Sofro muito com ansiedade generalizada, ha meses que nao penso noutra coisa senão na ansiedade 24h p
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Sofro muito com ansiedade generalizada, ha meses que nao penso noutra coisa senão na ansiedade 24h por dia, faço psicoterapia ha 1 ano e meio sem resultados. tenho um medo terrorífico da medicação antidepressiva então sinto-me num poço sem saida. Nuns momentos estou mais ou menos e do nada entro num espiral de pensamentos negativos que ja me levaram a pensar no suicídio (mas nunca faria isso a minha família)... Estou muito disfunional com varios sintomas fisicos. Mas sei que a partir do momento que eu meter o primeiro antidepressivo a boca vou ficar ainda pior pois tenho medo dos efeitos colaterais... Não os sintomas iniciais que depois passam mas sim sintomas como alterações no sistema nervoso central que ficam para a vida (discenia tardia etc) sei que são muito raros mas eu a partir do momento que começar a tomar vou ficar completamente obsessivo a procura de sinais desses sintomas no meu corpo, e depois outros efeitos colaterais como mania e demência, pensamentos suicidas, o facto de eu estar com estes receios todos aumentam a probabilidade dos sintomas acontecerem mesmo ao tomar os antidepressivos? Não sei mesmo o que fazer, na verdade não tenho ataques de panico o que as vezes me leva a pensar que nao preciso de medicação e com os meus receios só vai piorar a situação, mas estou completamente infeliz, nada me da prazer por causa da ansiedade, consigo me levantar da cama, sair de casa, fazer desporto mas estou sempre sozinho, isolado do mundo pois tenho vergonha do meu estado, nao trabalho pois sei que vou ficar muito ansioso na entrevista de emprego etc. só tomo victan mas já nem sei se faz efeito... durmo mal a noite, a minha psicóloga diz que não estou com depressão... mas muitas vezes sinto-me desesperado
Boa tarde! Penso que a sua questão necessita de uma avaliação médica e que eventualmente deverá aceitar a toma de medicação para que possa regressar ao seu normal funcionamento. Há vários tipos de medicação que poderão estar indicados no tipo de queixas que refere - os antidepressivos, de facto, estarão indicados no tratamento de primeira linha e apresentam resultados muito satisfatórios e são utilizados amplamente.
Para além disso, o facto de tomar Victan faz com que já se encontre a tomar medicação, sendo que a diferença é que esse tipo de medicação deve ser evitado para toma a longo prazo.
Por esse motivo, aconselhá-lo-ia a procurar um médico e aceitar aquele que fosse o plano que este propusesse (farmacológico ou não, porque é impossível dizê-lo sem uma observação).
Para além disso, o facto de tomar Victan faz com que já se encontre a tomar medicação, sendo que a diferença é que esse tipo de medicação deve ser evitado para toma a longo prazo.
Por esse motivo, aconselhá-lo-ia a procurar um médico e aceitar aquele que fosse o plano que este propusesse (farmacológico ou não, porque é impossível dizê-lo sem uma observação).
Olá, penso que está com uma depressão e um quadro de ansiedade generalizada. Acho que nem todos os medicamentos fazem o mal que você pensa. Por exemplo os antidepressivos não dão discinésia tardia nem alterações do sistema nervoso que ficam para a vida. O victan, conforme disse o meu colega não é um medicamento adequado como toma única. Penso que deve sujeitar-se a um tratamento que inclua medicação, com um psiquiatra que também tenha a compreensão psicológica daquilo que você se passa consigo
Os medicamentos podem ajudar ( como diz o Dr Domingos Neto) mas se pretende ser psicologicamente saudável, precisará de um psicoterapeuta! A assumpção de uma postura de verdade para consigo e para com os outros libertará energia /autenticidade que reduzirá a ansiedade e melhorará o seu funcionamento
Nota se claramente que sofre de ansiedade e um ano e meio sem resultados!?? Mude de terapeuta urgente!!! E claro que o victan não lhe fará efeito pois terá que optar por outras estratégias de mudança!!!
A medicação pode ser importante no seu caso uma vez que sente incapacidade em alguns momentos, interferindo com o seu desempenho nas várias áreas da sua vida. No entanto, será sempre indicado que mantenha a psicoterapia, pois só esta permitirá uma reaprendizagem em relação à forma como deverá lidar consigo e com os seus problemas de futuro. Os efeitos colaterais dos químicos são conhecidos de todos nós, mas se o seu problema fosse um cancro por exemplo, penso que não iria recusar fazer quimioterapia. Os efeitos produzidos pela falta de estimulação neurocentral, seja por ausência de medicação, ou pela ineficácia da psicoterapia, tem efeitos prejudiciais a médio e a longo prazo à nossa saúde mental (pelo agravamento dos sintomas atuais) e física. No entanto, apesar da orientação profissional, a decisão será de direito, do paciente.
Existem psicoterapias de diversas orientações, e nem sempre a nossa escolha recai sobre a que é mais ajustada às nossas necessidades, o que parece estar a ser o seu caso pelo facto de referir que não apresenta resultados. Parece-me indicado que esclareça essa situação com o seu Psicólogo, e eventualmente a solução passe por mudar de profissional.
Existem psicoterapias de diversas orientações, e nem sempre a nossa escolha recai sobre a que é mais ajustada às nossas necessidades, o que parece estar a ser o seu caso pelo facto de referir que não apresenta resultados. Parece-me indicado que esclareça essa situação com o seu Psicólogo, e eventualmente a solução passe por mudar de profissional.
Boa tarde.
Pela sua descrição atrever-me-ia a pedir-lhe para renegociar os objectivos da Terapia com a sua Psicóloga ou de facto apostar numa metodologia, mais centrada numa vinculação segura e na exploração das emoções de base desse seu evitamento quase fóbico da realidade fora da sua casa.
Tudo o que descreveu não foram sintomas de ansiedade, foram medos de vir a ter ansiedade.
E note, já consegue fazer muitas coisas, desporto que é exigente, por aí fora...
Estarei disponível para o ajudar numa jornada de tomada de consciência e libertação, caso queira.
Pela sua descrição atrever-me-ia a pedir-lhe para renegociar os objectivos da Terapia com a sua Psicóloga ou de facto apostar numa metodologia, mais centrada numa vinculação segura e na exploração das emoções de base desse seu evitamento quase fóbico da realidade fora da sua casa.
Tudo o que descreveu não foram sintomas de ansiedade, foram medos de vir a ter ansiedade.
E note, já consegue fazer muitas coisas, desporto que é exigente, por aí fora...
Estarei disponível para o ajudar numa jornada de tomada de consciência e libertação, caso queira.
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