiatra e este para além da prescrição farmacológico se não faz psicoterapia com o seu namorado, devia fazer ou recomendar a psicoterapia para que o tratamento seja de facto eficaz. E isto não é opcional, nestes casos se o diagnóstico estiver certo é isso que tem que acontecer - psicoterapia e farmacologia. Já alguém, acima, sugeriu erradamente no que há psicoterapia diz respeito o modelo cognitivo comportamental como tratamento. As guidelines nacionais e internacionais como resultado de investigações sérias recomendam, a verificar-se o diagnóstico, a terapia dialética comportamental de Linehan. Quanto à sua questão propriamente dita, tal como sugeriu o colega acima, o ideal será falar com o profissional de saúde que acompanha o seu namorado e apresentar essas duvidas. Cumprimentos
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Victan
Como fazer o desmame do Victan quando tomado só em SOS? tomo ha cerca de dois anos em media 2 a 3 comprimidos de 2mg por semana, nunca tomei dias seguidos ou com o padrão certo, foi-me receitado pela medica de familia ela diz que não é preciso desmame mas eu desconfio gostava da opinião de médicos psiquiatras. Pois quero deixar. Muito obrigado
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia,
Não existe dependência uma vez que foi prescrito em SOS. Duas a três vezes por semana pode parar quando quiser. Todavia, devia rever os seus padrões de confiança. Confiou quando lhe foi prescrito o Victan e seguiu as recomendações do seu médico de família, agora que quer parar já não confia???
As melhoras
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Ansiedade
Estou sempre ansioso, 24h por dia sempre com um sintoma diferente, não tenho ataques de panico ou de ansiedade simplesmente estou sempre ansioso ou com despersonalização, não tenho fobias ou medos, a minha mente é muito obsessiva mas com coisas aleatórias e estupidas. Já fui a alguns psicologos sem sucesso varios meses a gastar dinheiro e a falar da minha infância porque? Não entendo a ligação... Eu estou sempre ansioso e revoltado por estar assim agora!
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia,
Lamento imenso a sua situação.Ter recorrido a mais que um psicólogo durante vários meses e sentir que não foi ajudado pode ser frustrante e desmotivador. Contudo, pelo que partilhou parece-me que terá mesmo que ser um profissional da área da saúde mental a ajuda-lo. Tente procurar um profissional de referência, exponha livremente a sua experiência e não hesite em colocar questões quando aos modelos de intervenção. Não é drama nenhum perguntar ou pedir a certificação do profissional de saúde, portanto faça-o. Evite locais/consultórios/clinicas/profissionais que fazem psicoterapia, reiki, leitura da aura, hipnose e afins.
Um bem haja
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Fobia específica
Boa noite,o meu marido tem 59 anos conduziu toda a vida,de a uns tempos para cá fica muito ancioso de passar em pontes. É quase uma fobia, até o pé começa a tremer e o carro quase aos solavancos. Está a sofrer muito com isso e não sabe dizer porquê. Por favor peço ajuda,por onde havemos de começar para resolver este problema ?Obrigada.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia.
O ideal é procurar um psicólogo bem recomendado no tratamento de perturbações de ansiedade/fobias especificas.
As melhoras
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Peturbações do comportamento
O meu pai de 73 anos era uma pessoa que dominava a informática, um verdadeiro atleta com mais força e ginástica que eu com 38 anos, pessoa de discurso fluído e bastante refilão. Este ano ocorreram vários situações desagradáveis , morte de familiares e obrigados a mudar de casa ao final de 45 anos na mesma residência. Quando tudo estava resolvido e após encontrar uma nova morada com condições excelentes , em menos de 3 semanas o meu deixou de falar, apenas repete as palavras dos outros, passou a ter falta de força motora , deixou de conduzir, não mexe no computador, esquece tudo, fica no vazio parado , perdido e com tremores de mão quando e obrigado a interagir! Chego a pensar que um AVC estava a desenvolver mas o médico de família diz que e stress e falta de descanso. Ja passou dois meses e continua a situação. Começo em pensar em Alzeimer ou demência! Que ajuda posso procurar?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Em primeiro lugar acho que deve confrontar novamente o médico de família com a situação e explicar/expôr claramente a situação. Não deve aceitar de animo leve uma resolução com a qual não concorda. Deve expôr com veemência as suas duvidas até conseguir ter uma resposta satisfatória e que lhe faça sentido. Um profissional sério, responsável e competente tem por obrigação esclarecer os seus pacientes e é isso que deve exigir. Bem haja
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Transtornos do comportamento infantil
Boa tarde a minha filha na sala de aulas é muito distraída já a coloquei de castigo e nada resulta o mal é que todas as semanas tem recados a dizer que é distraída e depois tira ma notas por causa disso gostaria de saber a sua opinião sobro o que fazer? obrigado
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde, é difícil fazer algum tipo de sugestão sem ter acesso a determinadas informações. Portanto, podemos estar perante uma situação normal e transitória como também o seu oposto. Se esta situação a preocupa tente procurar um profissional de saude mental competente, sério e rigoroso que trabalhe apenas com crianças e adolescentes. Repare que as pessoas sentem-se muito tentadas a dar sugestões e opiniões o que se pretende é alguém que saiba colocar questões. Procure um bom profissional na sua área e peça uma avaliação. Felicidades
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Transtorno Obcessivo-Compulsivo
Tenho 49 anos, sexo masculino, e sou seguido em consultas de psiquiatria desde 1991. O meu diagnóstico é TOC associado a depressão (secundária?), com grande componente ansiosa. Tive oportunidade de expor aqui o meu caso há alguns meses (na secção "Perguntas sobre Transtorno depressivo") e quero agradecer a todos os profissionais as respostas recebidas. Neste momento fiz, por indicação do psiquiatra por quem sou seguido actualmente, a transição do escitalopram para a vortioxetina. Tal como já me aconteceu em situações anteriores, estou a experimentar, de forma mais intensa, um sintoma que me tem acompanhado desde a adolescência (mesmo antes de iniciar psicofármacos); esse sintoma, que actualmente recebe a designação de "brain zap", parecia ser, há algumas décadas atrás, algo com o qual os profissionais de saúde mental estavam pouco (ou nada) familiarizados. Por exemplo, tentei explicá-lo ao psiquiatra que me seguia em 1993 e ele não fazia a mínima ideia do que eu estava a tentar descrever-lhe. Estava nessa altura a fazer a descontinuação da clomipramina (que me causou a única convulsão que tive na vida), e era uma situação que me causava um considerável sofrimento. Acabei por ir fazer uma TAC com a indicação de "perda momentânea da visão"! Não obstante ser ainda uma hipótese sem comprovação científica definitiva, estas sensações de "choques eléctricos no interior da cabeça" ou de "o cérebro abanar dentro da cabeça", parecem estar relacionadas com perturbações na actividade eléctrica do cérebro, causadas por um desequilíbrio ao nível dos neurotransmissores. Tratam-se, no fundo, de "micro-convulsões", que se restringem a determinadas áreas do cérebro, sem que, contudo, cheguem a manifestar-se (na maioria das vezes) a nível motor, à semelhança do que acontece com as crises epilépticas generalizadas. A minha questão divide-se, assim, em duas partes: 1) Estando eu constantemente a experienciar este tipo de sintoma, e tendo feito EEGs ao longo dos anos que apontam para epilepsia, não deveria eu estar a ser medicado para este problema? 2) E não terão estas "micro-convulsões" efeitos degenerativos a longo prazo, devido à morte de células cerebrais causadas pelas mesmas?
O meu muito obrigado, desde já, pela atenção que este meu questionamento vos possa merecer.RESPOSTA DO MÉDICO:
Olá. Compreendo as suas angustias/duvidas, no entanto compreenda que neste contexto eu e todos os outros colegas estamos em desvantagem. Existem outros profissionais que o têm acompanhado (avaliaram, diagnosticaram, intervieram e têm acesso a toda a sua história clinica) que deverão satisfazer as suas interrogações. Se sentir porventura que isso não acontece deverá comunicar de forma assertiva aos profissionais que o estão a acompanhar. Este tipo de busca de resposta não me parece o mais indicado. As melhoras
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Dependência emocional
Namoro há 12anos tenho uma filha com 2 e estou numa situação que nunca pensei, decidiu falar com outras mulheres, mudou a palavra passe do telemóvel para eu nao ver diz para ter confiança nele, como é isso possível??? Nao estou bem não consigo dormir só choro e percebi que não consigo viver sem ele preciso de ajuda não quero mais isto para a mim....
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde.
Deve ser demasiado perturbador gostar de alguém e simultaneamente começar a não confiar na pessoa que se ama. Sentir que se gosta e recear que do outro lado o companheiro(a) poderá estar a ser infiel ou a faltar a lealdade é emocionalmente desgastante.
Procure um psicólogo bem recomendado.
Cps
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Perturbações do comportamento
Boa tarde,
Tenho uma filha com quase 21 anos mas muito imatura. Não tem objetivos de vida, ou melhor, os que tem são sonhos. Não se empenha em nada, esquece de fazer tudo, começa mas não termina nada. Por outro lado é uma menina muito simpática, sempre de sorriso nos lábios e que sabe levar toda a gente. Até ao dia. Descobri, em choque, que tinha traído o namorado com um indivíduo de 30 anos, com uma filha e má fama. Ficámos incrédulos. Foi o próprio namorado (ex ,claro) que veio ter comigo e me contou tudo porque estava preocupado com ela, com os comportamentos lascivos, a ânsia de agradar e com a necessidade de ter ajuda profissional. Aqui reside a minha questão : Psicólogo? Psicoterapeuta? EMDR? Psicoterapia regressiva? Hipnose clínica? Não sei qual o mais adequado, nem tão pouco sei como ajudar pois sempre que tento falar com ela qualquer assunto que não lhe agrade, fica reativa... ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde.
É com dificuldade, pela descrição, que consigo perceber algum problema passível de acompanhamento psicológico. Existem pessoas têm dificuldades em estabelecer objectivos de vida, que têm dificuldades em se empenhar em alguma tarefa, com algum tipo de esquecimento e que foram infiéis e isso não ser sinónimo de ter algum problema psicológico. Aqui o mais importante é comunicar a sua filha que está preocupada com os comportamentos dela. Criar um canal de comunicação empático através do qual a sua filha poderá evidenciar a necessidade de ajuda. Caso assim se verifique poderá então sugerir um avaliação com um psicólogo. EMDR é uma técnica, hipnose clínica é uma técnica, psicoterapia regressiva não sei muito bem o que isso poderá ser. Quem terá que saber o que poderá ser mais adequado quanto a que técnicas a utilizar, caso aplicável, é o psicólogo/psicoterapeuta depois de proceder a uma avaliação, definir diagnóstico e desenhar intervenção. Portanto se a sua filha manifestar vontade de procurar a avaliação de um psicólogo tente procurar juntamente com ela um psicólogo bem recomendado.
Cps
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Tenho 53 anos, trabalhei durante 30'anos na área do fitness, até que há 2 anos, devido a um desmaio
Tenho 53 anos, trabalhei durante 30'anos na área do fitness, até que há 2 anos, devido a um desmaio me foi diagnosticado um problema genético de nascença, aorta bicuspide, com uma válvula calcificada. Fui operada em outubro do ano passado. Coloquei válvula biológica, contudo nunca mais consegui voltar à forma física, embora tenha voltado ao ginásio, tenho cuidado com a alimentação, mas há dias em que me vou abaixo e como. Gastei n dinheiro em nutricionistas, tratamentos e nada. Faço retenção líquidos, bebo muita água, tomo tromalyt e ramipril. Estou em baixo psicologicamente. Não aceito meu corpo, nem o peso. Alguém me poderia ajudar por favor? Também tenho dificuldade em aceitar a cicatriz que tenho, infelizmente recomecei a fumar, e não consigo parar. Obrigada
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Tal como já foi referido o ideal será procurar a ajuda de um profissional da saúde mental, para que possa fazer uma avaliação séria antes de fazer sugestões. Uma boa forma de começar a seleccionar é rejeitar, à partida, profissionais que antes de fazer uma avaliação recomendam técnicas e modelos de intervenção. Espero que corra tudo pelo melhor.
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Boa tarde. Sofro de ansiedade a pelo menos 24 anos desde que tive 1 filho. Fui andando e tentado com
Boa tarde. Sofro de ansiedade a pelo menos 24 anos desde que tive 1 filho. Fui andando e tentado combater este transtorno com acompanhamento do meu médico de família e um psiquiatra. Porém durante estes 24 anos tenho vivido dias aterradoras com os ditos ataques de pânico. Ando medicada mas desde a 6 meses que os ataques são constantes e acontecem em qualquer lugar. Ultimamente até durante o sono acontecem. Acordo como quem me teu um murro no peito e por muito que me tente controlar não estou a conseguir. Sinto que tenho pânico do pânico e não estou a conseguir lidar com isto. Sofro ainda mais pelo facto de nesses ataques so querer os meus filhos comigo Pois precinto a morte e quero os a minha beira, só que sinto que estou a fazer muito mal aos meus filhos e por vezes penso que vou ficar maluca. Ajudem me por favor. Obrigada
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Muito sinceramente e antes de mais permita-me que expresse aqui a minha indignação. Ao fim de no máximo 3 anos tanto o seu médico de família como o seu psiquiatra deveriam perceber que não eram as pessoas mais indicadas para tratar o seu problema, ou que estavam a recorrer a intervenções ineficazes. É de uma negligencia atroz conter o sofrimento de um ser humano por 24 anos. No entanto, devo acrescentar que é necessário fazer uma avaliação séria, com um profissional sério, que possa desenhar uma intervenção terapêutica, tendo em conta as especificidades dos problemas apresentados para assim a ajudar da melhor forma. Procure boas referências na sua área, ou alguém isento que lhe possa recomendar um bom profissional. Rejeite clinicas e terapeutas que prometem resultados incríveis que afirmam ter técnicas inovadoras e instantâneas ou até a velha hipnoterapia (a investigação prova que a taxa de sucesso da hipnoterapia é de 30%, efeitos de curto prazo, apenas tem efeito em algumas patologias com grau de gravidade leve/moderado). Espero que tudo corra pelo melhor e consigo, finalmente, resolver os seus problemas.
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Depressão
Bom dia, tenho 41 anos, desde a adolescência que tenho hirsutismo, tenho depressão há pelo menos 10 anos, pelo SnS tem sido difícil. Estou agora a tomar medicação receitada nas urgências do hospital. Sinto confusão, cansaço, falta de memória, apatia, desespero, impotência, insegurança, medo, falta de esperança, descordenacao movimentos e fala, músculos dos ombros tensos desde sempre, rigidez dormência pés e mãos, ja fui operada ao canal carpico das duas mãos, tenho ma circulação desde sempre, tenho um primo com doença Parkinson e outro com artrite reumatóide, suspeito por tudo isso que todos os meus sintomas possam ser causados por um qualquer problema genético talvez neurológico. A que especialidade(s) médica me aconselham a recorrer? e que exames devo fazer sendo que tenho que recorrer ao SnS por razões económicas.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Procure uma boa avaliação por parte de um bom profissional, sério, multidisciplinar, da área da saúde mental.
As melhoras
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Transtorno de Ansiedade
Tenho transtorno da ansiedade, o qual tem como sintomas: ataques de pânico, fobia, entre outros.
Gostaria de saber se existe a possibilidade de fazer psicoterapia psicodinâmica e qual é o especialista?RESPOSTA DO MÉDICO:
Procure um bom e serio profissional da área da saúde mental, e permita o profissional, após fazer uma avaliação, definir qual o modelo de intervenção de que mais beneficiará. Tal como um cardiologista que face a um determinado problema vai decidir qual a intervenção mais adequada e não o paciente, na área da saúde mental deverá assumir-se o mesmo principio. Espero que corra tudo pelo melhor
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Terapia Individual
Bom dia !
Estou a precisar de ajuda psicológica !
Na minha juventude tive um relacionamento de 4 anos , ao fim desse tempo ela me traiu com outro rapaz !
A partir desse dia eu nunca mais consegui ser a mesma pessoa, fiquei frio , e até hoje nunca mais consegui me apaixonar pois vivo com aquela sensação que vou ser traído de
Novo e afasto as pessoas !
Acha que preciso de ajuda ?
ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Sugiro que procure um bom profissional que faça uma boa avaliação e que o possa ajudar a encontrar um melhor caminho. Posso sugerir, desde já para rejeitar terapeutas que lhe recomendas técnicas ou intervenções terapêuticas sem conhecerem devidamente a sua história e a pessoa que é. Um bem haja
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Depressão crônica
Boa tarde, sempre fui uma criança ansiosa, tive varias depressões derivado a um casamento muito negativo e um divorcio muito difícil. Após a morte dos meus pais, sendo filha única, bati completamente no fundo do poço, fiz um internamento e felizmente recuperei.Acontece que actualmente tenho crises de agorafobia, chegando a ficar em casa durante 8 meses, sem sair por medo, crises essas acompanhadas de pânico,Estou medicada com Quetiapina, Venlafaxina e Victam.Há muitos anos que faço esta medicação.Não sei se ainda estarão adequados.Vivo prisioneira de mim mesma....não vou fazer as minhas compras, não socializo, dependo da boa vontade das filhas.Sinto-me triste pois não faço uma vida normal, como gostaria.Agradecia uma opinião de como dar a volta a esta incomoda situação.Desde já o meu muito obrigada.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde, já recebeu várias sugestões úteis. Resta-me desejar-lhe que corra tudo bem e que consiga dar um bom rumo à sua história.
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Ansiedade
Quando uma pessoa se enerva com tudo e chora e caso de psicólogo? E sente dores de cabeça frequentes ?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Procure um bom profissional de clinica geral que possa fazer uma avaliação séria e desenhar uma intervenção adequada ou que o encaminhe para outro profissional caso considere adequado.
Bem haja
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Depressão
Tenho 48 anos, sexo masculino, sou seguido em consultas de psiquiatria desde 1991. O meu diagnóstico é TOC associado a depressão secundária, com grande componente ansiosa. Tive um episódio convulsivo em 1993 com Anafranil, após o qual efectuei ECG e TAC (e mais tarde, já em 2014, RM). As alterações descritas nos relatórios dos referidos exames não são valorizadas pela neurologia. Efectuei o último ECG em 2014 e mantinha a indicação de "actividade paroxística em projecção temporal esquerda" (mais uma vez sem valorização pela neurologia). A depressão é, actualmente, o meu maior problema, aquilo que verdadeiramente me incapacita. Tenho vindo a consultar diversos psiquiatras ao longo dos anos, mas não sinto melhorias com os tratamentos. Também muitos desses psiquiatras, seja logo na primeira consulta, ou algumas consultas depois, demonstram uma forma displicente de me tratar, razão que me leva a andar sempre a mudar de médico. Tive agora uma consulta, numa Clínica, e a médica psiquiatra que me atendeu disse-me que eu estava já demasiado "psiquiatrizado", que é minha responsabilidade sair do papel de doente e que a razão dos psicofármacos (sobretudo os antidepressivos) não actuarem tem a ver com o facto de o "psicológico" não os deixar actuar. Ou seja, eles actuam nos neuro-receptores, mas depois o "psicológico" trava o seu efeito. Ora, eu faço psicoterapia há 6 anos, sempre com a mesma psicóloga, com quem tenho uma excelente relação terapêutica. A minha questão é: sentindo-me cada dia mais angustiado, sem energia ou sequer vontade de viver, estado este agravado pelas constantes decepções relativamente à psiquiatria, pergunto se há algo que, de facto, a psiquiatria possa fazer por mim, no sentido de me dar o mínimo que seja de qualidade de vida e a possibilidade de retomar a minha actividade profissional (interrompida há mais de um ano)? Muito obrigado pela atenção que este texto, porventura demasiado longo (as minhas desculpas), lhes possa merecer.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Encontro-me com alguma dificuldade em fazer-lhe algum tipo de sugestão. Contudo, talvez invistir tudo o que conseguir naquilo que considera produzir resultados positivos. Seja em terapias, relacionamentos, actividades, etc... Ou seja, não interessa o quê mas se lhe faz bem invista mais tempo. Bem haja
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Ataques de Pânico
Boa tarde, creio que tenho ataques de pânico. A uns meses retirei parcialmente a tiróide e desde que estou diferente. Tive a um mês o que chamaram de ataque de pânico ( urgências) sensação de fraqueza muscular , tonturas, sensação de desmaio em segundos o meu coração disparou e perdi a sensibilidade nos lábios e mãos e falta de ar. Deram me Lexotan em 30 minutos sentia a recuperar. Há 1 semana tive exatamente os mesmos sintomas fui para casa e demorou + tempo a recuperara. Hoje o mesmo episódio... Completamente assustada tomei Lexotan ...sinto me receosa tenho medo de um dia ter algum ataque de Coração ou desmaiar. Preciso de ajuda. Tenho 2 filhos pequenos..e receio que aconteça com eles presentes. O que me aconselham fazer?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde, obrigado pela sua partilha.
A resposta a sua pergunta é claramente simples. Deve procurar um profissional da área da saúde mental para que a possa melhor avaliar e depois agir em conformidade com os resultados da avaliação. Os ataques de pânico, a perturbação de pânico ou as perturbações de ansiedade são patologias da saúde mental portanto será um profissional dessa área que deverá procurar. Contudo, considero que o médico que a intervencionou também deverá ser informado do que está a suceder consigo. Também, é de meu entender que deve ignorar sugestões que incitam à procura de técnicas ou procedimentos específicos para o seu problema. Só depois de uma avaliação séria e profissional é que se pode chegar a uma conclusão de qual é o problema e consequentemente qual o modelo/técnica(s) de intervenção mais adequadas a recorrer.
Espero que tudo corra pelo melhor e que consiga resolver as suas dificuldades.
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Ataques de Pânico
Olá.. Fui ao Psiquiatra a semana passada, pois desde há 1 ano e meio para esta data, tive 4 ataques de pânico (transpiração excessiva, batimento cardíaco muito acelerado, pensamentos maus) e ando constantemente com ansiedade.. Como já não sabia o que fazer, fui a uma consulta de psicoterapia e aconselharam ir ao Psiquiatra, pois a medicação aliada à psicoterapia podia ajudar muito. OK, fez-me sentido. Foi-me receitado Sertralina, meio comprimido nos primeiros 6 dias e depois inteiro. O problema é que tive efeitos colaterais desde a primeira toma, hoje é a quarta toma e já senti batimento acelerado, uma queimação na boca e virilhas, suores, um pouco de tremor, e agora desequilíbrio. Fiquei assustada e liguei pó psiquiatra que me disse que era tudo normal, para eu insistir na medicação e para a semana falávamos novamente.. Mas estou com medo desta medicação... Acham melhor procurar outro psiquiatra, ajudava?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Alguns colegas já partilharam algumas sugestões e opiniões que o poderão auxiliar. No entanto, apenas a avaliar pela sua descrição eu não procederia da mesma forma que o colega psicólogo procedeu. Contudo, acredito que o colega tenha feito uma avaliação mais exaustiva e que talvez justifique a recomendação de também consultar um psiquiatra. Todavia, tal como afirmei, apenas a avaliar pelo facto de ter tido quatro ataques de pânico no espaço de um ano e meio, que possam estar associados a algum tipo de perturbação de ansiedade não recomendaria avaliação psiquiátrica e consequentemente tratamento farmacológico. Até porque se durante esse ano e meio não foi aumentando a ansiedade e o comprometimento do seu nível de funcionamento normal, significa que seria possível fazer uma intervenção psicoterapeutica. A conciliação da psicoterapia com o tratamento farmacológico é aconselhado quando o grau é severo e existe bastante comprometimento do nível funcional normal, ou seja a nível pessoal, profissional, relações interpessoais etc...
Espero que consiga encontrar uma solução para os seus problemas
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Ansiedade
Boa tarde fui ao psicologo...
Tudo bem receitou-me o Sedoxil...
Durante quanto tempo vou ter que tomar?
Porque ele não me explicou nada...
A minha pergunta por quanto tempo vou ter que tomar?
Obrigada,por uma resposta...RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
O psicólogo apenas poderá prescrever fármacos se tiver formação em medicina. De qualquer dos modos, só o profissional que lhe prescreveu esse fármaco é que o pode esclarecer relativamente as questões que apresenta.
Seria necessário fazer uma avaliação que através deste meio de comunicação não é possível (nem recomendável), para o poder ajudar de outra forma. Pode sempre, e é recomendável pedir uma segunda opinião. As melhoras
Perguntas frequentes
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Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
Pela história clínica parece-me uma otite media serosa pós…