Perguntas do paciente (14)
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Bom dia, Sou filha única e sempre fui muito protegida pelos meus pais. Eles são pessoas muito sociá
Bom dia,
Sou filha única e sempre fui muito protegida pelos meus pais. Eles são pessoas muito sociáveis e quando estávamos com outras pessoas sempre foram eles a tratar de tudo. Na realidade, nunca precisei dizer nem fazer nada porque bastava estar no local e achei sempre que era tímida. Agora, que já não vivo com os meus pais, consigo ver que isso não foi nada bom para mim. Tornei-me numa pessoa pouco sociável e com dificuldade a fazer "conversas de ocasião" ou a ter uma conversa. Digo apenas o que tenho para dizer, de forma objetiva e o mais rápido possível. Claro está que com as minhas amigas torna-se mais fácil falar. Mas gostava de ser capaz de falar com toda a gente e se estivesse num sitio onde não conheço ninguém e não ter receio de falar. Da forma que estou torna-se um problema tanto a nível pessoal como profissional, porque me limita de uma forma que não aceito. Até para fazer algum tipo de apresentação na empresa (com pessoas que trabalham comigo e por isso com quem já costumo falar) fico muito enjoada, com dores de barriga e nervosa...nao faz sentido.
É uma espécie de fobia social? O que posso fazer para melhorar? Já tentei obrigar-me a pensar em assuntos antes de estar com as pessoas (porque cheguei a achar que me esquecia do que podia falar) mas mesmo que saiba o que posso falar digo as coisas rápido, a despachar...RESPOSTA DO MÉDICO:
Sem desvalorizar os seus receios e de acordo com a Dra Tânia, tb trabalho segundo o Modelo Integrativo. Que me parece o mais adequado para lhe restituir a qualidade de vida que deseja.
Parabéns pela coragem de se expor. Faça as suas investigações e sinta-se à vontade para iniciar uma jornada psicoterapêutica para trabalhar o seu valor e gradativamente eliminar a ansiedade.
Sinta-se, também, à vontade para me colocar questões em privado.
Bjs
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Perturbações do comportamento
Boa tarde,
Tenho uma filha com quase 21 anos mas muito imatura. Não tem objetivos de vida, ou melhor, os que tem são sonhos. Não se empenha em nada, esquece de fazer tudo, começa mas não termina nada. Por outro lado é uma menina muito simpática, sempre de sorriso nos lábios e que sabe levar toda a gente. Até ao dia. Descobri, em choque, que tinha traído o namorado com um indivíduo de 30 anos, com uma filha e má fama. Ficámos incrédulos. Foi o próprio namorado (ex ,claro) que veio ter comigo e me contou tudo porque estava preocupado com ela, com os comportamentos lascivos, a ânsia de agradar e com a necessidade de ter ajuda profissional. Aqui reside a minha questão : Psicólogo? Psicoterapeuta? EMDR? Psicoterapia regressiva? Hipnose clínica? Não sei qual o mais adequado, nem tão pouco sei como ajudar pois sempre que tento falar com ela qualquer assunto que não lhe agrade, fica reativa... ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
O mais importantes é sempre validar as actuais preocupações da sua filha, pois decorrerão duma hiper-exigência consigo própria. Logo é natural que fique reactiva quando lhe dão soluções se ela já tentou tantas vezes sem sucesso...
É com amor que se preocupa, e isso é bom. Entretanto, tente perceber junto dela se estaria interessada em estar com uma pessoa neutra que não julga.
Uma Psicoterapia de média/longa duração é o mais indicado para que adquira uma melhor imagem de si mesma.
Cumprimentos.
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Terapia de casal
Eu e o meu namorado começamos há dois anos, dois anos esses que têm sido dificeis, nao vou mentir. Desde o ínicio que não houve, nem há confiança. Nem eu nele, nem ele em mim. Sinto que a nossa relação se tem aguentado apenas pelo amor que sentimos um pelo outro, que é muito. Mas eu penso, o que tornará esta relação melhor? É verdade que lhe escondo coisas, lhe minto apenas por ter medo da reação dele. Ele não aceita o meu passado, não aceita que tenha tido namorados antes dele, diz que lhe dá nojo saber. Mas quer saber. E eu com o passar do tempo tenho ocultado bastantes coisas por receio dele. Sempre lhe mostrei o meu telemovel, eu nao tenho nada a esconder desde que namoramos. Mas ele esconde o dele. Também tenho motivos para desconfiar e ele nao entende isso. Deixei de sair à noite, beber, etc. porque sempre que o fazia nos zangavamos. No entanto ele faz isso tudo, e sabe que fico triste por ele ir mas vai na mesma, porque segundo ele, ele pode. Estamos num ciclo vicioso há dois anos, choro todos os dias por querer mais desta relaçao e ver que nao consigo, nem ele consegue. Pensei irmos os dois a um psicologo, uma terapia de casal. Sempre ouvi falar no entanto não sei como funciona, será disso que nós precisamos?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Pelo que descreve parece bastante disponível para mudar, mas ainda só a relação e o seu namorado...
Do relato a disponibilidade dele para a mudança e/ou consequentemente possibilidade de terapia será quase nula.
Aproveite essa energia disponível para a mudança e inicie um processo onde se sinta apoiada sem pressões.
Felicidades.
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Transtorno de Personalidade Borderline
Há esperança para ultrapassar o transtorno de personalidade borderline? Existe forma de reprogramar o doente e dotá-lo de uma "nova" personalidade saudável e funcional? Obrigada.
RESPOSTA DO MÉDICO:
Depende das manifestações que tem na qualidade de vida da pessoa a quem foi feito o diagnóstico.
Mas estou certa que ninguém precisa de ser reprogramado. Apenas ajudado a viver mais feliz e a sentir-se mais integrado no mundo e no que considera ser o seu projecto de vida.
Totalmente ao dispor,
Sofia Monteiro.
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Pensamento obsessivo
Tenho pensamento obsessivo e muitas vezes paranóico.. Sempre tive... 2 anos em psicoterapia em diferentes psicologos e isto não muda... Ja virei a minha infância ao contrario, não posso meditar pois aumenta a minha sensação de despersonalização, não tenho traumas nem fobias... não ha nada a fazer a teraia cognitivo comportamental não funciona de todo pois a minha mente apodera-se de mim.. A terapia ainda me desgasta mais mentalmente e custa-me muito financeiramente pagar as consultas. gostava de um psicologo honesto que me diga a verdade, em muitos casos a psicoterapia não resolve certo? Tenho uma coleção de sintomas de ansiedade mas todos moderados nada extremo... Não quero antidepressivos... O melhor é aceitar esta condição afinal de contas ha coisas bem piores certo? Mais vale ansioso com algum dinheiro no bolso que ansioso sem um tostão xD
RESPOSTA DO MÉDICO:
Procura muito validar aquilo que está convencido. Então é isso que vai obter.
O trabalho funciona em equipa e resulta.
Existem excelentes profissionais e a sintomatologia que descreve entra em remissão se persistir num mesmo terapeuta que empatize e acreditar na mudança.
Boa sorte.
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Ansiedade
Já vai uns 4/5 anos que tenho alguma ansiedade. No inicio quando comecei a ter achei estranho sentir-me constantemente nervosa sem motivos aparentes, não conseguia estar quieta em sitio nenhum, mais tarde veio os ataques de pânico e ai sim, assustei-me a sério e procurei um médico (não especializado nesta área) ao qual me receitou um antidepressivo e uns ansiolíticos e recomendou-me fazer exercício, passado um mês fiquei bem e já conseguia ter uma vida normal pois antes não conseguia sair com amigos, sair a noite, divertir-me, estar no meio de muita gente, beber álcool, conduzir, viajar, fazer exercício era impensavel sair da minha zona de conforto, pois tinha imenso medo que me acontecesse alguma coisa má ... Apos isso pensei que estava curada . Até que mais tarde voltei a ter e voltei a tomar ansiolíticos e a ficar bem, isto mais umas duas vezes, sempre que os tomo fico bem mas passado meses/anos volta a ansiedade após ter longos períodos de stress . Os meus sintomas nunca são os mesmos e eu acho sempre que vou morrer ou que me vou sentir mal seja pelo que for, o que me deixa assustada e acabo por ficar em pânico . Sinto-me outra vez assim ansiosa, mas tenho receio de tomar os comprimidos de novo e daqui a uns tempos ter outra vez uma recaída , não quero passar a minha vida neste incomodo constante . Há alguma solução para deixar de ter ansiedade constante ?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Percebo que não queira depender dos medicamentos, mas por vezes eles são necessários e o seu uso deve ser mais prolongado no tempo. E não da forma como refere. Mal deixa de ter os sintomas, deixa de tomar a medicação o que por si só exacerba os sintomas.
Por outro lado existem estudos que comprovam que a terapia associada à intervenção medicamentosa tem muito efeito na recuperação das pessoas.
Imagine o que é alguém dizer-lhe "não penses mais nisso que passa..." consegue? Pois... No modelo da AEDP, a intervenção é feita de modo a que recupere a qualidade de vida no presente e saiba como lidar com o que sente exercitando isso comigo na sessão. Se estiver em Lisboa poderá tentar entrar em contacto.
Com carinho, espero ter ajudado um pouco na compreensão do seu problema actual.
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ansiedade
Boa noite, fiz uma cirurgia á 8 meses atrás. Levei anestesia geral. Dois dias depois tive reação. O meu corpo começou a tremer de cima abaixo, durante 12 horas.embora não me senti-se nada ansiosa, fui ao hospital deram-me ansioliticos e nada. No dia seguinte, sempre que tentava dormir e os meus músculos relaxavam, sentia o meu corpo vibrar por dentro. Passei a dormir 3 horas por noite, durante quase 2 meses até que um dia, estava a adormecer e acordei repentinamente com uma sensação do peito, como se tivesse a cair. Repetia-se noite dentro até adormecer por exaustão. Desenvolvi ansiedade extrema devido á privação de sono, tremores, terror de ir para a cama. Tomo Protheadene 75mg, que parece não ajudar muito, pois continuo a ter as mesmas crises embora não tão agressivas. Acontece mesmo que não esteja ansiosa e já ouve vezes que me fui a rir para a cama, sem stress nenhum. Não consigo perceber o que se passa, nem que medico procurar? Isto surgiu após a operação e agora está a criar-me realmente muita ansiedade, porque não consigo ter uma vida normal. Já estou a fazer terapia Emdr, porque fiquei muito traumatizada com esta experiência mas ás vezes parece piorar pq fico muito agitada quando me lembro das noites em angustia. Piora antes, durante e depois da menstruação. Muito obrigada!
RESPOSTA DO MÉDICO:
A AEDP é uma metodologia especificamente desenvolvida para abordar questões traumáticas e seria muito indicada para o seu caso de ansiedade. Ao que indica, a cirurgia evidenciou sintomas de causas anteriores a ela. De medos que importa que conheça.
Para que viva com qualidade. Pesquise a finalidade desta abordagem e saiba que até acharmos o terapeuta certo as estatísticas dizem que mudamos em média 7 vezes. Se achar que não resulta, mude. O que importa é que crie uma relação segura com um terapeuta que em sessão o ajude, aos poucos a eliminar a ansiedade e que os efeitos, durem fora dela, durante a semana.
Boa jornada.Espero ter ajudado.
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Terapia Individual
Durante uns anos para cá, houve problemas familiares varias vezes, assisti a alguns , fui desmotivando aos poucos e fez com que me tornar-se numa pessoa menos calma e com preocupações a toda a hora. Reago de forma diferente ao dia a dia , desde ai coisas no namoro foram piorando nos fomos afastando, o pior é que terminamos recentemente para termos calma. A cada dia só penso como posso reagir a tudo isto? O que me recomendam? Tenho 23 anos
RESPOSTA DO MÉDICO:
Tem duas coisas óptimas a seu favor! A idade e a vontade de mudar.
Se intuitivamente teve vontade de interromper o namoro deve confiar que nessa altura era o melhor para si. De qualquer modo a um processo Psicoterapêutico baseado em afecto positivos que afaçam sentir mais segura de si e dos passos que dá seria essencial. Estou disponível para a receber.
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Transtornos de Ansiedade
Será a terapia EMDR eficaz nos transtornos de ansiedade? Obrigada!
RESPOSTA DO MÉDICO:
Pela minha experiência por si só, não é totalmente eficaz, assim como nenhum modelo por si só é eficaz para a remissão dos sintomas da ansiedade de forma sólida e prolongada.
Cumprimentos.
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Os antidepressivos afectam o sistema nervoso central e eu tenho muito medo de tomar e ter problemas
Os antidepressivos afectam o sistema nervoso central e eu tenho muito medo de tomar e ter problemas nesse sentido. Se tomar vou estar sempre a pensar nisso e a procura desses mesmos sintomas... convulsões, discenias, desordens de movimento etc... O facto de estar sempre a pensar nisso (sofro de ansiedade generalizada e não consigo evitar esses pensamentos) pode aumentar o risco desses mesmos sintomas aparecerem?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde, compreendo bem a sua situação e procurar uma solução já é um grande passo! Na minha opinião existem medicamentos óptimos para o tipo de ansiedade que descreve.
Quanto ao facto de ter preocupações excessivas com determinadas situações, só conciliando com psicoterapia específica (centrada nas emoções) poderá alterar progressivamente o padrão repetitivo que o aprisiona e melhorar a sua qualidade de vida.
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Sofro muito com ansiedade generalizada, ha meses que nao penso noutra coisa senão na ansiedade 24h p
Sofro muito com ansiedade generalizada, ha meses que nao penso noutra coisa senão na ansiedade 24h por dia, faço psicoterapia ha 1 ano e meio sem resultados. tenho um medo terrorífico da medicação antidepressiva então sinto-me num poço sem saida. Nuns momentos estou mais ou menos e do nada entro num espiral de pensamentos negativos que ja me levaram a pensar no suicídio (mas nunca faria isso a minha família)... Estou muito disfunional com varios sintomas fisicos. Mas sei que a partir do momento que eu meter o primeiro antidepressivo a boca vou ficar ainda pior pois tenho medo dos efeitos colaterais... Não os sintomas iniciais que depois passam mas sim sintomas como alterações no sistema nervoso central que ficam para a vida (discenia tardia etc) sei que são muito raros mas eu a partir do momento que começar a tomar vou ficar completamente obsessivo a procura de sinais desses sintomas no meu corpo, e depois outros efeitos colaterais como mania e demência, pensamentos suicidas, o facto de eu estar com estes receios todos aumentam a probabilidade dos sintomas acontecerem mesmo ao tomar os antidepressivos? Não sei mesmo o que fazer, na verdade não tenho ataques de panico o que as vezes me leva a pensar que nao preciso de medicação e com os meus receios só vai piorar a situação, mas estou completamente infeliz, nada me da prazer por causa da ansiedade, consigo me levantar da cama, sair de casa, fazer desporto mas estou sempre sozinho, isolado do mundo pois tenho vergonha do meu estado, nao trabalho pois sei que vou ficar muito ansioso na entrevista de emprego etc. só tomo victan mas já nem sei se faz efeito... durmo mal a noite, a minha psicóloga diz que não estou com depressão... mas muitas vezes sinto-me desesperado
RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde.
Pela sua descrição atrever-me-ia a pedir-lhe para renegociar os objectivos da Terapia com a sua Psicóloga ou de facto apostar numa metodologia, mais centrada numa vinculação segura e na exploração das emoções de base desse seu evitamento quase fóbico da realidade fora da sua casa.
Tudo o que descreveu não foram sintomas de ansiedade, foram medos de vir a ter ansiedade.
E note, já consegue fazer muitas coisas, desporto que é exigente, por aí fora...
Estarei disponível para o ajudar numa jornada de tomada de consciência e libertação, caso queira.
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Um dos meus país tem um bocado problemas de controlo de raiva. Por muito que sinta que sou contra
Um dos meus país tem um bocado problemas de controlo de raiva.
Por muito que sinta que sou contra isso e que não queira mesmo ser igual, eu mesma às vezes parece que sinto que vou sofocar com toda a raiva e ansiedade que sinto. Ando a fazerde tudo para conseguir controlar o que às vezes sinto, uma raiva que nem consigo bem explicar o porquê de aparecer.
Gostava de tentar experimentar terapia, mas não sei que tipo de terapia ou a que tipo de especialista deveria ir, será que me podem ajudar?RESPOSTA DO MÉDICO:
Olá. A AEDP (Psicoterapia Dinâmica Experiencial Acelarada) é uma metodologia recente que trabalha com o trauma, a perda, mas também com partes inexploradas e fortes de nós que não foram "danificadas". Através do processamento de de novas experiências numa relação terapêutica segura, a raiva poderia começar a ser vista e sentida com outros contornos.
Pela sua descrição e pela minha experiência parece ser bastante adequada para si.
Parabéns por ter a noção e por querer tentar. Isso é o principal.
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Tenho uma predisposição genética para engordar, sempre fui muito gordo quando era criança até que pe
Tenho uma predisposição genética para engordar, sempre fui muito gordo quando era criança até que perdi 35kg com dieta e exercício! Agora para manter o peso é muito difícil e tenho sempre cuidado com a alimentação. Recentemente entrei numa crise de ansiedade e a psicoterapia sozinha não esta a resultar o que me leva a pensar em antidepressivos mas tenho muito medo de engordar com a sua toma. O que acham?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Concordo com os colegas Psiquiatras que existem antidepressivos que combatem a ansiedade muito eficazmente. De qualquer modo, nas situações do quotidiano necessita de ter uma base segura para não ter recaídas.
Tenho muita experiência na identificação e posterior exploração do trauma original de modo a que não sinta vontade de fazer essa "compensação", segundo os princípios da AEDP.
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Tomo a venlafaxine desde agosto de 2017 comecei com 37.5 e agora já estou com 225mg pararam os atake
Tomo a venlafaxine desde agosto de 2017 comecei com 37.5 e agora já estou com 225mg pararam os atakes de pânico mas sinto-me por vezes nervosa ansiosa tenho muitas mudanças de humor por vezes só me apetece estar sozinha nu trabalho tanto estou bem como nao me apetece falar será normal
RESPOSTA DO MÉDICO:
Concordo com a opinião do Dr. Mário José David, pois segundo a sua descrição e a evolução da mesma não me parece que se enquadre num quadro de ansiedade generalizada.
Para além de pedir uma segunda opinião, deverá iniciar Psicoterapia de modo a saber lidar com as sensações quando elas surgem e saber o que elas significam, De modo a fazer frente ao ambiente sem de seguida sentir tristeza, agitação, etc..
Tenho acompanhado em casos idênticos com uma evolução bastante favorável.
Perguntas frequentes
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Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
Pela história clínica parece-me uma otite media serosa pós…