Experiência
Psicóloga júnior com abordagem humana e integrativa, disponível para consultas em português e francês. Atendo crianças, jovens adultos e adultos, oferecendo um espaço seguro, empático e adaptado a cada pessoa. O meu foco é criar uma relação terapêutica de confiança, ajudando no bem-estar emocional, no desenvolvimento pessoal e na construção de recursos para lidar com os desafios da vida. Consultas online ou presenciais, com preços acessíveis, para que a psicologia esteja próxima de todos.
Principais doenças tratadas
- Transtornos Da Ansiedade
- Transtorno Depressivo Maior
- Transtornos Mentais
- Estresse
- Confusão
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Pacientes que trato
Serviços e preços
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Primeira consulta Psicologia
Desde 40 € -
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Avaliação Psicológica
50 € -
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Consulta de Psicologia Clínica
40 € -
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Consulta online de Psicologia
40 € -
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Consulta psicológica da criança
40 € -
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Consultórios (2)
Avenida da República 9, Gabinete A3, Seixal 2840-468
Disponibilidade
Este especialista não disponibiliza reservas online nesta morada
Tipos de pacientes aceitos
- Pacientes particulares (sem acordo médico)
Rua da Penha de França 215A, Lisboa 1170-182
Disponibilidade
Este especialista não disponibiliza reservas online nesta morada
Tipos de pacientes aceitos
- Pacientes particulares (sem acordo médico)
Opinioes
4 opiniões
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C
Cristina
Recomendo a Mallika
Desde o início houve empatia e tem me ajudado bastante na aceitação do processo pelo qual estou a passar.
Recomendo como excelente profissional e pessoa de confiança.• Mindfeed Clinic • Consulta de Psicologia Clínica •
Mallika Souprayenmestry
Agradeço muito as tuas palavras e a confiança no nosso trabalho. É um privilégio poder acompanhar este processo e contribuir para que te sintas apoiada nesta fase.
Obrigada pela recomendação.
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P
Paula Marques
Recomendo a Malika é uma excelente profissional sabe ouvir é atenciosa é compreensiva tem ajudado-me adoro as terapias com a Malika
• outro lugar • Outro •
Mallika Souprayenmestry
Grata pelo teu feedback tão generoso. A escuta e a compreensão são pilares fundamentais para mim, é muito significativo para mim saber que te sentes assim nas nossas sessões. Obrigada pela confiança.
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T
TL
Recomendo a Mallika pela qualidade da relação, com escuta, presença e empatia e pela sua autenticidade.
• Mindfeed Clinic • Outro •
Mallika Souprayenmestry
Obrigada pelas tuas palavras. Acredito profundamente que a qualidade da relação terapêutica é o que sustenta todo o processo, fico contente por saber que te sentes acompanhada com presença e autenticidade.
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D
DL
Dinâmica perfeita, ótima conversa. muitas camadas. Sou grata por ter a oportunidade de fazer terapia com a Mallika
• Mindfeed Clinic • Outro •
Mallika Souprayenmestry
Obrigada pela tua partilha. Tão bom saber que valorizas a profundidade e a dinâmica das nossas sessões. Obrigada pela oportunidade de fazer parte do teu caminho e processo.
Dúvidas solucionadas
5 dúvidas de pacientes solucionadas na Doctoralia
A minha filha anda no segundo ano e apesar de até saber as coisas, ser muito bem comportada e ler bem não consegue tirar bom rendimento na escola. Eu noto uma falta de interesse sobre as coisas da escola e apesar de ela ter uma memória fantástica,muitas vezes diz que não se lembra do que fizeram na sala com a professora. Este ano começou piano e aprende com uma facilidade impressionante. Começo a ficar preocupada pois não sei como a motivar. Ela é uma menina tímida e sensível e parece-me que a professora não gosta muito disso. Como faço para ajudar a ter mais atitude e ultrapassar a frustração (ela muitas vezes dissem que a chamam de burra? Como incentivá-la a ter boaa notas, a tirar dúvidas? Ela é um doce mas cada vez está mais perdida e triste e eu estou preocupada com ela pois acredito que esta situação ainda vá piorar com o avanço da escola.
O que descreve na sua filha é algo que preocupa muitos pais, e é muito compreensível que se sinta apreensiva ao vê-la triste e a perder confiança em si mesma. Pelo que partilha, a sua filha parece ser uma menina sensível, inteligente e com boas capacidades, mas que poderá não se sentir segura ou reconhecida no contexto escolar.
Nem sempre o rendimento escolar reflete as capacidades reais da criança. A falta de interesse, o “não me lembro”, a dificuldade em colocar dúvidas ou a frustração podem estar mais ligadas a fatores emocionais (como ansiedade, timidez, medo de errar ou de desagradar) do que a dificuldades cognitivas. O facto de aprender piano com tanta facilidade mostra que, quando se sente motivada e segura, o seu potencial emerge.
Quando uma criança começa a ouvir comentários depreciativos, como ser chamada de “burra”, isso pode afetar profundamente a autoestima e a vontade de tentar. Antes de pensarmos em “melhorar notas”, é essencial ajudá-la a sentir-se valorizada, capaz e protegida.
Talvez seja importante refletir:
Como é que ela se sente na sala de aula?
Sente que pode errar?
Sente-se vista e compreendida?
Um acompanhamento psicológico infantil pode ajudar a criança a ganhar confiança, a expressar emoções e a desenvolver estratégias para lidar com a frustração e com o contexto escolar. Também pode ser um espaço de apoio aos pais, para perceber como motivar sem pressionar.
Se desejar, estou disponível para conversar consigo e compreender melhor a situação em consulta.
Sinto-me um bocado perdida.. tenho um relacionamento que dura há praticamente 7 anos (faltam apenas dia para isso) mas não sei se estou a fazer a coisa certa na minha vida…
Ao início tudo parecia bonito, tivemos de ir viver juntos muito cedo pois a minha família era contra a relação e pôs-me fora de casa, e fui viver com a família dele. Meses depois o meu namorado obrigou-me a engravidar porque queria ser pai antes dos 30 anos, escondendo-me as pílulas. Quando avisei no trabalho que estava grávida, mandaram-me embora.
A minha gravidez parecia ter corrido normal, no entanto passei fome pois a família dele não me deixava comer, ver tv, nem ter a luz do quarto acesa diziam que “fazia mal ao bebé “.
Ele também nem sempre me deixava descansar, pois quando chegava do trabalho há noite, ia jogar com o irmão enquanto eu tentava dormir… acabei por voltar a falar com os meus pais que me receberam de braços abertos e me alimentavam, só já não tinham quarto para mim… e fiquei onde estava, na casa dos pais dele.
No dia em que faltavam 3 dias para ter 8 meses de gravidez não conseguia manter nada no estômago , a mãe dele pediu-me para ir ao hospital obrigando-o a ir comigo quando ele disse que “quando eu parisse que ia morrer.” E aqueles palavras foram dolorosas… fiquei internada, passei a noite a fazer exames e fui diagnosticada com síndrome de Help. Depois de toda a situação e susto, já com a minha filha nos braços decidi dar uma oportunidade ao meu companheiro. Contudo 2 meses depois a mãe dele quis o quarto para a irmã e o seu namorado, e tivemos de ir viver numa outra casa…. Desta vez sem condições e por baixo da casa dos pais dele. Quando a minha filha tinha cerca de 1 ano consegui arranjar trabalho, adorava ser empregada de balcão, tinha um bom horário mas faltava uma pessoa para preencher a equipa (era apenas eu a trabalhar e faltava uma segunda pessoa) ele achou que era boa ideia a irmã dele ir trabalhar comigo e assim foi… contudo ela envergonhou-me imensas vezes, discutimos imenso, pois ela foi expor os defeitos da família para o trabalho. Acabei por arranjar outra coisa para trabalhar mas… sinto que algo já tinha mudado mais ainda, ele estava cada vez mais distante, nunca me protegeu da família dele nem quando a mãe dele chamou a polícia porque eu queria ir-me embora da minha casa com a minha filha porque eu e o meu namorado tínhamos tido uma discussão por ele ter bebido muito e me ter falto ao respeito.
Ele cada vez procura-me menos, ajuda-me em casa com a menina e com as tarefas mas não me protege, não faz nada para sairmos desta casa e termos uma vida melhor, e cada vez parece mais distante…
Tanto que muitas vezes me sinto envergonhada porque moramos num rés do chão e a família dele várias vezes põe a cabeça na minha janela para nos verem… e muitas das vezes estou há vontade em casa, vestida ou não… e ele não os impede, não fala… nada…
Não sei se é normal… nunca tive um relacionamento tão duradouro e com um filho no meio…
Já pensei em ir a um psicólogo mas ele diz que eu sou maluca por pensar nisso e que nada iria mudar se fosse falar com um psicólogo sobre tudo o que já se passou…
Alem disso muitas vezes eu não sei o que eu sinto por ele, as vezes parece que o amo, mas outras… que não, pois não o consigo compreender por ser assim… será normal?
Não deve ter sido nada fácil passar por tudo o que descreve. Foram muitas situações difíceis, num período em que precisava de apoio, segurança e cuidado. É natural que, depois de tanto sofrimento, hoje se sinta confusa, triste e sem saber exatamente o que sente.
Quando uma relação começa e se mantém com tanto peso, medo e falta de proteção, é comum surgirem dúvidas, ambivalência e cansaço emocional. O facto de, por vezes, sentir que o ama e, noutras, sentir distância ou incompreensão não significa que haja algo de errado consigo. Muitas vezes, isso acontece porque houve muita dor que nunca pôde ser verdadeiramente cuidada.
Também é compreensível que questione se isto é “normal”, sobretudo sendo a sua primeira relação longa e tendo uma filha. Todos precisamos de nos sentir respeitados, protegidos e emocionalmente seguros numa relação. Quando isso não acontece, o corpo e as emoções acabam por dar sinais.
Procurar um psicólogo não é sinal de fraqueza nem significa que haja algo “errado” consigo. Pode ser apenas um espaço para parar, respirar, organizar o que viveu e perceber o que sente hoje. A psicoterapia não serve para dizer o que deve fazer, mas para a ajudar a escutar-se e a ganhar mais clareza.
Se sentir que faz sentido, estou disponível para a acompanhar e compreender melhor estas questões em consulta, com calma, sem julgamentos e ao seu ritmo.
Todos os conteúdos publicados no Doctoralia.com.pt, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.