Porque a psicologia é considerado o tratamento principal para problemas de ansiedade? Após dois anos
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Porque a psicologia é considerado o tratamento principal para problemas de ansiedade? Após dois anos de psicoterapias sem resultado decidi pensar "fora da caixa", descobri então um serie de problemas intestinais, intoxicação de metais pesados, défice de vitaminas... Acredito que a psicoterapia pode ajudar, em alguns casos até ser o principal mas definitivamente não na maioria... Gostava de saber se ha psicólogos honestos ou com verdadeiro conhecimento do problema pois eu fui a 3 diferentes e nenhum me aconselhou a olhar para o meu corpo! Para não falar da parte espiritual... Para mim por ordem o mais importante: Espiro, corpo e só depois vem a mente... Deixo aqui um concelho a todos que tem problemas emocionais (sem traumas de maior relevo) e não entendem porque! Procurem um bom medico de medicina integrativa! Não esta tudo na vossa cabeça...
Não há dúvida de que devemos olhar para o ser humano como um todo e valorizar questões físicas, mentais e espirituais. No entanto, é importante não desvalorizar o impacto que a saúde mental tem na nossa saúde física. Efetivamente, alterações ao nível físico podem provocar desequilíbrio na nossa condição psicológica, mas o oposto também acontece. Níveis elevados de ansiedade, durante longos períodos de tempo, podem levar ao desequilíbrio de factores fisiológicos. Com isto quero dizer que não há certezas se o que surgiu primeiro foram as questões físicas ou as questões psicológicas, mas concordo plenamente com a abordagem integrativa, devendo esta considerar, corpo, mente e espírito. Um bom diagnóstico deve pautar-se sempre pela estabilização de todas as componentes do ser humano.
Lamento que tenha tido uma experiência menos boa. Como não especifica se antes de procurar fazer Psicoterapia foi ao médico, é difícil perceber o que correu menos bem, pois é na consulta médica que se fazem todos os despistes para a sintomatologia ansiosa, de qualquer forma lamento a sua situação. Quando se refere que o Espírito vem primeiro sim o Espírito não é mais que a nossa essência a nossa Mente, pois pode estar a confundir cerebro e Mente.
Efetivamente o estado emocional tem um forte impacto na nossa saúde física, manifestando-se em diversas sintomatologias, acabando estas por também influenciar a saúde mental, tornando-se um processo cíclico.
Daí por vezes ser difícil perceber o que causou o quê.
No entanto, antes de iniciar qualquer terapia ou tratamento, devem ser realizados alguns despistes médicos, tais como análises.
Apesar de não referir qual a abordagem ou área de especialização do Psicólogo que a acompanhou, penso ser importante transmitir que também os Psicólogos seguem diferentes abordagens. E uma delas é também a integrativa.
Existem psicólogos que complementam a sua área de atuação com outro tipo de terapias consideradas mais energéticas, holísticas, tal como o Reiki, entre outras.
Lamento que o seu contacto com a Psicologia não tenha sido bem sucedido. Em alguns casos é necessária uma intervenção multidisciplinar.
Daí por vezes ser difícil perceber o que causou o quê.
No entanto, antes de iniciar qualquer terapia ou tratamento, devem ser realizados alguns despistes médicos, tais como análises.
Apesar de não referir qual a abordagem ou área de especialização do Psicólogo que a acompanhou, penso ser importante transmitir que também os Psicólogos seguem diferentes abordagens. E uma delas é também a integrativa.
Existem psicólogos que complementam a sua área de atuação com outro tipo de terapias consideradas mais energéticas, holísticas, tal como o Reiki, entre outras.
Lamento que o seu contacto com a Psicologia não tenha sido bem sucedido. Em alguns casos é necessária uma intervenção multidisciplinar.
Concordo, plenamente, com os colegas.
Subscrevo o que já foi referido pelos colegas. O todo é a soma das partes, e como tal devemos cuidar das partes para o melhor equilíbrio do todo. O que realmente importa é que começou a cuidar de si e sente-se melhor.
A Ansiedade é um sintoma; não é o problema. Há que perceber a origem deste sintoma perscrutando, em situação de co-terapia, a existência de processos psicológicos não resolvidos, ou em conflito. A intervenção centrar-se-á necessariamente neste capítulo - o da resignificação; de reatribuição de sentido pela edificação de uma narrativa alternativa e funcional. A característica sintomática ansiosa tende a desvanecer no desenrolar deste processo
Boa Noite, concordo com os colegas, saliento que esse "todo" vai de encontro com diversas áreas, onde completam-se. É por isso que em um atendimento multidisciplinar há o que chamamos de respeito pelo o saber (científico) do outro. Mas na sua fala fica muito claro da indicação da psicologia. Autorize-se a continuar com a psicologia, mesmo que dentro de um senso comum não consiga entender as intervenções , na subjetividade nem sempre acompanha uma lógica.
Coloco-me a seu dispor
Coloco-me a seu dispor
O homem é um todo biopsicosocial e espiritual e não é possível compartimentar Muitas das doenças físicas , mais não são do que manifestações psicossomáticas Lamento ter tido azar Mas não vai conseguir o seu equilíbrio tratando só a parte física
Convido- o a marcar consulta de psicoterapia e resolver os seus problemas emocionais Boa sorte
Cumprimentos
Convido- o a marcar consulta de psicoterapia e resolver os seus problemas emocionais Boa sorte
Cumprimentos
Compreendo tudo o que diz e tem razão em estar desacreditado por alguns profissionais.
Antes de culpar a “mente”, olhe para o sangue: vitaminas e exames que podem influenciar depressão e ansiedade
Várias revisões científicas mostram que défices de vitaminas e minerais podem aumentar o risco de depressão, ansiedade e fadiga persistente, afetando diretamente o cérebro.
Micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B6, B9, B12), vitamina D , magnésio, zinco, ferro, selénio, cálcio e ómega‑3 estão ligados à produção de neurotransmissores, à regulação da inflamação e à proteção neuronal. Estudos de 2023 indicam que carências nestes nutrientes se associam a maior prevalência de sintomas depressivos, e que a suplementação de vitamina D e complexo B pode melhorar sintomas quando usada como adjuvante ao tratamento convencional.
A função tiroideia é outra peça chave frequentemente negligenciada na saúde mental. Alterações no TSH e T4 podem mimetizar ou agravar depressão e ansiedade, razão pela qual muitas recomendações clínicas sugerem incluir rastreio tiroideu (TSH) na avaliação de sintomas emocionais persistentes. Em vários casos, tratar um hipotiroidismo ou hipertiroidismo contribui para reduzir fadiga, lentificação, irritabilidade e oscilações de humor frequentemente interpretadas apenas ou em comorbilidade com o “transtorno depressivo” ou “ansiedade”.
Não existe ainda um “painel universal” de exames vitamínicos obrigatório em psiquiatria, mas costumo perguntar aos meus pacientes e sugerir discutir com o seu médico: hemograma e exames metabólicos básicos; TSH (e T4 livre, se indicado); vitamina D, B12 e folato; e, consoante contexto clínico e dietético, magnésio, ferro e zinco. O objetivo não é medicalizar tudo nem reduzir sofrimento emocional a “falta de vitamina”, mas garantir que o cérebro não está a tentar recuperar em défice biológico crónico. Como um caso clínico recente de uma paciente abruptamente deprimida e era falta de vitaminas D e B12 .
Para psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde, isto aponta para um modelo verdadeiramente integrativo: articular história de vida, contexto psicossocial, psicoterapia e farmacoterapia com uma avaliação básica de fatores biológicos que podem sabotar a resposta ao tratamento. Integrar estes dados laboratoriais pode aumentar a precisão diagnóstica, melhorar a eficácia terapêutica e reduzir casos rotulados como “resistentes” quando, na verdade, escondem défices nutricionais ou endocrinológicos tratáveis.
Antes de culpar a “mente”, olhe para o sangue: vitaminas e exames que podem influenciar depressão e ansiedade
Várias revisões científicas mostram que défices de vitaminas e minerais podem aumentar o risco de depressão, ansiedade e fadiga persistente, afetando diretamente o cérebro.
Micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B6, B9, B12), vitamina D , magnésio, zinco, ferro, selénio, cálcio e ómega‑3 estão ligados à produção de neurotransmissores, à regulação da inflamação e à proteção neuronal. Estudos de 2023 indicam que carências nestes nutrientes se associam a maior prevalência de sintomas depressivos, e que a suplementação de vitamina D e complexo B pode melhorar sintomas quando usada como adjuvante ao tratamento convencional.
A função tiroideia é outra peça chave frequentemente negligenciada na saúde mental. Alterações no TSH e T4 podem mimetizar ou agravar depressão e ansiedade, razão pela qual muitas recomendações clínicas sugerem incluir rastreio tiroideu (TSH) na avaliação de sintomas emocionais persistentes. Em vários casos, tratar um hipotiroidismo ou hipertiroidismo contribui para reduzir fadiga, lentificação, irritabilidade e oscilações de humor frequentemente interpretadas apenas ou em comorbilidade com o “transtorno depressivo” ou “ansiedade”.
Não existe ainda um “painel universal” de exames vitamínicos obrigatório em psiquiatria, mas costumo perguntar aos meus pacientes e sugerir discutir com o seu médico: hemograma e exames metabólicos básicos; TSH (e T4 livre, se indicado); vitamina D, B12 e folato; e, consoante contexto clínico e dietético, magnésio, ferro e zinco. O objetivo não é medicalizar tudo nem reduzir sofrimento emocional a “falta de vitamina”, mas garantir que o cérebro não está a tentar recuperar em défice biológico crónico. Como um caso clínico recente de uma paciente abruptamente deprimida e era falta de vitaminas D e B12 .
Para psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde, isto aponta para um modelo verdadeiramente integrativo: articular história de vida, contexto psicossocial, psicoterapia e farmacoterapia com uma avaliação básica de fatores biológicos que podem sabotar a resposta ao tratamento. Integrar estes dados laboratoriais pode aumentar a precisão diagnóstica, melhorar a eficácia terapêutica e reduzir casos rotulados como “resistentes” quando, na verdade, escondem défices nutricionais ou endocrinológicos tratáveis.
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