Dra. Nicole A. Santos

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Experiência

Olá! Sou a Nicole de Araújo Santos, psicóloga júnior (Cédula Profissional n.º 133614), natural do Rio de Janeiro e atualmente a viver em Ílhavo, Portugal. Licenciei-me em Psicologia pelo Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Viseu e sou mestre em Psicologia da Saúde e Neuropsicologia pela Universidade de Aveiro.

Desde cedo, nutro um profundo interesse pelas histórias humanas. Cheguei a Portugal com o desejo de estudar Arqueologia, acreditando que o passado guardava muitas respostas. Com o tempo, percebi que também é no presente que encontramos caminhos para cuidar de nós — e foi assim que encontrei na Psicologia a minha verdadeira vocação.

Acredito na importância da escuta empática, no respeito pelo tempo de cada pessoa e na criação de um espaço seguro e livre de julgamentos. O meu objetivo é apoiar quem procura compreender-se melhor, lidar com desafios emocionais e construir uma vida com mais equilíbrio e bem-estar.

Atualmente, realizo atendimento psicológico online para adultos, oferecendo um acompanhamento flexível e acessível, sem comprometer a qualidade do cuidado. Valorizo profundamente a justiça, a equidade social e o cuidado emocional como pilares do desenvolvimento pessoal. No meu trabalho, cada pessoa é recebida com atenção, ética e sensibilidade.

Se procura um espaço de acolhimento e profissionalismo, estou disponível para o/a acompanhar neste percurso.
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Pergunta sobre Transtorno Da Personalidade Borderline

Pessoas com necessidades de saúde mental, mesmo aquelas que estão gerenciando sua doença mental, não podem tolerar o estresse de manter um emprego ?

Essa é uma dúvida bastante comum, e a verdade é que não existe uma resposta única que sirva para todas as pessoas.

Pessoas com necessidades de saúde mental — incluindo aquelas que estão a gerir um diagnóstico de doença mental — podem sim trabalhar e manter um emprego, mas o que varia muito é como cada pessoa lida com o stress associado à vida profissional.

Cada um de nós tem áreas da vida onde sente mais facilidade ou mais dificuldade: para algumas pessoas, o trabalho pode ser o principal desafio; para outras, pode ser a vida social, a saúde física, os estudos ou as relações familiares. Isso não é sinal de fraqueza, é apenas a forma como a vida se organiza para cada pessoa — especialmente quando há um histórico de saúde mental a ser cuidado.

A vida, por natureza, é feita de altos e baixos. Ter momentos de maior stress e outros de maior tranquilidade é absolutamente normal. O mais importante é procurar um equilíbrio possível, respeitando os próprios limites e reconhecendo os momentos em que é preciso fazer ajustes — seja no ritmo de trabalho, na forma de autocuidado ou no tipo de apoio que se procura.

E é aí que a psicoterapia pode ser uma grande aliada. Ter um espaço para refletir sobre esses desafios, pensar estratégias e ganhar mais clareza sobre o que funciona (ou não) para si, pode fazer toda a diferença.

Com apoio, paciência e autoconhecimento, é possível encontrar caminhos saudáveis para seguir em frente — mesmo nos dias mais difíceis.

Um abraço e força,
Nicole A. Santos
Psicóloga Júnior · Cédula nº 133614

Dra. Nicole A. Santos

Boa tarde estou a pensar por uma situação com a minha filha 22 anos separou se e veio viver comigo agora me trata mal não quer trabalhar só quer sair e tá levar a outra irmã de 19 anos que me chamam maluca que não tenho nada a ver com a vidas delas madame calar a boca fala baixinho vai para o c.nao posso mais não sei que fazer meu companheiro já me quer deixar pois não aguenta esta falta de respeito que devo fazer

Cara mãe,
Antes de mais, obrigada por partilhar algo tão pessoal e difícil. Parece estar a viver uma situação muito desafiante e emocionalmente desgastante, e é compreensível que esteja a sentir-se cansada, talvez até perdida sobre o que fazer.

Numa dinâmica familiar tão intensa como esta, é importante lembrar que, por mais que queiramos ajudar ou mudar o comportamento dos outros, o que realmente podemos mudar é a forma como nós próprios respondemos e nos posicionamos. Isso não significa desistir dos outros, mas sim proteger o nosso bem-estar e clarificar os nossos próprios limites.

É possível que, por trás do comportamento da sua filha, haja sentimentos de frustração, vergonha ou desorientação. Afinal, uma separação aos 22 anos pode ser vivida como um fracasso ou uma perda, e voltar para casa dos pais nem sempre é fácil — pode até ser vivido como um retrocesso. Isso não justifica qualquer falta de respeito, claro, mas ajuda-nos a compreender que há mais camadas por detrás do comportamento.

Também é compreensível que o seu companheiro se sinta desgastado. Situações como esta podem afetar profundamente uma relação. Nestes casos, a terapia de casal pode ser uma oportunidade para ambos se ouvirem, fortalecerem a parceria e pensarem juntos em como lidar com este momento tão exigente.

Talvez ajude também refletir sobre algumas questões práticas — como por exemplo: se a sua filha não está a trabalhar, como está a sustentar saídas e atividades? Às vezes, essas pequenas perguntas ajudam-nos a entender dinâmicas familiares que passam despercebidas no dia a dia.

Mas claro, tudo isto são apenas suposições. O mais importante continua a ser a comunicação. Dizer claramente como se sente, por exemplo: "Eu percebo que esta situação está a ser difícil para ti, mas também está a ser muito difícil para mim. Sinto-me desrespeitada e isso está a afetar toda a casa." Pode parecer simples, mas a verdade dita com calma tem uma força enorme.

Do que partilha, é claro que está a fazer o melhor que consegue numa situação já de si muito complicada. E só o facto de estar a procurar ajuda e pensar em tudo isto já mostra cuidado, esforço e dedicação.

Se sentir que pode ser útil, talvez uma conversa com um profissional — consigo, com o seu companheiro, ou até em família — possa abrir um espaço seguro para começar a organizar tudo isto com mais clareza e apoio.

Um abraço e muita força,
Nicole A. Santos
Psicóloga Júnior · Cédula nº 133614

Dra. Nicole A. Santos
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