Perguntas do paciente (41)

  • Boa tarde, sou uma pessoa de 60 anos e desde que engravidei da minha filha fiquei como muito medo d

    Boa tarde,
    sou uma pessoa de 60 anos e desde que engravidei da minha filha fiquei como muito medo de ir ao médico. Nunca tinha medo antes, pelo contrário, sempre que ia saia do consultório feliz e já melhor. Mas, na gravidez sofri de pré-eclampsia que me obrigou ser internada de urgência no hospital. aos 7 meses, na consulta de obstetrícia, perante as análise e estado fui encaminhada para à urgência do Hospital.
    Foi o caos. a partir dessa altura, médicos é uma tortura para mim. Entre num estado de ansiedade, medo que me dá volta à barriga e a tensão arterial sobe.
    Só em pensar que tenho que ir ao médico fico num estado caótico.
    ultimamente recorro ao Victan por indicação médica. Ajuda sem dúvida, mas sofro até à saída do consultório.
    O que fazer para minimizar esta ansiedade?

    Obrigada

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá, boa tarde!
    Espero que esteja bem.
    Compreendo a sua aflição e calculo como deve ser difícil para si, lidar com esta situação em contexto de saúde, que infelizmente precisa frequentar algumas vezes ao longo de cada ano.
    Já percebeu que a medicação ajuda a aliviar os sintomas que sente, mas não chega à raiz do problema.
    Falta dar o passo seguinte.
    Deve procurar apoio psicológico para falar sobre os seus medos e desenvolverem estratégias adaptadas ao seu caso.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Eu e o meu marido fazemos terapia de casal, sendo que o terapeuta assinalou comportamentos no meu ma

    Eu e o meu marido fazemos terapia de casal, sendo que o terapeuta assinalou comportamentos no meu marido relacionados com egocentrismo e falta de sensibilidade. Na verdade, ele tem um ego elevado, mas de uma forma muito subtil, que só é perceptível para quem lida com ele durante muito tempo.
    Percebo que o psicólogo dele não se apercebeu ainda desse comportamento e parece-me que a terapia e as consultas individuais não estão a seguir o mesmo rumo. O que fazer nestes casos, uma vez que o meu marido não falará com o médico sobre esses comportamentos que foram assinalados na terapia?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Concordo com o que a colega Vera Faria sugere.
    Acrescento que se o seu marido foi assinalado com comportamentos egocêntricos e insensíveis, seria benéfico para si ter um acompanhamento psicológico individual para desenvolver estratégias de como lidar com estas características de personalidade do seu marido.
    Um abraço!


  • Numa terapia de casal o terapeuta diz a uma das partes que vai falar com a outra, no sentido de aler

    Numa terapia de casal o terapeuta diz a uma das partes que vai falar com a outra, no sentido de alertar para comportamentos incorretos. Mas não o faz.

    Como pode ser interpretada esta situação? O que fazer nestes casos.

    Obrigada

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Por imperativos éticos, o que é abordado com uma das partes nas sessões individuais não deve ser revelado nas sessões de casal, sem o consentimento expresso do cliente.
    Como pode ser interpretada a situação?
    Pode ser interpretada de várias maneiras.
    Seguem algumas delas:
    O terapeuta pode ainda não ter abordado o tema (a oportunidade depende da dinâmica da sessão e não pode ser imposta de fora);

    Pode ser que o que define como comportamento incorreto, tenha origem em alguma fase da vida do seu companheiro ou numa situação delicada que ele só tenha partilhado com o terapeuta;

    Pode ter sido abordado de facto, e a outra parte esteja a negar, por proteção ou por sentir-se sob pressão.

    Gostaria de referir que tanto crenças quanto comportamentos não se alteram de uma semana para outra. Poderá levar semanas, meses, anos ou até mesmo não se modificarem, se a pessoa não investir ativamente no seu processo de mudança.
    Terá de ter paciência no processo de mudança da outra parte.
    Se na sessão de terapia, o terapeuta informou que iria abordar o tema dos comportamentos incorretos da outra pessoa, mas não o fez, é mais do que válido sanar as suas dúvidas junto do terapeuta.
    Espero ter ajudado.
    Um abraço!


  • Bom dia, O meu companheiro é uma pessoa que não demonstra minimamente afeto por mim ou algum intere

    Bom dia,
    O meu companheiro é uma pessoa que não demonstra minimamente afeto por mim ou algum interesse na relação. Nunca conversa sobre nada que seja à relação, não se preocupa em fazermos atividades juntos, não demonstra interesse em nada nem me prioriza.
    Já tentei falar com ele de diversas formas, não resultou, agora nem sequer quer falar.
    Comecei a sentir um desgaste emocional muito grande, ando todos os dias triste, mal disposta e estou sempre a apontar - lhe os defeitos, porque na verdade não sei mais o que fazer.
    Já tentamos terapia de casal mas ele depois quando chega a casa diz que só vou para lá falar mal dele, interrompe-me nas consultas, ameaça que se vai embora quando estou a falar dele e eu acabo por não falar das coisas, acho que o médico está a conduzir as sessões como se o problema fosse meu... Já não sei o que fazer

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Compreendo a sua situação e lamento que esteja a passar por ela.
    Refere que estão a fazer, e muito bem, a terapia de casal, para melhorar o relacionamento.
    Se estão juntos é porque nutrem sentimentos um pelo outro, então julgo que vale muito a pena refletir sobre a possibilidade terem apoio psicológico individual, para adquirirem novas ferramentas para lidar um com o outro de maneira mais assertiva e melhorar a vossa relação. Pelo seu relato, verifico que o vosso estilo de comunicação está a deteriorar a relação.
    Magoam mutualmente com as palavras e não encontram uma solução para os problemas.
    Não sei há quanto tempo fazem terapia de casal, mas gostaria de dizer que a terapia de casal é um processo e leva o seu tempo para se ver os resultados. Ambos devem estar empenhados em melhorar a relação e fazerem o trabalho de casa, entre as sessões, prescrito pelo profissional.
    Desconhecemos as queixas do seu companheiro para que ele aja da maneira que refere.
    A si em especial, pelo que descreve, irá beneficiar muito se investir no apoio psicológico individual para desenvolver uma comunicação mais assertiva que impactará positivamente nas respostas do seu companheiro.
    Será também de grande valia que tente fazer uma autorreflexão sobre a sua forma de comunicar, agir e reagir com o seu marido.
    A pessoa com quem partilha a sua vida só tem defeitos?
    E os pontos positivos no seu marido?
    Se precisar, estaremos por aqui.
    Um abraço!


  • O vicio em pornografia causa alguns distúrbios no psicológico do homem e nos relacionamentos? Já li

    O vicio em pornografia causa alguns distúrbios no psicológico do homem e nos relacionamentos?
    Já li q a pornografia altera o desejo pela parceira...
    Mas é somente pela parceira ou por mulher em geral...
    O homem deixa de ter desejos em geral ou é apenas um bloqueio com a parceira?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem.
    Estamos a falar de uma compulsão e não de um consumo ocasional deste tipo de conteúdo.
    O vício em pornografia pode causar distúrbios psicológicos devido às alterações na maneira como cérebro processa as informações recebidas, alinhadas com a história de vida da cada pessoa.
    Torna-se difícil responder a sua questão pelo simples facto de que cada indivíduo pode assimilar, gerir e responder de maneira diferente à exposição frequente a este tipo de conteúdo.
    Os efeitos e sintomas do vício em pornografia podem ser maiores ou menores devido às vulnerabilidades pessoais, relacionada com a/o parceira/o, com a saúde psicológica, saúde clínica, propensões…
    A exposição frequente a este tipo de conteúdo pode acarretar isolamento social, baixa autoestima, sintomas da ansiedade, sintomas da depressão, bem como prejudicar várias áreas do funcionamento da pessoa.
    De maneira geral, a exposição excessiva (compulsiva), associada às vulnerabilidades pessoais, poderá alterar o desejo pela/o parceira/o, mas também poderá afetar negativamente o desejo para com outras mulheres ou homens.
    Caso tenha um comportamento compulsivo relacionado com a pornografia ao ponto de ter prejuízo em uma ou em várias áreas da sua vida, o apoio psicológico poderá ajudar.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Bom dia ! Nos últimos tempos tenho andado muito ansiosa, o que me causa bastantes arritmias/palpita

    Bom dia !
    Nos últimos tempos tenho andado muito ansiosa, o que me causa bastantes arritmias/palpitações. Primeiramente foi passado Victan em SOS, e como comecei com estas arritmias constantes ,consultei o meu cardiologista que me me receitou o Inderal 10mg 2 vezes ao dia , faço esta medicação há uma semana, mas ainda não sinto melhoras, e tenho tomado o victan em sos quase todos os dias. Será que vou criar dependência do victan?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Sim, o Victan pode causar dependência.
    Antes de interromper qualquer medicação ou alterar a dosagem prescrita, converse antes com o seu médico ou psiquiatra.
    Caso as palpitações e arritmias sejam manifestações da sua ansiedade, o apoio psicológico pode lhe ajudar a identificar a causa da sua ansiedade e a combater os seus sintomas.
    Cuide de si!
    Um abraço!


  • Ansiedade extrema pode provocar formigamentos no corpo que duram vários meses?

    Ansiedade extrema pode provocar formigamentos no corpo que duram vários meses?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Quando alguém tem qualquer desconforto físico, em primeiro lugar deve consultar um médico, para investigar eventuais causas orgânicas.
    Respondendo à sua questão, sim, a ansiedade pode causar muitos sintomas, incluindo formigamentos no corpo que podem durar meses, ou anos, caso não se descubram as causas e não se combatam os sintomas.
    O apoio psicológico ajuda a identificar a causa da ansiedade e a combater os seus sintomas.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Bom dia; estou numa fase da menopausa tenho ataques de ansiedade e mudança de humor falta de paciênc

    Bom dia; estou numa fase da menopausa tenho ataques de ansiedade e mudança de humor falta de paciência para com os meus filhos, marido
    sem vontade sexual, pensamentos de suicídio pontadas nas costa aperto no peito, uma tristeza ataques de choro.
    quando me sinto mais em baixo estou a tomar Sedatif :?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Realmente esta fase da vida reprodutiva da mulher, pode causar muito desarranjos hormonais em algumas mulheres, e alguns sintomas desagradáveis.
    Não temos informação sobre o seu historial de ansiedade e/ou depressão.
    Não sabemos se os seus sintomas se devem à menopausa ou se são da ansiedade que sente.
    Não sabemos se as suas relações pessoais com os seus filhos e marido estão a causar-lhe ansiedade.
    Seria importante que fosse conversar com o seu médico-ginecologista e explicar a sua situação, qual a medicação que está a tomar, e os sintomas que sente.
    Poderá decidir por uma das alternativas fornecidas pelo seu médico-ginecologista.
    Informe-se também junto do seu médico sobre quais atividades físicas poderá fazer conforme o seu estado de saúde.
    Compreendo que seja difícil para si conviver com estes sintomas, mas sempre pode tentar introduzir, devagarinho, algumas mudanças na sua vida para contornar a situação, aumentar o seu bem-estar geral, aumentar a sua autoestima e melhorar a sua qualidade de vida, tais como:
    Preparar ou escolher refeições coloridas e pouco calóricas;
    Beber água várias vezes ao dia;
    Cuidar da sua aparência diariamente;
    Inscrever-se em “algo” que sempre quis fazer/praticar/desenvolver/aprender, e esteve sempre a adiar;
    Fazer alguma atividade física diariamente.
    Se tiver dificuldades em cuidar de si, o apoio psicológico é fundamental para lhe auxiliar no processo, bem como nesta fase desafiante da vida da mulher.
    Espero ter ajudado.
    Se precisar, estaremos por aqui.
    Um abraço.


  • Olá tenho 29 anos, e entrei recentemente em uma relação acontecesse que com o tempo fui sabendo algu

    Olá tenho 29 anos, e entrei recentemente em uma relação acontecesse que com o tempo fui sabendo algumas coisas do passado da minha namorada, algo que ela admite e não tem problemas a falar sobre isso, o problema é que eu não estou a saber lidar isto porque ela mantem muitos ex namorados e pessoas que esteve presentes na vida dela e dou por mim a comparar-me com pessoas que ela esteve como se não fosse suficiente para ela e apesar de acreditar que ela realmente gosta de mim acabo por imaginar o que ela teve, pesquisei sobre isso e penso que tenho ciumes retroativos , acabando por a confrontar várias vezes e a ultima semana tem sido desgastante porque pensamos de forma muito diferente e sempre que tento dialogar com ela penso que para ter mais certezas que ela gosta de mim ela entende como um ataque e amua.
    E por vezes sinto que ela ainda tem medo de mostrar que namora comigo e isso só ajuda a fazer 'filmes' da minha cabeça. E acabo por não estar a confiar aparentemente sem razão para tal.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem.
    Compreendo que deva estar a sofrer muito com esta situação e a colocar em risco a relação que é tão preciosa para si.
    Um dos pilares de qualquer relação é a comunicação.
    Refere que a sua namorada fica amuada e se sente atacada quando tenta dialogar com ela.
    Será se tem conseguido comunicar de forma assertiva com a sua namorada?
    Já parou para refletir que é consigo que a sua namorada escolheu estar?
    A sua namorada está consigo, é na vossa relação que deveria investir os seus esforços.
    Pelo seu relato, e pelas dificuldades apresentadas em gerir a situação; julgo que seria valioso para si, procurar apoio psicológico o quanto antes; para trabalhar questões como assertividade na comunicação, trabalhar a sua autoestima, a empatia, valorização pessoal…
    Se continuar com os mesmos pensamentos, comportamentos e dificuldades, irá continuar a fazer “filmes” e estará a danificar a sua relação.
    Ter apoio psicológico é investir no seu bem-estar emocional.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Como uma mãe pode ajudar um filho com depressão, além de procurar ajuda médica? O que fazer ,como ag

    Como uma mãe pode ajudar um filho com depressão, além de procurar ajuda médica? O que fazer ,como agir?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem.
    Reitero o que as colegas anteriores referiram.
    É muito importante que procure ajuda psicológica para o seu filho.
    A depressão é uma perturbação que deve ser levada muito a sério.
    O amor da mãe, é fundamental no processo de cura, mas não é suficiente.
    A ajuda médica é muito importante, mas também não é suficiente.
    Não dispomos dos dados sobre a sua disponibilidade ou das suas condições psicológicas para o ajudar.
    De qualquer forma, ficam algumas dicas:
    motive-o a fazer um pouco das atividades que ele fazia antes e gostava, mas sem pressionar;
    ajude-o em tudo, que ele tenha dificuldade em realizar;
    evite fazer cobranças sobre as coisas que ele ainda não consegue fazer;
    procure apoio psicológico para si, caso julgue ser necessário, ou verifique que esteja a ser muito difícil para si lidar com a situação.
    Mimar-se, para sentir-se bem, para poder continuar a cuidar do seu querido filho.
    Tão importante quanto cuidar do seu filho; é cuidar de si também.
    Espero ter ajudado.
    Um abraço!


  • Olá, tenho 25 anos, procrastino bastante, tenho dificuldade em começar tarefas. Muitas vezes perco-m

    Olá, tenho 25 anos, procrastino bastante, tenho dificuldade em começar tarefas. Muitas vezes perco-me à procura da melhor metodologia, por onde começar a aprender algo, a forma mais eficiente, etc, e acabo por não passar desta fase. Das poucas tarefas que consigo realmente dar início muitas não consigo concluir, por norma consigo manter um bom ritmo nos primeiros 2 meses, mas de um dia para o outro simplesmente paro, adio e fica por aí.
    Gostava de perceber como trabalhar para melhorar nisto e que especialidade/consulta será a mais adequada. Obrigado!

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Compreendo a sua frustração com as tarefas inacabadas.
    Está no local certo!
    Escolha um psicólogo, com um perfil do seu agrado, para trabalhar consigo as suas dificuldades.
    Sugiro um profissional que atue com a terapia cognitivo comportamental, mas informe-se melhor para verificar se concorda com esta linha de orientação.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Fui vítima de violência fisica e emocional durante bastante tempo. Só a minha Psicóloga sabe disso.

    Fui vítima de violência fisica e emocional durante bastante tempo. Só a minha Psicóloga sabe disso. Só ela conhece o meu sofrimento e a minha história de vida. Ela acompanha me há bastante tempo. Preciso de um relatório referindo as coisas que eu lhe contei nas sessões e os meus "gatilhos", pois vou dar entrada numa clínica e eles pediram um relatorio da psicóloga. Como posso fazer para lhe pedir um relatório das coisas que eu lhe contei durante as sessões e do sofrimento que ela vê em mim? É habitual os psicólogos fazerem esse relatório?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro


    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Sim, quando é necessário, os psicólogos fazem este tipo de trabalho.
    A sua psicóloga não terá nenhum problema em redigir, para si, um documento com esta finalidade.
    Tudo a correr bem consigo.
    Um abraço!


  • PERGUNTA MUITO IMPORTANTE SOBRE A MINHA VIRGINDADE: Para além de eu ser boa pessoa, eu sou muito

    PERGUNTA MUITO IMPORTANTE SOBRE A MINHA VIRGINDADE:

    Para além de eu ser boa pessoa, eu sou muito faladora e sou muito pessimista.

    Ser muito pessimista é algo que já está no meu sangue, pois infelizmente eu herdei esta característica, do meu pai e da minha avó paterna.
    No entanto, a minha mãe já me disse que eu sou muito chata, disse que eu falo muito e que eu sou muito péssimista e também me disse que o namorado que eu viesse a arranjar, que iria deixar-me.

    Mal por mal e devido à sua conversa bastante estúpida, acho que não vale a pena guardar a minha virgindade com algum homem (namorado) que eu possa vir a gostar.
    Pelo facto da vida ser muito curta e ser somente dois dias e de eu ser virgem com 34 anos e devido ao que ela me disse:

    1- Vocês acham que eu deveria de perder a minha virgindade com um vibrador?

    Aguardo pela vossa resposta!

    Por favor respondem-me!

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Obrigada por partilhar um bocadinho da sua história.
    Pelo seu relato observei, que há muito conteúdo para ser investigado e trabalhado em sessão, com um/a psicólogo/a.
    A dinâmica da sua relação com a sua mãe precisa ser trabalhada e ajustada.
    As suas afirmações, as suas suposições, os seus rótulos e as suas crenças, que impactam direta e negativamente na sua autoestima, na sua autoconfiança e na sua sexualidade, também elas precisam ser trabalhadas.
    Julgo ser muito importante que invista na sua qualidade de vida, escolhendo um profissional com um perfil do seu agrado, para poder trabalhar estas questões.
    A experiência da sexualidade é diversa; sendo vivida conforme cada pessoa escolhe experimentá-la, ou não.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Há uns meses atrás, depois de um episódio em que fui às urgencias devido a dores no peito, falta de

    Há uns meses atrás, depois de um episódio em que fui às urgencias devido a dores no peito, falta de ar e membros dormentes (em que apois um eletrocardiograma e um holter disseram que era ansiedade) que tenho tido episódios em que sinto dificuldade em adormecer, fico nervosa, o meu coração começa a bater muito forte (até o consigo ouvir) e não consigo estar descansada.
    Durante o dia não fico tão mal, mas ultimamente sinto-me mais cansada e com a sensação que algo mau vai acontecer.
    Tenho medo que apesar de o exame de holter e o eletrocardiograma apresentarem resultados normais, possa ser algo mais grave.
    O que fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    Refere que tem medo de ser algo mais grave, devido aos sintomas que sente.
    Para sentir-se mais tranquila e descansada, sugiro que vá conversar com o seu médico família, também, se ainda não o fez, munida do resultado do eletrocardiograma e do holter.
    Explique os seus sintomas e receios com a sua saúde, o seu médico verá se há necessidade de fazer outros exames complementares.
    Se estiver tudo bem com a sua saúde física (esperemos que sim), procure um psicólogo/a para falar sobre a sua situação e descobrir quais são os gatilhos que ativam os sintomas da ansiedade que sente e trabalhar em estratégias adaptadas ao seu contexto para eliminar os sintomas.
    Espero ter ajudado.
    Cuide de si!
    Um abraço!


  • Sou uma adulta. Devido a falta de socialização na infância/adolescência, sou muito "inocente", tenho

    Sou uma adulta. Devido a falta de socialização na infância/adolescência, sou muito "inocente", tenho dificuldade em reconhecer emoções nos outros. Preciso de aprender o que as crianças e adolescentes normalmente aprendem.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem.
    Está no sítio certo para obter ajuda!
    Se veio até aqui expor a sua situação, é porque reconhece as suas dificuldades e tem a intenção de alterá-la e sentir-se mais adaptada às situações e interações sociais.
    É um bom sinal de que deseja fazer alguma coisa de diferente por si para obter resultados mais satisfatórios nas suas interações.
    Desconhecemos os motivos da sua “falta de socialização na infância e na adolescência”, bem como as causas da sua “dificuldade em reconhecer as emoções nos outros”.
    Será se as suas dificuldades são originadas por alguma causa orgânica que ainda não conhece?
    Em primeiro lugar, julgo que deverá consultar um médico psiquiatra de modo a avaliar a sua situação clínica.
    Também deverá consultar um psicólogo para desenvolver as suas habilidades sociais e a sua inteligência emocional.
    Procure na plataforma um profissional com um perfil que lhe agrade, para poder contar a sua história de vida, e obter a ajuda que precisa.
    Um abraço!


  • Olá Gostava de saber como funciona a psicoanalise ? Desde meus 17 anos sempre achei que tinha algum

    Olá
    Gostava de saber como funciona a psicoanalise ? Desde meus 17 anos sempre achei que tinha algum problema de errado comigo (comunicação) sempre acho que não consigo falar bem ou explicar o meu ponto de vista e isso até hoje cheguei a tomar antidepressivos e percebi que minha cabeça mudou depois disso mas percebo que essa maneira pensar em relação a mim mesmo não mudou o q eu faço? A psicoterapia era bom não ?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro


    Olá!
    Espero que esteja bem.
    De forma bem sintética, no processo de acompanhamento em psicanálise o profissional tem um papel mais passivo e observador, enquanto o cliente expõe livremente os seus pensamentos e as suas preocupações.
    É um processo que utiliza a associação das ideias, interpretação dos sonhos, processos mentais inconscientes… Com foco, também, no passado e na sexualidade.
    Qualquer psicólogo que escolher, independentemente da linha teórica que utiliza, poderá ajudá-la com as dificuldades que descreveu.
    Julgo que seria interessante para si, investir um pouco do seu tempo em tentar perceber qual será a abordagem psicológica que faz mais sentido para si antes de escolher um profissional.
    Existem muitas abordagens, como a psicanalítica (que refere), a humanista, a cognitiva, a comportamental, a psicodinâmica, a analítica, a cognitivo-comportamental, a gestalt terapia, entre muitas outras, que os psicólogos utilizam como guias nos seus atendimentos.
    Em geral, os profissionais da psicologia têm uma formação bastante diversificada, onde estudam, conhecem, reconhecem, e utilizam, várias abordagens terapêuticas nos seus atendimentos, quando julgam necessário para melhor adaptar às necessidades do cliente.
    Basta utilizar os seus critérios de escolha e selecionar aqui na plataforma o profissional do seu agrado.
    Espero ter ajudado.
    Um abraço!


  • Como é que funciona a terapia de casal? Há consultas individuais ou são sempre com o casal? Que med

    Como é que funciona a terapia de casal? Há consultas individuais ou são sempre com o casal?
    Que medicos estão habilitados a fazer terapia de casal, psicologos ou psiquiatras?
    Todos os profissionais fazem terapia de casal?
    Obrigado

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem.
    As colegas anteriores ilustraram muito bem o funcionamento da terapia de casal.
    O profissional irá observar e identificar quais são as dificuldades do casal, quais as queixas de cada um, para intervir em conjunto.
    Por vezes, faz-se necessário ter algumas sessões individuais para se perceber melhor cada uma das partes da relação.
    Se forem observadas dificuldades individuais significativas quem têm impacto na relação, será informado/a pelo profissional a necessidade de apoio psicológico individual para um, ou para ambos.
    Os psicólogos habilitados fazem este tipo de intervenção.
    Os médicos psiquiatras podem atuar na área, se tiverem formação adicional para o acompanhamento de casais.
    Espero ter ajudado.
    Um abraço!


  • Sou pasteleira, causo problemas na minha empresa devido a constantes esquecimentos, confusões que fa

    Sou pasteleira, causo problemas na minha empresa devido a constantes esquecimentos, confusões que faço com encomendas, tarefas que nem sempre cumpro corretamente porque entendo mal o que me pedem para fazer, falta de concentração, até pagamentos mal feitos à fornecedores...
    Preciso de ajuda porque sinto que poderei ter défice de atenção ou algo relacionado.
    Tudo isto tem interferido com a minha relação porque o meu companheiro é meu colega de trabalho.
    Qual é o médico especialista que devo consultar?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que esteja bem.
    O facto de ter vindo aqui colocar a sua questão, assumindo o impacto negativo que os esquecimentos e confusões estão a fazer em algumas áreas da sua vida, revela que está no bom caminho.
    Não sei se a sua distração se deve a questões práticas do trabalho, se é a relação que com o companheiro que está a refletir no seu desempenho, no trabalho, ou se tem outras questões ou dificuldades que não foram mencionadas.
    Pelo que descreveu, seria importante consultar primeiramente um psiquiatra.
    Se a sua suspeita de ter défice de atenção se concretizar, poderá ter de tomar alguma medicação para aumentar a sua capacidade de foco e concentração nas suas atividades diárias. Mesmo após consultar o psiquiatra, faz-se necessário ser acompanhada por um psicólogo para trabalhar consigo as questões cognitivas e comportamentais que refere.
    Se precisar, estaremos por aqui.
    Um abraço!


  • Sofro de ansiedade, misofonia diagnosticada, tenho pouca paciencia, tenho mudanças drasticas de humo

    Sofro de ansiedade, misofonia diagnosticada, tenho pouca paciencia, tenho mudanças drasticas de humor, estou numa relaçao á pouco tempo e nao tenho apetite sexual, mesmo que sinta um desejo muito grande pelo meu parceiro. Um psicologo poderá ajudar?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro

    Olá!
    Espero que se encontre bem ou o melhor possível.
    Obrigada pela partilha.
    Não sei se a alteração da sua libido é devido à sua idade, aos sintomas da ansiedade que sente ou se é efeito de alguma medicação que possa estar a tomar.
    Seria interessante saber se a exposição aos sons aversivos é diária ou só em determinados contextos e situações.
    Com certeza que um psicólogo a poderá ajudá-la nas várias situações que descreveu.
    Procure ajuda para melhorar a sua qualidade de vida.
    Cuide de si.
    Um abraço!


  • Atualmente estou a enfrentar um sério problema que desenvolvi já desde a adolescência, contudo neste

    Atualmente estou a enfrentar um sério problema que desenvolvi já desde a adolescência, contudo neste momento está a evoluir de tal forma que necessito urgentemente de ajuda e não sei o que fazer.
    O problema que falo é parurese, ou bexiga tímida, desde que me lembro sempre tive uma perturbação em urinar não tendo privacidade, contudo bastava uma casa de banho fechada ou um sitio escondido que facilmente conseguia urinar.
    Últimamente este problema tem evoluído em mim de tal forma que já nem em casa consigo urinar se tiver gente por perto, mesmo que sejam os meus pais.
    Só consigo consulta com o médico de família para Outubro, atualmente estou a terminar o curso superior que é pago pelos mais pais, não temos possibilidades de pagar uma terapia longa e simplesmente não estou a conseguir lidar com esta situação, tenho apenas 21 anos e a cada noite rezo para o outro dia não chegar pois sei que vai ser mais um dia de sofrimento, tenho chorado todos os dias e o sentimento de frustração é enorme por nem em casa conseguir fazer uma necessidade básica.
    Posto isto gostaria de perguntar o que me aconcelham a fazer nesta situação.
    Agradeço desde já todas as respostas, muito obrigado.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

     Alves Ribeiro


    Olá.
    Espero que esteja bem.
    As colegas anteriores deram boas sugestões para procurar ajuda com valores simbólicos ou até mesmo gratuitos. Gostaria de acrescentar que também poderá procurar este tipo de ajuda na junta de freguesia da sua área de residência ou na Santa Casa da Misericórdia local.
    Seguramente que você é o maior, e o melhor, projeto de vida dos seus pais.
    Imagino que os seus pais terão o maior gosto em poder fazer um esforço extra para minimizar o sofrimento da sua filha querida. O seu bem-estar é parte do bem-estar da sua família.
    Nenhum pai ou mãe fica de braços cruzados ao ver a sua filha sofrendo.
    É importante que os seus pais saibam da sua condição de saúde para que juntos tracem uma estratégia de resolução do seu problema.
    Os seus pais têm conhecimento real da sua situação?
    Os seus pais sabem o quão grande é o sofrimento que sente?
    Os seus pais sabem que anda a chorar todos os dias devido à sua condição?
    Um abraço!


Perguntas frequentes

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