Experiência

Psicóloga Júnior na Associação Portuguesa de Apoio a Vítimas (APAV), no Gabinete de Lisboa.

Realizo acompanhamento psicológico a jovens adultos e adultos, com uma abordagem integrativa e humanista.

Consultas em português ou inglês, apenas online.

O que se pode esperar do meu processo de acompanhamento psicológico?

  1. Acolhimento e construção do vínculo terapêutico. A relação desenvolvida é baseada em empatia, aceitação incondicional e congruência, num ambiente seguro, sem julgamentos e onde a pessoa pode ser quem é. O ritmo do processo de cada pessoa é sempre respeitado.

  2. Compreensão integral da pessoa. Através da exploração da narrativa do paciente, e sem atribuição de rótulos, considera-se a pessoa de forma ampla, através de todas as suas dimensões: emocional, cognitiva, corporal, relacional, existencial/espiritual (caso faça sentido para a pessoa em questão), social e cultural.

  3. Definição colaborativa do foco terapêutico. Não existem "metas impostas", mas sim uma construção conjunta, em que a pessoa é acompanhada pelo processo. O foco do acompanhamento psicológico pode mudar ao longo do processo, sendo que este é flexível e adaptável às circunstâncias, necessidades e expectativas do paciente.

  4. Promoção da autonomia e do crescimento pessoal. A mudança acontece de dentro para fora, e não se "conserta" ninguém. Pretende-se facilitar o desenvolvimento: da autoconsciência, um maior contacto com as emoções e necessidades, o fortalecimento da auto-aceitação e uma melhor capacidade de fazer escolhas ajustadas e alinhadas com os próprios objetivos e necessidades individuais.

  5. Avaliação contínua do processo. Ao longo do acompanhamento, o processo não é estático, e é sempre revisitado com o paciente, sendo que os ajustes são feitos conforme necessário. O feedback do paciente é central.

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Consultório de Psicologia Online - Psicóloga Júnior Teresa Santos Cruz

Rua Augusta 1, Lisboa 1100-048

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  • Pacientes particulares (sem acordo médico)
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Dúvidas solucionadas

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Pergunta sobre Transtornos Da Ansiedade

Sofro de ansiedade, misofonia diagnosticada, tenho pouca paciencia, tenho mudanças drasticas de humor, estou numa relaçao á pouco tempo e nao tenho apetite sexual, mesmo que sinta um desejo muito grande pelo meu parceiro. Um psicologo poderá ajudar?

Boa tarde. Pelos sintomas que descreveste, poderia ser benéfico o começo do acompanhamento psicológico para entender algumas questões centrais:
- Mencionaste que tens mudanças de humor drásticas. Seria importante começar por identificar a origem dessas mudanças de humor, primeiro, ao descartar possíveis causas fisiológicas (realização de análises ao sangue, por exemplo). Após descartar causas médicas, ai sim, poder-se-á então aprofundar a exploração psicológica dessas alterações de humor, tentando perceber padrões, frequência, intensidade e fatores precipitantes - e desenvolver formas de regulação emocional.
- Trabalhar a tua ansiedade de forma estruturada: compreender quais são as principais fontes de ansiedade na tua vida, identificar os teus principais "gatilhos" (triggers), perceber que pensamentos automáticos/crenças podem estar a sustentar esta ansiedade.
- Explorar as questões relacionadas com a tua relação (nomeadamente o que pode estar a contribuir para o "bloqueio" do apetite sexual) - abordar as dinâmicas relacionais, padrões de comunicação, estilos de vinculação, forma como comunicam as vossas necessidades e limites e analisar os momentos de intimidade para compreender se existe questões como pressão interna, evitamento, medo de julgamento, dificuldade em relaxar, entre outras questões.

A tua ansiedade e misofonia podem estar a contribuir para uma menor disponibilidade para a intimidade sexual, mas é uma questão que deve ser explorada num contexto terapêutico e que necessita de mais informação para se chegar a respostas mais conclusivas.

 Teresa Cruz

Pergunta sobre Transtornos do Humor

Olá eu já namoro há algum tempo sempre vivemos a 30 minutos um do outro, há três anos ele passa todos os verões comigo em minha casa neste momento estou a passar uns meses na casa dele, ele tem me deixado sozinha varias vezes para estar com amigos e acaba por dormir fora de casa sem me avisar, fiquei chateada com a situação só depois de uns dias é que fui falar com ele da situação de como isso me incomodou, eu falei a minha perspetiva de como me sentia mas parece que fui ignorada isto nunca aconteceu na minha relação e tenho sentido um distanciamento por parte dele e eu me aproximo dele para conversar/namorar ele nem me olha nos olhos não me toca ele diz que se sente confuso e tem que muita coisa na cabeça e não fala comigo já lhe pedi varias vezes o que faço?

Olá! Quero começar por dizer-te que não fizeste nada de errado:
- Tentaste comunicar de forma clara a tua perspetiva e a forma como os comportamentos dele te faziam sentir;
- Para além da comunicação verbal, tentaste a aproximação física;
- Esperaste alguns dias antes de falar, o que possivelmente evitou que reagisses de forma impulsiva e permitiu que pensasses melhor na forma como ias expressar os teus pensamentos e sentimentos.
É completamente normal que a falta de reciprocidade por parte do teu companheiro te esteja a deixar um pouco insegura e incerta, sem saber como reagir perante estas atitudes e comportamentos.
O que descreveste parece-me uma situação de estar num relacionamento com uma pessoa com vinculação evitante. As pessoas com este traço tendem a:
- Desligar ou afastar-se quando sentem pressão emocional (ex: quando expuseste a forma como te sentias);
- Precisar de "espaço" de forma excessiva, especialmente depois de passarem o que consideram ser uma boa quantidade de tempo com a pessoa com quem estão numa relação amorosa (ex: o facto dele te deixar sozinha com frequência para estar com amigos ou dormir fora de casa). Isto pode acontecer porque começam a sentir o seu espaço "invadido" e a sentir-se sobrecarregados pelas exigências emocionais de uma relação amorosa;
- Apresentar dificuldades em falar sobre emoções (ex: o distanciamento que sentes dele, que parece não ser apenas físico, mas também emocional; a falta de contacto visual, o facto de apenas dizer que se sente "confuso" e com "muita coisa na cabeça", sem expressar de forma clara o que está a sentir).
As duas questões centrais aqui parecem ser, a meu entender: a falta de comunicação e a falta de reciprocidade emocional por parte do teu companheiro, aspectos que estão interligados.

Um companheiro com dificuldades expressar-se emocionalmente pode deixar espaço para interpretações daquilo que não é dito, o que pode levar a um aumento da ansiedade e da frustração.

O que eu aconselharia, nesta situação, seria pedir para ter uma conversa com ele de forma séria e inequívoca. Expressar que não te queres sentir sozinha nem como a única pessoa a investir na relação, e que, embora possas respeitar que ele esteja confuso, precisas de saber se ele ainda pretende continuar a investir na vossa relação: sim ou não.
Com esta conversa não se pretende implorar, iniciar uma discussão ou fazer acusações, mas sim:
- Perceber quais são as intenções do teu companheiro em relação à vossa atual relação amorosa;
- Perceber se ele está disposto a investir tempo e esforço da mesma forma que tu, nomeadamente trabalhando na melhoria da sua comunicação emocional;
- E, por fim, perceber se as palavras dele se traduzem em ações.

Agora deixo-te uma pergunta para refletires, com sinceridade: se ele continuar exatamente com estes mesmos comportamentos nos próximos 6 meses, aceitarias viver e permanecer na relação assim?

 Teresa Cruz
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