Consultório

Av. António Augusto de Aguiar, 13 (1º Dto), Lisboa
Consultório privado

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Experiência

Sobre mim

Carlos Góis sempre trabalhou como psiquiatra no Hospital de Santa Maria do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, EPE, hospital universitário d...

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Tratar condições médicas

  • Transtornos Paranóides
  • Transtornos Fóbicos
  • Transtornos Neuróticos
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Escolas

  • Licenciatura em Medicina, Especialidade de psiquiatria
  • Mestrado em Psiquiatria e Saúde Mental, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
  • Doutoramento em Psiquiatria e Saúde Mental, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Especializações

  • Psicoterapia
  • Psiquiatria Hospitalar
  • Psiquiatria Ambulatorial

Competências linguísticas

Português, Inglês, Francês

Serviços e preços

Primeira consulta Psiquiatria


Av. António Augusto de Aguiar, 13 (1º Dto), Lisboa

desde 80 €

Consultório privado

Opiniões de pacientes

5

Classificação geral
7 opiniões

  • Pontualidade
  • Atenção
  • Instalações
D
Paciente verificado
Local: Consultório privado Depressão

Muito bom é pouco para a ajuda que o Sr. Doutor me deu e dá.
Não me sinto só mais um(a) paciente, sinto que a minha recuperação é uma vitória que ambos sentimos. Deixei de lutar sozinha contra uma doença e passei a ter um parceiro nesta luta.
Se há pessoa que eu recomendaria seria o Doutor, porque tudo.
Ele salvou-me.


A
Paciente verificado
Local: outro lugar

O prof Carlos é um excelente profissional. Já andei em vários , mas como o Prof ainda não encontrei igual. Médico muito calmo, disponível para ajudar e apoiar o doente em qq momento. Recomendo as consultas deste psiquiatra.


A
Local: Consultório privado Depressao Major

O melhor:
Adoro o Dr. Carlos Góis. Sempre disponível e simpático, com uma calma que me transmite paz. A médico devo o fato de hoje me sentir bem. Nunca o trocarei por outro.

Poderia melhorar:
Nada


U
Local: Consultório privado Depressão Major

O melhor:
O Dr. Carlos Góis é a pessoa que confio como profissional para me acompanhar na depressão que me acompanha há mais de uma dezena de anos, tenho feito melhorias significativas e a medicação tem sido apropriada assim como a terapia para reconquistar a minha vida.


U
Paciente verificado
Local: Consultório privado Depressão major

O melhor:
Tudo

Poderia melhorar:
Nada


A
Paciente verificado
Local: Consultório privado Depressão

O melhor:
Fui atendida pelo Sr. Professor em 10-12-2014, pela segunda vez. Gostei muito da sua abordagem pela forma como se mostrou disponível para me ouvir, pela clareza de explicações que me deu e pela sua simpatia. Senti empatia que penso ser meio caminho para um bom relacionamento paciente/médico.


P
Paciente verificado
Local: Consultório privado

É difícil encontrar um profissional tão competente, atencioso e pronto a ajudar. É bom saber que temos alguem em quem confiar quando precisamos de ajuda.


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Dúvidas solucionadas

2 dúvidas de pacientes solucionadas na Doctoralia


  • Pergunta sobre Esquizofrenia

    A paliperidona também ajuda nos sintomas negativos da Esquizofrenia?

    A paliperidona é um antipsicótico. Todos os antipsicóticos podem ajudar nos sintomas negativos da esquizofrenia. Infelizmente a melhoria obtida é tão modesta que muitas vezes não chega a ter utilidade prática no dia a dia da pessoa com esquizofrenia. A paliperidona não foge a esta tendência. A associação de outros fármacos e intervenções psicológicas e sociais podem reforçar essa melhoria. Fruto desta dificuldade terapêutica, estamos a assistir a um aumento claro da investigação sobre estes sintomas negativos e seu tratamento, pelo que devemos manter uma expectativa positiva realista.

    Prof. Carlos Góis

  • Pergunta sobre Transtorno Depressivo

    A minha mãe com 83 anos acabou de ficar cega devido a um glaucoma, está em completa negação, só quer estar deitada e isolada, reagindo mal a qualquer tentativa de melhorar a sua qualidade de vida. Como devo de agir?

    Quando alguém fica cego é natural que evite pensar ou sentir sobre esse assunto. A negação é o modo de termos algum tempo para nos adaptarmos. Se for em excesso pode mesmo impedir um tratamento por não o sentir como necessário. O melhor será mesmo respeitar a negação, não confrontar, nem procurar tirar a pessoa dessa atitude. Dizer-lhe que a cegueira nunca devia ter acontecido, sentar-se ao seu lado em contacto suave, com aconchego, e por uma musica baixinho que ela goste, talvez ajude a desbloquear.

    Prof. Carlos Góis

Todos os conteúdos publicados no Doctoralia.com.pt, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

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Carlos Góis sempre trabalhou como psiquiatra no Hospital de Santa Maria do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, EPE, hospital universitário d...

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  • Licenciatura em Medicina, Especialidade de psiquiatria
  • Mestrado em Psiquiatria e Saúde Mental, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
  • Doutoramento em Psiquiatria e Saúde Mental, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Especializações

  • Psicoterapia
  • Psiquiatria Hospitalar
  • Psiquiatria Ambulatorial

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