Quando uma pessoa com doença bipolar
6 respostas
Quando uma pessoa com doença bipolar tipo II tenta suicidio não devia ficar internada?
Bom dia,
Depende sempre da avaliação a ser feita, não sendo o suficiente os dados que coloca, para responder .
No entanto, qualquer doença de saúde mental, deve estar o mais possível estabilizada com os fármacos e deveria de ter acompanhamento psicoterapêutico por parte de um psicólogo.

As coisas não devem ser avaliadas de forma tão linear. Claro que se existe um risco iminente de suicídio, poderá ser necessário o internamento de modo a estabilizar os sintomas e evitar que algo grave aconteça.
Não devemos esquecer que um dos maiores riscos para ocorrer suicídio é a desesperança, ou seja, a falta de esperança no futuro.
A psicoterapia, o tratamento medicamentoso e o apoio social são essenciais para o sucesso da intervenção.
"O suicídio é uma saída definitiva para um problema transitório" (In Depressão: muito para além da tristeza - Climepsi Editores)

Bom dia,
Como se costuma dizer cada caso é um caso, ou seja, pode não ser necessário o internamento, embora seja obviamente fundamental uma pré-avaliação para perceber se existe risco de vida eminente, se o indivíduo encontra-se alterado por alguma substância, se constitui também perigo para outros, não só para si mesmo. Depende de vários fatores e da opinião do profissional de saúde que acompanha o caso.

Se uma pessoa com doença bipolar tipo II tenta suicídio, deve ser avaliada num serviço de urgência hospitalar por um especialista. Tem de se ter em conta a gravidade da tentativa, a existência ou não de apoio familiar e o risco de repetição da tentativa. Caso não seja necessário o internamento, deverá ser acompanhada em consulta de Psiquiatria e, se necessário, de Psicologia.

Bom dia, se tal situação acontecer deverá ser avaliada a gravidade e severidade da tentativa, os motivos que levaram à mesma, a existência de rede de suporte familiar e de supervisão, os recursos internos e externos que podem ser activados (no caso dos primeiros, com consultas de Psicologia). Em muitos casos de suicídios as pessoas querem acabar com os problemas e não propriamente com a vida. É importante a estabilização em contexto hospitalar se a medicação para a perturbação bipolar não tiver sido tomada convenientemente nos dias prévios à tentativa ou se a tentativa tiver consequências físicas que requeiram tratamento. O acompanhamento psicológico e psiquiátrico é fundamental nestes casos.

Não necessariamente, a não ser que haja risco imediato de suicídio, e / ou se a pessoa estiver sob consumo de substâncias ( alcóol, drogas) , se tiver alucinações visuais e auditivas......... Aconselho seguimento em psicoterapia e consulta de psiquiatria.

Especialistas

Adoindo Pimentel

Adoindo Pimentel

Psiquiatra

Adrián Gramary Cancelas

Adrián Gramary Cancelas

Psiquiatra

Fânzeres

Adriana M Horta

Adriana M Horta

Psiquiatra

Vila Nova de Gaia

Adriano S Vaz Serra

Adriano S Vaz Serra

Psiquiatra

Coimbra

Agnelo Marques Silva

Agnelo Marques Silva

Psiquiatra

Águeda

Alberto C F Gomes Santos

Alberto C F Gomes Santos

Psiquiatra

Porto

content.questions.show.related_questions

Tem perguntas?

Os nossos peritos responderam a 14 perguntas sobre Transtorno Bipolar

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.

  • A sua pergunta será publicada de forma anónima.
  • Faça uma pergunta médica clara e seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um médico específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico ou serviço de urgências.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos nem pedidos de segunda opinião.

Escolha a especialidade médica dos médicos a quem quer fazer perguntas
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no Doctoralia.com.pt, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.