Rua Alfredo Cunha, 342, Sala 10, 4450-021
Veja o episódio desta semana em:
Ler mais31/12/2025
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130 opiniões
A Dra é muito serena e transmite uma ótima energia!
Dra. Rossana Ferreira
Agradeço o seu feedback
A quem me possa pedir opinião eu irei sugerir a Doutora Rossana
Dra. Rossana Ferreira
agradeço o feedback
Ótima profissional, estarei de volta logo em breve
Tive a primeira consulta, considerei bastante positiva
Como sempre uma profissional incrível e extremamente humana.
Recomendo a Dra. Rossana de coração cheio, tem sido uma presença fundamental no meu crescimento pessoal.
Já passei por vários profissionais antes, mas desde que sou acompanhada pela Dra. Rossana tenho sentido uma transformação profunda e sustentada. Tem-me ajudado a olhar para mim com mais clareza, empatia e consciência. A forma como conduz as sessões, com escuta genuína e sensibilidade, faz-me sentir segura e verdadeiramente acompanhada no processo.
Dra. Rossana Ferreira
Obrigada pela confiança
Foi muito boa a consulta. Fiquei muito mais feliz, senti me muito mais esclarecida comigo mesma fez me refletir na vida que faço e que posso fazer
Dra. Rossana Ferreira
Grata pela confiança
Gostei muito da primeira consulta, senti-me ouvida e acompanhada.
Dra. Rossana Ferreira
Grata pelo feedback
A Dra. Rossana é extremamente empática e cria um ambiente seguro para a partilha. Conduz a consulta com profissionalismo, ouve atentamente e as suas intervenções são sempre oportunas.
Para mim, a sua abordagem tem sido muito positiva. Durante a consulta, sinto-me acolhido e compreendido. Volto mais tranquilo, esclarecido e com esperança na minha evolução.
Dra. Rossana Ferreira
Obrigada pelo feedback
Tratou se de uma primeira consulta com adolescente. Pelo que me foi reportado pela paciente ouve uma escuta ativa.
Dra. Rossana Ferreira
Grata pelo feedback
17 dúvidas de pacientes solucionadas na Doctoralia
A minha filha anda no segundo ano e apesar de até saber as coisas, ser muito bem comportada e ler bem não consegue tirar bom rendimento na escola. Eu noto uma falta de interesse sobre as coisas da escola e apesar de ela ter uma memória fantástica,muitas vezes diz que não se lembra do que fizeram na sala com a professora. Este ano começou piano e aprende com uma facilidade impressionante. Começo a ficar preocupada pois não sei como a motivar. Ela é uma menina tímida e sensível e parece-me que a professora não gosta muito disso. Como faço para ajudar a ter mais atitude e ultrapassar a frustração (ela muitas vezes dissem que a chamam de burra? Como incentivá-la a ter boaa notas, a tirar dúvidas? Ela é um doce mas cada vez está mais perdida e triste e eu estou preocupada com ela pois acredito que esta situação ainda vá piorar com o avanço da escola.
Compreendo a sua preocupação — quando sentimos que um filho começa a ficar mais triste, desmotivado ou a duvidar de si próprio, isso inquieta-nos profundamente. Pelo que descreve, a sua filha tem competências sólidas: lê bem, tem boa memória e demonstra uma facilidade impressionante na aprendizagem do piano. Isto sugere que a questão poderá não ser cognitiva, mas antes emocional e relacional. Crianças tímidas e sensíveis tendem a ser mais vulneráveis ao olhar do outro, ao medo de errar e à frustração, o que pode interferir com a participação em sala de aula e, consequentemente, com o rendimento.
O facto de ela dizer que lhe chamam “burra” é um sinal que merece atenção. Comentários repetidos desse tipo fragilizam a autoestima e podem levar à desmotivação, evitamento e até a bloqueios na aprendizagem. Quando uma criança começa a acreditar que “não é capaz”, mesmo tendo capacidade, o desempenho tende a refletir essa crença.
Mais do que focar nas notas, poderá ser importante reforçar o esforço, validar as emoções e ajudá-la a nomear o que sente sem desvalorizar. Manter uma comunicação próxima com a professora, de forma colaborativa, também pode ser útil para perceber como está a ser acompanhada em contexto de sala e se precisa de um olhar mais atento e encorajador. Paralelamente, é essencial proteger e fortalecer as áreas onde ela se sente competente — como o piano — para que a identidade dela não fique reduzida ao desempenho escolar.
Caso a tristeza, a insegurança ou a desvalorização se mantenham, um acompanhamento psicológico infantil pode ser um passo preventivo e estruturante.
Na Family Clinic, o acompanhamento é feito de forma integrada, envolvendo a criança e os pais, ajudando a trabalhar autoestima, regulação emocional, tolerância à frustração e competências sociais. O objetivo não é apenas melhorar notas, mas fortalecer a confiança interna da criança, para que se sinta capaz, segura e mais participativa no seu percurso escolar e pessoal.
Sinto-me um bocado perdida.. tenho um relacionamento que dura há praticamente 7 anos (faltam apenas dia para isso) mas não sei se estou a fazer a coisa certa na minha vida…
Ao início tudo parecia bonito, tivemos de ir viver juntos muito cedo pois a minha família era contra a relação e pôs-me fora de casa, e fui viver com a família dele. Meses depois o meu namorado obrigou-me a engravidar porque queria ser pai antes dos 30 anos, escondendo-me as pílulas. Quando avisei no trabalho que estava grávida, mandaram-me embora.
A minha gravidez parecia ter corrido normal, no entanto passei fome pois a família dele não me deixava comer, ver tv, nem ter a luz do quarto acesa diziam que “fazia mal ao bebé “.
Ele também nem sempre me deixava descansar, pois quando chegava do trabalho há noite, ia jogar com o irmão enquanto eu tentava dormir… acabei por voltar a falar com os meus pais que me receberam de braços abertos e me alimentavam, só já não tinham quarto para mim… e fiquei onde estava, na casa dos pais dele.
No dia em que faltavam 3 dias para ter 8 meses de gravidez não conseguia manter nada no estômago , a mãe dele pediu-me para ir ao hospital obrigando-o a ir comigo quando ele disse que “quando eu parisse que ia morrer.” E aqueles palavras foram dolorosas… fiquei internada, passei a noite a fazer exames e fui diagnosticada com síndrome de Help. Depois de toda a situação e susto, já com a minha filha nos braços decidi dar uma oportunidade ao meu companheiro. Contudo 2 meses depois a mãe dele quis o quarto para a irmã e o seu namorado, e tivemos de ir viver numa outra casa…. Desta vez sem condições e por baixo da casa dos pais dele. Quando a minha filha tinha cerca de 1 ano consegui arranjar trabalho, adorava ser empregada de balcão, tinha um bom horário mas faltava uma pessoa para preencher a equipa (era apenas eu a trabalhar e faltava uma segunda pessoa) ele achou que era boa ideia a irmã dele ir trabalhar comigo e assim foi… contudo ela envergonhou-me imensas vezes, discutimos imenso, pois ela foi expor os defeitos da família para o trabalho. Acabei por arranjar outra coisa para trabalhar mas… sinto que algo já tinha mudado mais ainda, ele estava cada vez mais distante, nunca me protegeu da família dele nem quando a mãe dele chamou a polícia porque eu queria ir-me embora da minha casa com a minha filha porque eu e o meu namorado tínhamos tido uma discussão por ele ter bebido muito e me ter falto ao respeito.
Ele cada vez procura-me menos, ajuda-me em casa com a menina e com as tarefas mas não me protege, não faz nada para sairmos desta casa e termos uma vida melhor, e cada vez parece mais distante…
Tanto que muitas vezes me sinto envergonhada porque moramos num rés do chão e a família dele várias vezes põe a cabeça na minha janela para nos verem… e muitas das vezes estou há vontade em casa, vestida ou não… e ele não os impede, não fala… nada…
Não sei se é normal… nunca tive um relacionamento tão duradouro e com um filho no meio…
Já pensei em ir a um psicólogo mas ele diz que eu sou maluca por pensar nisso e que nada iria mudar se fosse falar com um psicólogo sobre tudo o que já se passou…
Alem disso muitas vezes eu não sei o que eu sinto por ele, as vezes parece que o amo, mas outras… que não, pois não o consigo compreender por ser assim… será normal?
Olá,
Quero começar por reconhecer a coragem que foi necessária para partilhar tudo isto. O que descreve envolve situações muito exigentes, dolorosas e, em vários momentos, profundamente desrespeitadoras. É compreensível que se sinta confusa e emocionalmente dividida.
A ambivalência que sente — por vezes sentir amor, noutras afastamento ou incompreensão — é frequente quando há vínculo, história partilhada e também sofrimento acumulado. Isso não significa que esteja “maluca”. Significa que precisa de espaço seguro para pensar e sentir com clareza.
Procurar apoio psicológico é um passo importante. Pode fazê-lo individualmente, para cuidar de si, fortalecer-se e organizar decisões. E, se ambos estiverem disponíveis, a terapia de casal ou mesmo familiar pode também ser um espaço estruturado para trabalhar padrões, limites, comunicação e proteção da criança.
Pedir ajuda não é sinal de fraqueza nem significa que “nada vai mudar”. Pelo contrário, é muitas vezes o primeiro passo para que algo mude — dentro de si e, se for possível, na dinâmica da relação.
Disponível para a ajudar,
Cumprimentos,
Rossana Ferreira
Todos os conteúdos publicados no Doctoralia.com.pt, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.