Perguntas do paciente (13)
-
Preciso muito de um conselho seu! Boa tarde, Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e
Preciso muito de um conselho seu!
Boa tarde,
Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e de eu ser ainda virgem, uma coisa quero e tenho acerteza absoluta, quando eu tiver um futuro namorado vou querer usar com ele vários tipos de brinquedos de sexo, principalmente vibradores, dildos e mini-vibradores que estimulam o clitóris e o ponto g da mulher.
Vir a usar vibradores com o meu futuro namorado é uma coisa que eu desejo muito, mas o problema é que quando chegar a este momento vou ter receio e vergonha de dizer e pedir essas fantasias com o meu futuro namorado, pois tenho muito medo de vir assustá-lo com isso, que ele vaia pensar mal de mim e vaia pensar que eu seja alguma tarada e de que ele nao vaia reagir bem, quanto ao assunto de eu vir querer a usar vibradores com ele.
Perante a esta futura situaçao, quando chegar a este momento, o que deverei fazer?
Independentemente de qual for a reaçao dele, será que eu deverei abrir-me totalmente com ele e revelar-lhe todas as minhas fantasias sexuais para com ele?RESPOSTA DO MÉDICO:
Num relacionamento a comunicação é muito importante, também no que respeita a intimidade e sexualidade para que ambos retirem o melhor da relação. O respeito pelos limites de cada um também é algo a abordar. Mas antes de essa altura chegar é preciso começar um relacionamento com alguém que nos faça bem e nos queira bem, onde haja reciprocidade, valores em comum, etc. Quanto melhor se conhecerem um ao outro, mais fáceis ficam as conversas sobre a vossa intimidade.
-
bom dia! Desde Abril do ano passado que Sofro de transtorno de ansiedade generalizada causada por e
bom dia!
Desde Abril do ano passado que Sofro de transtorno de ansiedade generalizada causada por excesso de trabalho e por um companheiro com quem estou à 12 anos que desde à 2 anos para cá só sabe criticar tudo o que faço, anda sempre arrogante e mal disposto, mudei de trabalho e estou medicada com paroxetina 20 (manha) e sedoxil e à noite 1 comprimido de quitipina e inderal 10 3 x dia. Estou a tentar reduzir aos poucos a medicação uma vez que mudei de trabalho e as coisas melhoraram relativamente. O meu problema é o meu companheiro que se torna insuportável pois está sempre de mal com a vida e descarrega em mim. não sei como resolver este assunto pois é certo que é isto que me faz ter crises ainda de ansiedade. Eu acho que ele é bipolar por causa das duas variações de humor. Não sei o que fazer... já pensei na separação mas ameaçou-me logo caso eu fizesse isso, quero ficar bem pois tenho uma menina com 12 anos para criar que é o meu porto de abrigo. Ajudem-me... o que devo fazer? ObrigadaRESPOSTA DO MÉDICO:
A terapia de casal poderá ajudar-vos ao nível da comunicação, de perceberem que objectivos em comum e planos existem (enquanto casal e família) e desenvolverem novas estratégias para o futuro se for o desejado por ambos. A psicoterapia individual poderia ajudá-la a sentir-se mais capaz e fortalecida para lidar com as problemáticas e desafios da vida, seja com o trabalho, o relacionamento ou outras questões. A ansiedade em parte baseia-se numa percepção de incapacidade para lidar com o "perigo" sentido nas diversas situações. Mesmo que racionalmente saiba ter essas capacidades.
Tudo serão questões a explorar individualmente com o profissional que escolher.
Ao dispor.
-
Sofro de depressão à 12 anos seguida em psiquiatria HB onde neste momento tomo alrazolam 0.5mg em SO
Sofro de depressão à 12 anos seguida em psiquiatria HB onde neste momento tomo alrazolam 0.5mg em SOS até máximo 2 dia, 2 terços de triticum ao jantar e o Lorenin 2,5mg ao deitar e mesmo assim só consigo dormir 2 a 3 horas por noite sinto me mt esgotada psicológica. A médica de família e psiquiatra diz que é crónica para minha vida, onde eu penso que não é, talvez ainda não tenha encontrado o profissional correto e respectiva medicação adequada. O que posso fazer para melhorar minha qualidade de vida? Cumprimentos, Graça
RESPOSTA DO MÉDICO:
Lamento que se esteja a sentir esgotada dessa forma. Existem abordagens psicoterapêuticas que, combinadas com a psiquiatria a poderão ajudar com a sintomatologia. Sugiro que procure um profissional de psicologia para complementar o seu processo.
-
Eu amo o meu namorado ou pelo menos amava, agora não sei, estou confusa. Ele andava a passar por alg
Eu amo o meu namorado ou pelo menos amava, agora não sei, estou confusa. Ele andava a passar por alguns problemas e a não sentir-se ele mesmo e achou que o melhor no momento seria separarmos-nos, depois quando ele ficasse melhor voltávamos, eu não queria isto porque ainda nos amávamos e eu queria ajuda-lo, mas se esta era a melhor opção então assim o faria, mas custou-me muito, eu quis voltar e tentei falar com ele mas ele achava que precisava de mais tempo, então eu pus na cabeça que o havia de esquecer porque já nao aguentava e passado uns dias ele disse que queria voltar disse que nao se sentia totalmente bem mas nao suportava mais a distancia. O problema é que agora eu olho para ele (e para um pouco de tudo) e não sinto nada, absolutamente nada tirando secalhar por meros instantes um fantasma do que sentia este sentimento de apatia assusta-me. O que me aconselham?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Concordo com a colega. Várias coisas poderão estar a interferir com o sentimento que tem atualmente pelo seu namorado. Desde defesas que poderá ter criado como forma de se proteger emocionalmente da dor até à existência de um desgaste pela situação em si, entre outras hipóteses. A melhor forma de entender o que se passa será falar com um /a Psicólogo/a do seu caso específico.
Atenciosamente, Ana Pinto
-
Transtorno de Personalidade dependente
Tenho uma namorada e não consigo estar sem ela, necessito dela e estou sempre a espera dela
Isso afecta me a mim e a minha vida, não consigo fazer nada e estou sempre ansioso e nervoso, que devo fazer?RESPOSTA DO MÉDICO:
Olá!
Estar num relacionamento pode ser fantástico, se o mesmo for saudável, nos permitir crescer e evoluir em conjunto. Quando nos sentimos prisioneiros da nossas emoções a situação torna-se prejudicial para nós e para quem está connosco. Assim, este primeiro passo de procurara ajuda é fundamental.
Como as colegas mencionaram, a ajuda psicológica será uma mais-valia para o ajudar a entender as razões pelas quais sente essa ansiedade e a mudar alguns comportamentos que lhe provocam mal-estar.
-
Porque há tantas historias na Internet de pessoas a dizer que sofrem de ansiedade há 40 anos e já fi
Porque há tantas historias na Internet de pessoas a dizer que sofrem de ansiedade há 40 anos e já fizeram de tudo para resolver mas os sintomas voltam sempre? Estou muito preocupado, tenho medo da medicação antidepressiva e já estou em terapia há 2 anos, já sei os meus problemas mas tenho traços de personalidade muito fortes e esta a ser muito difícil mudar os padrões de pensamento. Começo a pensar que vou ser um desses casos...
RESPOSTA DO MÉDICO:
Primeiro gostaria de lhe dizer que cada caso é um caso. Ler essas histórias pode levá-lo a criar a crença de que não vai conseguir superar os seus desafios.
Existem terapias mais longas ( psicanálise, por exemplo) e terapias ditas breves ( cognitivo-comportamental, EMDR, hipnose clínica, etc). Padrões de pensamento não são realmente simples de alterar porque se encontram enraizados. No entanto, são aprendidos, por isso a mudança é possível.
Se conhece os seus desafios e os seus traços de personalidade, é um bom passo, dado que a autoconsciência é necessária para a mudança.
Concordo com a colega, a progressão mais rápida ou mais lenta também depende de factores como a frequência das consultas, da relação estabelecida, etc.
Faça um balanço realista do que alcançou até agora com a terapia, fale com o seu terapeuta e decidam em conjunto a rumo das sessões. Se mesmo assim não se sentir satisfeito, pode sempre procurar outro profissional que o possa ajudar. O essencial é não desistir do seu bem-estar.
-
Sofro muito com ansiedade, tenho fases que passo muitas horas só a pensar nisso... Não tenho ataques
Sofro muito com ansiedade, tenho fases que passo muitas horas só a pensar nisso... Não tenho ataques mas sinto sintomas que duram muitas horas e me causam bastante desconforto. Sobretudo sentir sempre o corpo muito leve, ou não sentir o corpo de todo e também desrealização, estes são os mais constantes. Em momentos (não muito frequentes) de maior ansiedade sinto nó na garganta, pressão no peito, tensão, falta de ar, tremores nas mãos/braços mas nunca parecem ataques pois duram muitas horas e não são muito intensos. Só a sensação de estar fora do corpo é que fica muito muito intensa e posso ficar com essa sensação o dia todo! Faço psicoterapia ha 1 ano e meio, procurei logo um psicólogo desde que as sensações começaram, pelo meio consegui um período de 7 meses sem me preocupar com a ansiedade e nos últimos 3 meses desse período os sintomas reduziram em 80%.. Mas tive uma recaída e tudo voltou... Sera que o meu caso é caso para medicação antidepressiva? Raramente sinto receios ou fobias, só frustração de estar assim! Os sintomas nunca foram incapacitantes mas toda a minha familia sofre de ansiedade, sou asmatico e tenho rinite e sinusite que não ajudam nada na situação! Desde já muito obrigado.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Viver com sintomas de ansiedade pode ser realmente frustrante e angustiante. Fale com o psicólogo que o acompanha sobre esta recaída, juntos podem perceber o que fez disparar os sintomas e quem sabe tal não se torna numa alavanca para um progresso na terapia. A sua frustração pode mesmo ser o motor e algo a ser trabalhado. Caso sinta necessidade, procure um/a profissional que o possa ajudar.
Como mencionou o colega, ter um comprimido em sos poderá ser uma ajuda nesta fase, tal não implica que tenha de tomar muito tempo. Se sentir
Espero ter ajudado.
-
Qual a percentagem de sucesso da
Qual a percentagem de sucesso da psicoterapia na ansiedade? Sucesso a longo prazo em que os resultados sejam para a vida e não tenha de passar a vida no psicólogo...
RESPOSTA DO MÉDICO:
Tal depende de vários factores, incluindo o tipo de ansiedade ( fobias, perturbação de pânico, ansiedade generalizada, entre outras) e a psicoterapia utilizada.
A psicoterapia visa exactamente resultados duradouros, no entanto temos de ter em conta as possíveis adversidades na vida das pessoas.
A terapia cognitivo-comportamental e a terapia EMDR são ambas psicoterapias com boas taxas de sucesso nas intervenções em casos de ansiedade.
-
Tenho muita tendência para engordar
Tenho muita tendência para engordar e isso preocupa-me. Sofro de ansiedade a muito tempo e a psicoterapia não esta a ajudar e estou a pensar tomar antidepressivos. Afinal posso engordar ou emagrecer tendo uma dieta equilibrada e corrida? Sei de casos opostos uns engordam outros emagrecem... Obrigado
RESPOSTA DO MÉDICO:
A toma de um antidepressivo terá sempre de ser analisada por um médico, que também lhe poderá dizer quais os efeitos do medicamento prescrito. Quanto à sua tendência para engordar, tal pode ser genético, ou devido à ansiedade, ou a uma dieta desequilibrada e/ou falta de exercício. Precisaria de mais dados para poder ajudar melhor. No entanto, uma dieta equilibrada e exercício físico serão sempre uma boa opção para a sua saúde, quer esteja ou não a tomar antidepressivo,
Especificamente quanto à questão da ansiedade, a duração do tratamento depende de variados factores ( tipo de psicoterapia, periodicidade, gravidade dos sintomas, etc), sendo que actualmente existem terapias bastante eficazes em casos de ansiedade ( EMDR, Hipnose Clínica e mesmo a terapia cognitivo-comportamental, etc).
Atenciosamente, Ana Rita Pinto
-
Sofro de ansiedade e comecei a
Sofro de ansiedade e comecei a correr 20 min por dia. É possível o exercício causar mais ansiedade? Sei que devia ajudar mas parece q não. Não falo das sensações normais no final da actividade como coração bater mais rápido ou faltar ar.. Na verdade no final relaxo mas passado 4h sinto instabilidade
RESPOSTA DO MÉDICO:
Efectivamente o exercício físico pode ajudar a reduzir os níveis de ansiedade pela libertação de endorfinas , conforme comprovado por alguns estudos. No entanto, se sofre com ansiedade o ideal será combinar o exercício físico com psicoterapia para maior eficácia. O exercício ajuda-a a relaxar, tal como indicou, mas não estará a actuar nas causas da ansiedade.
Outra situação, que alguns clientes me indicam quando fazem exercício e não sentem benefícios, deve-se a escolherem algo que não gostam de fazer ( por exemplo irem ao ginásio, quando na verdade gostam mesmo é de dançar). Mudar a actividade pode ser uma hipótese.
-
Sou homossexual não assumido,
Sou homossexual não assumido, tenho baixa auto-estima e desinteresse pela vida. Poderei ter ajuda de um Psicólogo? Quem ou de que especialidade? Obrigado.
RESPOSTA DO MÉDICO:
SIm, poderia beneficiar do auxilio de um/a psicólogo Provavelmente, além das questões que coloca seriam avaliados outros sintomas , feita uma história clínica e elaborado um plano de intervenção adaptado a si ( baseado no que lhe causa desconforto).
Um/a psicólogo/a clínico/a poderá auxiliar no processo. É sempre fundamental que se sinta acolhido e escutado com o profissional que escolha.
-
O que fazer para me tratar de depressão
O que fazer para me tratar de depressão há mais de vinte anos.?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Antes de mais, congratulo-o por este passo, ao colocar a questão é sinal de movimento e reconhecimento de uma necessidade.
A Depressão tem um grande impacto na vida das pessoas e seus familiares, podendo influenciar diferentes áreas da vida ( trabalho, relações com amigos, etc). A terapia cognitivo-comportamental pode ser uma escolha eficaz na intervenção em pacientes com depressão. O EMDR ( dessensibilização e reprocessamento de informação por movimentos bilaterais) tem sido bastante utilizado também no tratamento da depressão, com bons resultados.
Acima de tudo é importante sentir-se acolhido, escutado com o/a profissional de saúde que escolha para o auxiliar no processo.
-
Após pequeno ataque de ansiedade
Após pequeno ataque de ansiedade comecei a sentir vários sintomas alternados. Todos os dias durante varias horas seguidas! 5 meses depois esses sintomas continuam (sentir fora do corpo, tonturas, desperzonalização) mas já não me deixam minimamente ansioso. já se tornou habito. O que fazer?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Concordo com os colegas, no sentido que primeiro será melhor descartar qualquer questão física na origem desses sintomas. Apenas depois poderá procurar psicoterapia para alivio dos mesmos e para compreender quais as suas causas. Será feita uma avaliação e um plano de intervenção para o seu caso específico. Vários clientes relatam "réplicas" de sintomas previamente sentidos durante um ataque de ansiedade/pânico. Será importante perceber o que se estava a passar a nível cognitivo ( pensamento, emoção, sensação) nessas alturas.
Existem diversas terapias eficazes na intervenção com problemáticas de ansiedade ( cognitivo-comportamental, EMDR, por exemplo).
Perguntas frequentes
-
Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
Pela história clínica parece-me uma otite media serosa pós…