Ola boa tarde, tenho 50 anos, sofro de depressão crónica desde os meus 18 anos,estou em muito sofrim
Ola boa tarde, tenho 50 anos, sofro de depressão crónica desde os meus 18 anos,estou em muito sofrimento, acabei uma relação á 3 meses e nao sei mais o que fazer para o esqueçer,està a ser muito difícil penso muito em acabar com a minha vida
10 respostas
Boa tarde, Lamento muito pelo sofrimento que atualmente enfrenta. Caso tenha interesse em procurar ajuda, estou disponível. Att.,
Bom dia. Necessita de ajuda com a maior brevidade possível. recomendo que em primeira linha comunique com a linha SNS24, para aconselhamento psicológico imediato ou deslocar-se a uma urgência de psiquiatria. Depois deverá procurar ajuda de um psiquiatra e apoio de um psicólogo. De alertar que a resolução de uma depressão crónica nunca é rápida. Desejo-lhe as melhoras.
Bom dia, Compreendo que esteja a viver um período de sofrimento muito intenso, agravado pelo fim da relação. A referência a pensamentos de acabar com a sua vida é preocupante. Se sentir que existe risco de passar ao acto, procure ajuda imediata junto de uma pessoa de confiança ou de um serviço de urgência. Pela intensidade do sofrimento que descreve, considero fundamental que beneficie de acompanhamento psicoterapêutico regular, que lhe permita encontrar apoio e estratégias para lidar com o quadro que manifesta.
Boa tarde. Sinto muito a sua situação. Se tem depressão crónica o fim da relação pode não ser apenas uma perda emocional, existe um impacto profundo que intensifica o sofrimento e é mais difícil de gerir. Mais importante do que tentar "esquecer", é cuidar de si, estabilizar o seu estado emocional e não enfrentar isto tudo sozinha. Acho muito importante procurar ajuda com um profissional de saúde mental principalmente porque está com pensamentos suicidas. A ajuda da psicologia vai ser importante para trabalhar a dor da perda e fortalecer os seus recursos internos, identificar os padrões emocionais e juntas encontrarem estratégias para lidar com a tristeza e pensamentos negativos. A sua vida tem valor e merece sentir-se melhor do que se sente agora. Espero ter ajudado
Bom dia, lamento profundamente o seu desespero :(A perda de uma relação amorosa, especialmente quando se lida com um histórico de depressão crónica, pode gerar um vazio e um cansaço emocional que parecem absolutamente insustentáveis. É compreensível que se sinta exausta e sem recursos internos neste momento, mas saiba que não tem de carregar este sofrimento sozinha e que a sua vida tem valor. Quando surgem pensamentos de colocar termo à vida, isso é um sinal claro de que a dor ultrapassou o limite do que consegue suportar sozinha e não de que quer realmente deixar de viver, mas sim que precisa que este sofrimento pare. O que recomendo que faça de imediato: Não se isole e procure apoio urgente: Se sentir que está muito difícil manter a sua segurança agora, por favor, ligue para a Linha de Apoio Psicológico do SNS 24 , contacte uma linha de apoio emocional (como o SOS Voz Amiga) ou dirija-se à urgência do hospital mais próximo. Reforce o seu acompanhamento profissional: Como já conhece a depressão há muitos anos, sabe que ela altera a forma como processamos as perdas. Este luto relacional recente exige um suporte especializado e ativo. É fundamental agendar uma consulta com um psiquiatra (para avaliar e ajustar o suporte farmacológico neste momento de crise) e iniciar ou intensificar a psicoterapia/psicanálise para ter um espaço seguro onde possa elaborar esta perda e reconstruir o seu equilíbrio. Por favor, dê a si mesma a oportunidade de receber ajuda e faça esse contacto hoje. O sofrimento agudo é temporário e, com o apoio certo, é possível voltar a encontrar perspectiva e alívio. Um abraço com afeto,
Boa dia, devia dar oportunidade a si mesmo de fazer um processo Psicanalitico, para perceber o que o fez desde os 18 anos ficar deprimido, e viver até aos 50 com um diagnóstico de depressão crónica como se tivesse que se conformar com isso. Penso que seria benéfico FALAR de si, das suas relações ao longo da vida, relações com os cuidadores, pessoais de amizade e amorosas, isto porque como refere que o facto de ter terminado a relação amorosa o deixou tão vazio e perdido em si mesmo, ao ponto de sentir que a sua vida não tem mais sentido. Faça Psicanálise para pensar todas estas questões e o que lhe posso dizer.
O sofrimento que descreve merece apoio imediato e próximo, não à distância. Se sentir que corre risco neste momento, contacte de imediato o número nacional de emergência. Pode também ligar à Linha SNS 24, que tem uma opção de apoio psicológico, ou à SOS Voz Amiga, que dá atendimento por telefone ao final do dia, todos os dias — ambos os contactos encontram-se facilmente numa pesquisa online. Depois disto, procure acompanhamento psicológico ou psiquiátrico com continuidade — o que está a viver tem tratamento e não tem de o enfrentar sem apoio.
Lamento muito que esteja a passar por um sofrimento tão intenso. O fim de uma relação pode ser particularmente difícil quando existe uma história de depressão, mas não precisa de enfrentar isto sozinho. Quando refere que pensa em acabar com a sua vida, é muito importante que procure apoio imediatamente. Se sentir que existe risco de poder fazer alguma coisa contra si, ligue para o 112 ou dirija-se a uma urgência hospitalar, e procure não ficar sozinho neste momento. Paralelamente, será importante iniciar ou retomar acompanhamento psicológico e, se necessário, psiquiátrico. Este sofrimento pode ser trabalhado e há formas de o ajudar a recuperar, mesmo que neste momento possa parecer impossível. Disponha, Equipa Gabinete de Psicologia Dra. Vera Faria
. Olá, boa tarde. Lamento muito que esteja a passar por um sofrimento tão intenso. Depois de tantos anos a lidar com a depressão, uma separação pode tornar-se particularmente dolorosa, sobretudo quando parece difícil encontrar algum alívio para aquilo que sente. Imagino que, neste momento, possa ser difícil encontrar uma forma de seguir em frente ou imaginar que a dor possa vir a ser diferente. Não precisa de se obrigar a esquecer essa relação, nem de encontrar todas as respostas de uma só vez. Há espaço para compreender o que esta relação significou na sua vida, o que está a sentir com a separação e aquilo de que precisa neste momento. Há, no entanto, algo no que partilha que merece especial atenção: os pensamentos de acabar com a própria vida. Não precisa de enfrentar este sofrimento sem apoio. Se esses pensamentos estão presentes neste momento, ou se sente que poderá agir de acordo com eles, procure ajuda imediata através do 112 ou de um serviço de urgência. Se possível, procure também a companhia de alguém em quem confie. Mesmo que agora seja difícil imaginar uma mudança, não precisa de resolver tudo hoje. O mais importante é que possa estar em segurança e encontrar um espaço onde seja possível falar sobre o que está a viver, sem julgamentos e ao seu próprio ritmo. Desejo sinceramente que encontre o apoio e o acolhimento de que precisa para atravessar este momento difícil.
Olá! Lamento muito que esteja a passar por tanto sofrimento. Uma separação pode intensificar dores que já carregamos há muito tempo, mas não precisa de enfrentar tudo isto sozinho(a). Peço-lhe que procure apoio psicológico e médico e que partilhe esses pensamentos com alguém de confiança. Como refere que pensa em acabar com a sua vida, se sentir que pode agir sobre esses pensamentos de autoagressão ou suicídio: ligue 1411 para se conectar com Linha de Prevenção do Suicídio e Apoio Psicológico - 1411. É gratuito e confidencial. Você será atendido por alguém preparado para ouvir e oferecer apoio. Ou, ligue 112 ou dirija-se a uma urgência. A sua vida importa, e há apoio disponível para si. Um abraço acolhedor, Drª Gilnéia Castro.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




