Intimidade sexual

O que fazer para superar o constrangimento, o receio da intimidade sexual com uma mulher? Obrigada!

10 respostas


Olá! Antes de tudo é preciso identificar as causas dessas dificuldades e depois aprender a lidar com elas. Em muitos casos a ansiedade se faz presente, levando a medos e inseguranças que dificultam e levam à evitação das situações de intimidade. Sugiro que busque ajuda psicológica para que possa superar o problema e viver de forma mais plena e feliz.


A relação sexua com qualidade fica comprometida, geralmente, diante de duas circunstâncias: o relacionamento consigo - seu corpo, seus desejos, suas fantasias e suas histórias afetivas -, e o relacionamento com o/a parceira/ - a intimidade, a confiança, o nível de partilha etc.. Caso esteja numa relação afetiva isso pode ser conversado com o/a parceiro/a de modo franco e aberto. As pessoas têm muito receio em falar sobre relação sexual, mas embora isso não seja uma condição do amor é importante e saudável, por isso os casais podem e devem falar sobre sexo. Se seu constrangimento o impede de viver relacionamentos afetivos é preciso trabalhar isso, um profissional pode ajudá-lo a compreender a si próprio e seus medos.


Boa Noite, Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que não existe propriamente uma técnica para se abordar a intimidade sexual, para no fundo nos ligarmos ao outro e permitirmos estar ligados também a esse outro... O que é importante é estar disponível para que exista essa partilha, essa ligação. E muitas vezes é preciso ajuda para descobrir porquê que é tão difícil deixar-nos ligar. Sugiro Acompanhado Psicopterapêutico. Espero ter ajudado. Ao seu dispor. Com os meus cumprimentos


Boa tarde, O que nos diz é pouco, até porque a intimidade nem sempre estar a par com a sexualidade. É importante saber se as suas dificuldades são de intimidade (dificuldade em estabelecer laços afetivos profundos, confiantes) e sexuados, ou relacionamentos sexuais casuais com pessoas em que não há intemidade. Pode não ter qualquer problema ou disfunção sexual, mas apenas um problema de si consigo, presente na relação com o outro. Como já foi referido pelas colegas acima. Tal como elas recomendo acompanhamento psicoterapeutico.


Bom dia, considero que já deu um passo muito importante, ou seja, questionar o que sente. Sugeria-lhe que procurasse um(a) psicólogo(a). Estamos ao dispor.


As dificuldades referidas por si podem ser devido as causas multi-factoriais. Ou seja podem advir de causa orgânica (traumática ou outra); psicológica, ambas...Como não há uma receita em psicologia porque cada caso é especifico e genuíno, aconselho a procura de ajuda psicológica de modo a ter a qualidade de vida a que tem direito. Ao dispor, felicidades


Bom dia. A melhor abordagem seria falar sobre as suas dificuldades com alguém com quem se sinta em confiança, tentar perceber as suas origens e implicações e qual a melhor maneira de as ultrapassar. Qualquer dúvida não hesite!


Bom dia Para que encontre formas de superar a dificuldade que refere é crucial procurar auxílio de um/a profissional em quem confie e com quem possa explorar causas/etimologias da dificuldade. Um/a psicólogo/a pode ajudar. Cumprimentos


A pergunta é um pouco vaga e, provavelmente por isso, seria interessante aprofundar uma série de outras informações acerca da Sua história clínica. Por ex.: perceber se a situação é nova ou, pelo contrário, se tem vindo a prolongar no tempo; pesquisar os motivos que estão na génese deste problema, etc., etc., ... Por que não procurar a ajuda de um psicólogo clin ico, ou de um sexólogo, para tentar resolver estas questões? Disponha! Desejamos que tudo lhe corra pelo melhor! Obrigada.


Olá boa tarde! Não há resposta simples, genérica, nem única à sua questão, por uma única razão: ela envolve o particular e a subjetividade de cada um, que é bastante complexa. Por isso, há que falar sobre isso que interroga no momento, para um profissional. É isso, procure um e faça-se escutar, é o que sugiro. Ao dispor.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.