O que fazer quando a auto estima foi destruída durante a infância/ adolescência e não houve acesso a
O que fazer quando a auto estima foi destruída durante a infância/ adolescência e não houve acesso a afeto de outros familiares ou amigos, causando um adulto assustado, carente, infeliz e frágil?
8 respostas
Num processo psicoterapêutico tratamos das carências afetivas derivadas da infância e tentamos que consiga lidar com o seu passado sem poder apaga lo.. Isso é fundamental para melhorar a sua autoestima e conseguir lidar com mais otimismo para o futuro. Este processo também passa pelo estabelecimento de objetivos de vida.
Boa tarde. Deve procurar fazer psicoterapia. Desejo-lhe as maiores felicidades. Cumprimentos José Armindo
Deve fazer psicoterapia para promover a autoestima, recursos internos e reprocessamento de eventos negativos, ressignificando-os.
A resposta é psicoterapia. A infância é uma etapa muito importante para o desenvolvimento, não só físico mas também da nossa personalidade. Portanto, se nesta fase as suas necessidades emocionais não foram supridas, é natural que tenha criado algumas vulnerabilidade que o acompanham até agora. Com a psicoterapia poderá avaliar essas vulnerabilidades, conhecer-se melhor, adquirir as estratégias e ferramentas para regular as suas emoções e melhorar as suas relações, consigo e com os outros.
Olá Com a ajuda hipnoterapia poderá aprender resignificar as vivências traumáticas em qualquer fase da sua vida, permitindo-lhe seguir em frente o olhar para o futuro doutra persectiva. Ao seu dispor! Anabela do Rosário Cru
Boa tarde!! Já considerou procurar ajuda psicológica? Um psicólogo poderá ajudá-lo no caminho da sua auto-descoberta e a resignificar algumas crenças e memórias que guarda. Desta forma, poderá fazer um caminho de descoberta e mudança guiado e apoiado. Espero ter ajudado!! Votos de um dia feliz e tranquilo!
Ainda assim é possível recuperar a felicidade e a força que procura. Com a ajuda das consultas de psicologia irá trabalhar o seu autoconhecimento e a autoestima que precisa de voltar a ter para olhar para a vida com outra perspectiva. Procure ajuda especializada e verá que fará diferença.
O que descreve — uma autoestima marcada pela falta de afeto na infância e na adolescência, e o seu reflexo num adulto que se sente assustado, carente e frágil — é profundo, mas não é definitivo. A forma como nos vemos hoje foi aprendida ao longo do tempo e, por isso mesmo, pode ser trabalhada e reconstruída, a qualquer idade. É exatamente esse o trabalho da psicoterapia: compreender de onde vêm estas feridas, elaborar o que faltou e desenvolver, de forma gradual, uma relação mais segura e compassiva consigo próprio. Não se trata de apagar o passado, mas de deixar de o carregar com o mesmo peso. O primeiro passo — o mais importante — é procurar acompanhamento psicológico, num espaço seguro onde possa fazer esse percurso com apoio. O que sente merece ser cuidado, e não tem de o enfrentar sozinho.
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