Resumidamente acredito que meu problema seja psicológico. Eu sinto que estou quase que consciente d
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Resumidamente acredito que meu problema seja psicológico.
Eu sinto que estou quase que consciente demais do meu arredor, certas coisa ja nao fazem sentido, ou fazem demais, é difícil explicar, é como se eu percebesse o padrão de tudo ao meu redor, e que o meu cérebro esta demasiado ativo.
Eu ate consigo viver e lidar bem com isto, e pode ser útil em certas ocasiões, mas o pior de tudo é quando nao fico estimulado o suficiente, como um tédio mas diferente, é psicologicamente doloroso e stressante, eu so queria saber o porque acontece e como posso aliviar este stress imenso.
Eu sinto que estou quase que consciente demais do meu arredor, certas coisa ja nao fazem sentido, ou fazem demais, é difícil explicar, é como se eu percebesse o padrão de tudo ao meu redor, e que o meu cérebro esta demasiado ativo.
Eu ate consigo viver e lidar bem com isto, e pode ser útil em certas ocasiões, mas o pior de tudo é quando nao fico estimulado o suficiente, como um tédio mas diferente, é psicologicamente doloroso e stressante, eu so queria saber o porque acontece e como posso aliviar este stress imenso.
Percebo o quanto isso pode ser confuso e até desgastante de sentir. Essa sensação de estar “demasiado consciente” e com a mente sempre ativa pode mesmo tornar o descanso difícil e gerar esse tipo de cansaço mais profundo.
Procurar acompanhamento psicológico pode ser uma mais-valia importante — não porque haja “algo errado”, mas porque pode ajudar-te a compreender melhor o que estás a sentir, dar sentido a essas experiências e encontrar formas de aliviar esse stress.
Não tens de lidar com isso sozinho, e explorar isso com alguém pode trazer-te mais clareza e tranquilidade.
Procurar acompanhamento psicológico pode ser uma mais-valia importante — não porque haja “algo errado”, mas porque pode ajudar-te a compreender melhor o que estás a sentir, dar sentido a essas experiências e encontrar formas de aliviar esse stress.
Não tens de lidar com isso sozinho, e explorar isso com alguém pode trazer-te mais clareza e tranquilidade.
Parece que o que lhe é dificil são os momentos em que apenas pode Ser, no sentido de estar consigo mesmo, com os seus pensamentos e aqui pelo seu texto sente-se entediado ( quando deixa de se sentir estimulado). Seria interessante procurar um Psicanalista e descobrir todas essas duvidas.
Realmente, essa sensação de “consciência aumentada”, de estar sempre a analisar tudo e de o cérebro não desligar, pode ser mesmo muito desgastante.
Em algumas pessoas, isto está associado a um nível de ativação mental mais elevado (por exemplo, pessoas mais ansiosas), onde o cérebro procura constantemente estímulo. Quando esse estímulo não existe, pode surgir essa inquietação interna difícil de tolerar.
Também pode acontecer em momentos de maior stress ou sobrecarga, em que a mente entra num estado de hiperalerta e acaba por amplificar tudo à volta.
A boa notícia é que isto tem explicação e, mais importante, tem forma de ser trabalhado. Algumas estratégias que costumam ajudar passam por:
- criar rotinas com estímulo equilibrado (nem demasiado, nem muito pouco)
- aprender a regular a atenção e o ritmo mental
- desenvolver formas de “desligar” o cérebro de forma intencional
- e perceber melhor o seu padrão de funcionamento (o “porquê” no seu caso específico)
Ainda assim, pelo impacto que descreve, faria sentido falar diretamente com um psicólogo. Não tanto porque haja “algo de errado”, mas porque o pode ajudar a compreender melhor o que se passa consigo e a encontrar formas mais leves de lidar com isso.
Em algumas pessoas, isto está associado a um nível de ativação mental mais elevado (por exemplo, pessoas mais ansiosas), onde o cérebro procura constantemente estímulo. Quando esse estímulo não existe, pode surgir essa inquietação interna difícil de tolerar.
Também pode acontecer em momentos de maior stress ou sobrecarga, em que a mente entra num estado de hiperalerta e acaba por amplificar tudo à volta.
A boa notícia é que isto tem explicação e, mais importante, tem forma de ser trabalhado. Algumas estratégias que costumam ajudar passam por:
- criar rotinas com estímulo equilibrado (nem demasiado, nem muito pouco)
- aprender a regular a atenção e o ritmo mental
- desenvolver formas de “desligar” o cérebro de forma intencional
- e perceber melhor o seu padrão de funcionamento (o “porquê” no seu caso específico)
Ainda assim, pelo impacto que descreve, faria sentido falar diretamente com um psicólogo. Não tanto porque haja “algo de errado”, mas porque o pode ajudar a compreender melhor o que se passa consigo e a encontrar formas mais leves de lidar com isso.
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