Perguntas do paciente (14)

  • Ataque de Pânico

    Passados largos meses de um ataque de pânico ao qual não liguei por não saber o que era, surgiu outro, que me abalou bastante. Desde aí, a vida mudou, ansiedade generalixada, talvez. Causou perda de apetite, algum isolamento, insónia, medo de não conseguir dormir e neurose de que '' estou assim, mal ''.
    Qual é terapia mais indicada neste caso?
    TCC?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa tarde,
    Os ataques de pânico são muitas vezes a expressão somática de um sofrimento psicológico sem nome e por isso sem ligação a qualquer ou quaisquer situações mais difíceis e conflituosas por que pode estar a passar. Talvez seja importante compreender o significado desses ataques de pânico, para poderem desaparecer. Desaparecem porque compreende o seu significado.
    Para mais esclarecimentos estou disponível.
    Cumprimentos


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  • Ataques de Ansiedade

    Tenho ataques de ansiedade ou pelo menos é o que me dizem ter. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa tarde,
    A Perturbação da Ansiedade pode ser muito limitativa em termos de qualidade de vida e causar grande sofrimento. Sugiro que procure ajuda de um Psicólogo especialista em Psicoterapia nomeadamente Psicodinâmica, de modo a perceber a razão desses ataques de ansiedade e o seu significado.
    Ao seu dispor.


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  • Ansiedade

    Boa tarde.
    Preciso de uma opinião profissional para saber ao que recorrer, tenho em mente a hipnoterapia.
    Eu sempre fui ansiosa e com os nervos a flor da pele.
    Sempre tive medo da vida e do rumo que tomaria, sempre fui muito sismatica com o que de mal acontecia.
    Mas isso nunca me condicionou muito a minha vida.
    Mas de a uns tempos para ca que tenho varias vezes diarreia, ja fiz os exames e diz não ter nada.
    O problema e que sinto sempre dores.
    O meu medico diz que pode ser psicologico.
    So que me condiciona sempre a minha vida porque nunca quero fazer nada, tenho sempre medo de marcar seja o que for por receio de me dar diarreia, e sempre a primeira coisa que penso. E muitas vezes nunca vou.
    Neste momento estou desempregada e a procura de algo o que não ajuda nada porque tambem tenho medo do descunhecido, o que vai aparecer?se vai correr bem?e fico com diarreia como fasso? Se vou poder ir sempre que precisar?tudo isto mexe comigo, so que por mais que tente não consigo controlar.
    Gostaria de obter uma ajuda por favor.
    Obrigada.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Pela sintomatologia que descreve parece estar a vivenciar um quadro de ansiedade generalizada, que está a limitar muito a sua vida. Na minha opinião deverá procurar ajuda profissional, nomeadamente psicoterapia de orientação psicodinâmica, de forma a poder dar significado a essas somatizações, que são a expressão do seu sofrimento.
    Estou inteiramente disponível para quaisquer esclarecimentos.
    Cumprimentos


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  • Fobia social

    Boa noite!
    Sou um jovem de 17 anos (faço os 18 para o mês que vem) e de há uns anos para cá sinto que a minha saúde mental está cada vez mais debilitada. Estive a pesquisar na internet acerca dos meus sintomas e a resposta mais provável para o meu problema é eu ter transtorno de ansiedade social (ou fobia social). No entanto, gostaria de obter a confirmação através de um especialista e caso tenha este problema gostaria de ser tratado o mais rapidamente possível. Vou então relatar alguns sintomas que sinto: fico extremamente nervoso em situações de grandes ajuntamentos sociais, mesmo que conheça todas as pessoas que estão nesse grupo; nas conversas do dia-a-dia não consigo manter o contacto visual e fico muito nervoso e sem saber exatamente o que dizer quando falam comigo; ao andar na rua estou sempre preocupado com a minha postura ao andar, o que faz com que ande de forma desajeitada e artificial; não consigo manter contacto com qualquer rapariga pois os nervos apoderam-se de mim (o que faz com que não consiga ter relações amorosas com ninguém); penso que as pessoas estão todas contra mim e que não gostam de mim; não consigo ter uma relação achegada e de confiança com ninguém (nem mesmo com os meus pais); atividades que antes me davam bastante prazer (jogar futebol por exemplo) são agora "mais uma" atividade, ou seja, já não sinto prazer em fazê-la; ando sempre triste e a querer "desaparecer" deste mundo...
    Ficaria muito agradecido caso alguém me pudesse dizer que problema eu tenho?
    Cumprimentos!

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa tarde,
    Concordo com os anteriores colegas, o evitamento, antecipação ansiosa e mal estar nas situações sociais causam grande sofrimento e limitam em muito a sua qualidade de vida, pelo que deve procurar ajuda Psicoterapêutica o mais breve possível.
    Ao seu dispor


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  • Ansiedade

    Sofri de bullying quando era criança e então formei uma personalidade forte desde ai nunca querendo mostrar fraqueza a ninguém e receio de me sentir rebaixado, ha uns tempos começei a ter pequenos ataques ansiedade e sempre que tenho encontros sociais (sobretudo com amigos mais próximos) sofro por antecipação, que eles reparem que estou mal, sei que é irracional pois nunca ninguém reparou, não são ataques notórios. Começei a fazer terapia EMDR para reprocessar todas as memorias de bullying de criança. As memorias não me afectam, nunca olhei para o bullying como traumatico... Posso superar isto sem emdr? Pois infelizmente não vou poder continuar as consultas.. Já alguém ouviu falar em hoponopono? É identico? Ou outra forma? Obrigado

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa tarde,
    Muitas vezes as pessoas que sofreram bullying sentem a necessidade de construir uma espécie de "capa" para se sentirem mais seguras no contato com o outro. No entanto, isso não significa que tenha construído uma personalidade forte, mas sim defensiva. E por vezes é necessário resignificar essas vivências traumáticas. Sugiro portanto Psicoterapia Psicodinâmica, de modo a poder compreender melhor o que viveu e não ser invadido por esses ataques de pânico.
    Ao seu dispor.


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  • Alterações do comportamento

    Boa tarde a minha avó faleceu estes dias e eu não consigo dormir de luz apagada não consigo apagar a imagem dela modificada até morrer não me sai as imagens, tomo Xanax para dormir mais um antidepressivo. Que devo fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa noite. O processo de luto é lento e por vezes doloroso, e pode ser necessário recorrer a ajuda profissional para o ultrapassar e poder reposicionar memórias mais difíceis...
    Disponível para mais esclarecimentos.


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  • Ansiedade

    Já vai uns 4/5 anos que tenho alguma ansiedade. No inicio quando comecei a ter achei estranho sentir-me constantemente nervosa sem motivos aparentes, não conseguia estar quieta em sitio nenhum, mais tarde veio os ataques de pânico e ai sim, assustei-me a sério e procurei um médico (não especializado nesta área) ao qual me receitou um antidepressivo e uns ansiolíticos e recomendou-me fazer exercício, passado um mês fiquei bem e já conseguia ter uma vida normal pois antes não conseguia sair com amigos, sair a noite, divertir-me, estar no meio de muita gente, beber álcool, conduzir, viajar, fazer exercício era impensavel sair da minha zona de conforto, pois tinha imenso medo que me acontecesse alguma coisa má ... Apos isso pensei que estava curada . Até que mais tarde voltei a ter e voltei a tomar ansiolíticos e a ficar bem, isto mais umas duas vezes, sempre que os tomo fico bem mas passado meses/anos volta a ansiedade após ter longos períodos de stress . Os meus sintomas nunca são os mesmos e eu acho sempre que vou morrer ou que me vou sentir mal seja pelo que for, o que me deixa assustada e acabo por ficar em pânico . Sinto-me outra vez assim ansiosa, mas tenho receio de tomar os comprimidos de novo e daqui a uns tempos ter outra vez uma recaída , não quero passar a minha vida neste incomodo constante . Há alguma solução para deixar de ter ansiedade constante ?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Bom dia. Pelo que descreve, ainda não tentou uma abordagem Psicoterapêutica que a faça compreender e ligar esse sintoma, ansiedade e pânico a algum acontecimento ou vivência mais dolorosa e difícil de elaborar e transformar. Uma ajuda de um Psicólogo poderia ser muito importante nesse sentido.
    Ao seu dispor para mais esclarecimentos


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  • Transtorno de ansiedade generalizada

    Transtorno de ansiedade generalizada tem cura? Ou controlo? Qual o melhor tratamento?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa tarde, os Transtornos de ansiedade generalizada causam normalmente grande sofrimento ao paciente, limitando em muito a sua qualidade de vida. Na minha opinião a combinação da Psicoterapia com o apoio da Psiquiatria podem ser muito eficazes.
    Disponível para mais esclarecimentos.
    Cumprimentos


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  • Ansiedade

    Boa tarde, tenho passado por problemas familiares mas já à algum tempo que mudo de humor, choro, tenho ansiedade, irrito me com facilidade e até as vezes apetece me bater em alguém.
    O que poderá ser ? Que ajuda devo procurar ? Psicólogo, Psiquiatra ou outro ?
    Desde já agradeço a atenção dispensada

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa Noite,
    Parece estar a experienciar sentimentos muito confusos aos quais não estabelece ou ainda não consegue estabelecer ligação, pelo que sugiro a procura de ajuda nesse sentido, nomeadamente Acompanhado Psicoterapêutico.
    Ao seu dispor.
    Com os meus cumprimentos


  • Intimidade sexual

    O que fazer para superar o constrangimento, o receio da intimidade sexual com uma mulher? Obrigada!

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Boa Noite,
    Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que não existe propriamente uma técnica para se abordar a intimidade sexual, para no fundo nos ligarmos ao outro e permitirmos estar ligados também a esse outro... O que é importante é estar disponível para que exista essa partilha, essa ligação. E muitas vezes é preciso ajuda para descobrir porquê que é tão difícil deixar-nos ligar. Sugiro Acompanhado Psicopterapêutico.
    Espero ter ajudado. Ao seu dispor.
    Com os meus cumprimentos


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  • Depressão

    Tenho 49 anos e sou Assistente Social. Exerci funções de Diretora Técnica de uma IPSS com várias respostas sociais. Trabalhei nessa IPSS de Janeiro de 1993 a Setembro de 2017.
    Em 2005 tive uma "ligeira" depressão, até hoje tomo a mesma medicação, porque estou habituada e porque me dá segurança.
    Em 2014 tive de baixa médica 6 meses; Em 2016, após um episódio muito stressante e sem condições de trabalho, dirigi-me em desespero á minha USF e estive 12 dias de baixa; Em 2017, a minha médica de família disse-me que estava em Burnout e tinha que descansar. Estive de baixa 3 meses (Abril a Junho). Fui trabalhar o mês de Julho e foi horrível. Ansiedade, pânico, tristeza profunda com choro fácil, sentimento de impotência e de incapacidade, etc. Estive de baixa o mês de Agosto até 8 de Setembro. Fui a uma junta médica e disseram-me que podia continuar de baixa por muito mais tempo mas não seria remunerada. Não aguentei a ideia de ter que voltar a trabalhar e também não podia continuar de baixa porque não tinha mais nenhuma fonte de rendimento. A minha vida familiar não tem sido fácil, tenho 3 filhos com 17, 18 e 21 anos e eduquei-os sozinha desde que me separei, quando tinham 2, 3 e 6 anos. Toda a minha história de vida pessoal e profissional foi muito exigente, sobretudo a nível emocional, levando-me á exaustão. Em Setembro de 2017 despedi-me. Concordaram em dar-me uma compensação pelos anos que trabalhei lá, mas não tive direito ao subsidio de desemprego. Tenho ido a entrevistas de trabalho na minha área mas ainda não me sinto com discernimento nem capacidade para retomar um trabalho nesta área. Não sei fazer mais nada. Estou desesperada, tenho muito pressão da minha família e estou a ficar numa situação de precaridade a todos os níveis. O que poderei fazer? Obrigado

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Bom dia,
    Por aquilo que aqui descreve, parece estar a viver uma situação de grande fragilidade emocional pelo que seria muito importante ter um acompanhado psicoterapêutico adequado, de forma a poder fortalecer - se psicologicamente e emocionalmente. Sugiro então o recurso a uma consulta de Psicologia e Acompanhado Psicoterapêutico.
    Disponível para mais esclarecimentos.
    Cumprimentos


  • Sofrendo de TAG. Psicoterapia ajuda

    Sofrendo de TAG. Psicoterapia ajuda a entender a origem e a viver com os sintomas. A medicação elimina os sintomas. Após 2 anos de terapias aprendi a viver com os sintomas constantes mas nunca recuperei a qualidade de vida que tinha antes acabando por ter recaídas. Talvez medicação seja melhor?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    O Transtorno de ansiedade generalizada, é uma perturbação muito invasiva, que causa grande sofrimento, podendo limitar em muito a qualidade de vida da pessoa. Normalmente, a pessoa sente uma urgência em fazer eliminar da sua vida os sintomas e recorre apenas a psicofármacos, e por vezes pode até não obter os resultados esperados. Penso que a combinação da Psicoterapia, com alguém que lhe transmita confiança, e o uso de psicofármacos se for realmente necessário será a melhor forma de lidar com esta doença.


  • Estou com problemas com o meu namorado

    Estou com problemas com o meu namorado ele não aceita as minhas escolhas do passado e também já lhe menti para tentar remediar, o que posso fazer? Eu gosto dele, ele diz que gosta de mim mas não aceita.

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Toda a relação saudável tem por base a autenticidade, mas por vezes pode ser difícil para a pessoa assumir-se a si e às suas escolhas, por medo de perder o outro.
    Quando isso acontece fica num impasse, numa espécie de valsa lenta que vai minando a relação. Nesses casos a terapia de casal pode constituir um agente facilitador por forma a facilitar a comunicação do casal.


  • Eu e o meu companheiro tivemos

    Eu e o meu companheiro tivemos trajetos de vida e relacionamentos muito diferentes. Eu sempre baseei a minha vida pessoal em sentimentos comuns e dedicação pessoal, ele teve sempre prioridades materialistas. Ele diz-me que pela primeira vez se sente amado, mas eu não me sinto apreciada. Que fazer?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Mónica Sofia Costa

    Reconhecer que cada um tem a sua individualidade e pode ser diferente não é negativo, pode ser até bastante enriquecedor... Agora é importante perceber porquê que não se sente apreciada. Que possam falar abertamente sobre os sentimentos de cada um...


Perguntas frequentes

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