Com 28 anos, nunca tive uma relação muito séria. Só me envolvo com pessoas que não querem um comprom
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Com 28 anos, nunca tive uma relação muito séria. Só me envolvo com pessoas que não querem um compromisso, pela leveza de não ter de as magoar. No entanto, acabo sempre por me apaixonar por essas pessoas e sair magoada.
Agora conheci alguém incrível, com qualidades que eu acredito serem o que procuro, mas sinto-me paralisado pela ansiedade e pelas comparações constantes com relações passadas. O medo e até ataques de pânico estão a impedir-me de viver esta relação e tenho medo de que aquilo que sinto pela pessoa não seja o suficiente ou que não goste dela de todo.
Agora conheci alguém incrível, com qualidades que eu acredito serem o que procuro, mas sinto-me paralisado pela ansiedade e pelas comparações constantes com relações passadas. O medo e até ataques de pânico estão a impedir-me de viver esta relação e tenho medo de que aquilo que sinto pela pessoa não seja o suficiente ou que não goste dela de todo.
Olá, bom dia.
Entender os padrões das nossas relações e como as experiências passadas moldam as atuais pode ser desafiador, mas é um passo importante para construir conexões mais saudáveis e satisfatórias.
O que descreve - a dificuldade em lidar com o medo, as comparações e a ansiedade - é algo que pode ser trabalhado através de um acompanhamento psicológico. Um/uma psicólogo(a) pode ajudar a explorar as razões por detrás desses padrões de relacionamento, a compreender o impacto das suas experiências anteriores e a desenvolver ferramentas para lidar com a ansiedade e os ataques de pânico. Cumprimentos, Vera Faria
Entender os padrões das nossas relações e como as experiências passadas moldam as atuais pode ser desafiador, mas é um passo importante para construir conexões mais saudáveis e satisfatórias.
O que descreve - a dificuldade em lidar com o medo, as comparações e a ansiedade - é algo que pode ser trabalhado através de um acompanhamento psicológico. Um/uma psicólogo(a) pode ajudar a explorar as razões por detrás desses padrões de relacionamento, a compreender o impacto das suas experiências anteriores e a desenvolver ferramentas para lidar com a ansiedade e os ataques de pânico. Cumprimentos, Vera Faria
Antes de mais, quero agradecer-lhe por partilhar o que está a sentir. Reconheço que não é fácil expor as nossas emoções e medos, especialmente quando se trata de algo tão pessoal como as relações. O que descreve mostra uma grande consciência de si mesmo e das suas emoções, o que é um passo muito importante para compreender e trabalhar estas questões.
É natural que, depois de experiências marcantes e padrões repetidos no passado, surjam medos e ansiedades quando se depara com uma nova relação que parece ter potencial. O facto de estar a questionar o que sente, e de se preocupar com o impacto das suas emoções na relação, mostra o quanto valoriza esta pessoa e esta oportunidade.
O que descreve – desde as comparações com o passado, ao medo de não ser suficiente ou de que os sentimentos possam não corresponder – é algo com que muitas pessoas se identificam. É possível que estas reações estejam ligadas a inseguranças ou feridas emocionais de experiências anteriores, que, sem que nos apercebamos, podem influenciar a forma como nos conectamos com os outros no presente.
Trabalhar estas questões em psicoterapia pode ajudá-lo a compreender melhor os seus medos e ansiedades, a lidar com os ataques de pânico, e a criar ferramentas para se sentir mais seguro e confiante na relação. Podemos explorar juntos as raízes destes padrões, dar espaço aos seus sentimentos e encontrar formas saudáveis de os gerir, permitindo-lhe viver esta relação de forma mais plena e alinhada com o que deseja.
Se sentir que o posso ajudar, estou disponível para falarmos e agendarmos um encontro. Estou aqui para o acompanhar e para, juntos, encontrarmos um caminho que lhe permita viver as suas relações de forma mais livre e satisfatória.
Compreensivo e ao seu dispor,
Maria João V. Pecegueiro
É natural que, depois de experiências marcantes e padrões repetidos no passado, surjam medos e ansiedades quando se depara com uma nova relação que parece ter potencial. O facto de estar a questionar o que sente, e de se preocupar com o impacto das suas emoções na relação, mostra o quanto valoriza esta pessoa e esta oportunidade.
O que descreve – desde as comparações com o passado, ao medo de não ser suficiente ou de que os sentimentos possam não corresponder – é algo com que muitas pessoas se identificam. É possível que estas reações estejam ligadas a inseguranças ou feridas emocionais de experiências anteriores, que, sem que nos apercebamos, podem influenciar a forma como nos conectamos com os outros no presente.
Trabalhar estas questões em psicoterapia pode ajudá-lo a compreender melhor os seus medos e ansiedades, a lidar com os ataques de pânico, e a criar ferramentas para se sentir mais seguro e confiante na relação. Podemos explorar juntos as raízes destes padrões, dar espaço aos seus sentimentos e encontrar formas saudáveis de os gerir, permitindo-lhe viver esta relação de forma mais plena e alinhada com o que deseja.
Se sentir que o posso ajudar, estou disponível para falarmos e agendarmos um encontro. Estou aqui para o acompanhar e para, juntos, encontrarmos um caminho que lhe permita viver as suas relações de forma mais livre e satisfatória.
Compreensivo e ao seu dispor,
Maria João V. Pecegueiro
Antes de mais nada, desejo expressar minha admiração pela coragem em compartilhar seus sentimentos e preocupações. O que você está vivenciando não é incomum, e muitas pessoas enfrentam desafios semelhantes no âmbito do amor e do compromisso.
Com base no que você relatou, parece que está em um momento de grande conflito interno, em que a ansiedade e os medos estão assumindo um papel relevante. Essa situação pode fazer com que tudo pareça confuso e avassalador. Vou compartilhar algumas reflexões que podem contribuir para que você compreenda melhor o que está acontecendo, mas quero enfatizar, desde já, que buscar ajuda profissional é essencial nesse processo.
Os sentimentos que você mencionou são absolutamente legítimos. É compreensível sentir medo diante da possibilidade de algo significativo, como o desenvolvimento de uma relação com potencial profundo.
É possível que a ansiedade que você experimenta esteja ligada a experiências anteriores, em que as relações trouxeram dores ou dificuldades emocionais. Identificar esse padrão é um primeiro passo importante para trabalhar no sentido de modificá-lo.
A ansiedade relacionada a relacionamentos pode surgir em pessoas que já vivenciaram decepções amorosas, levando a medos de repetição de padrões ou de não serem suficientes para o outro. Investir em uma relação séria frequentemente envolve a exposição de sentimentos e inseguranças, o que pode ser assustador para quem já enfrentou rejeições ou desilusões.
Comparar a pessoa atual com relações passadas pode refletir dúvidas internas, como: “Será que serei capaz de fazer esta relação dar certo?” ou “Será que sou suficientemente boa para essa pessoa?”.
Trate-se com a mesma gentileza que ofereceria a uma amiga querida. Diga a si mesma: “Estou aprendendo a lidar com minhas emoções, e isso é um processo gradual. Não preciso ser perfeita.”
Considere compartilhar gradualmente seus receios com a pessoa que conheceu. Relacionamentos saudáveis são construídos com comunicação mútua e empatia.
Evite pressão excessiva. Recorde que não há necessidade de tomar decisões imediatas. Relacionamentos são processos, e os sentimentos podem evoluir com o tempo.
Embora essas orientações possam oferecer um ponto de partida, é fundamental buscar o suporte de um profissional de saúde mental qualificado. Um profissional poderá ajudá-la a construir uma base mais sólida de autoestima e autoconfiança, permitindo que você se sinta mais preparada para vivenciar relações de forma saudável.
A busca por apoio profissional não representa fraqueza, mas sim um ato de coragem e autocuidado. Você merece vivenciar relações livres do peso do passado e explorar plenamente o potencial deste novo capítulo de sua vida.
Desejo que você encontre clareza, serenidade e a confiança necessária para viver este momento com plenitude.
Com base no que você relatou, parece que está em um momento de grande conflito interno, em que a ansiedade e os medos estão assumindo um papel relevante. Essa situação pode fazer com que tudo pareça confuso e avassalador. Vou compartilhar algumas reflexões que podem contribuir para que você compreenda melhor o que está acontecendo, mas quero enfatizar, desde já, que buscar ajuda profissional é essencial nesse processo.
Os sentimentos que você mencionou são absolutamente legítimos. É compreensível sentir medo diante da possibilidade de algo significativo, como o desenvolvimento de uma relação com potencial profundo.
É possível que a ansiedade que você experimenta esteja ligada a experiências anteriores, em que as relações trouxeram dores ou dificuldades emocionais. Identificar esse padrão é um primeiro passo importante para trabalhar no sentido de modificá-lo.
A ansiedade relacionada a relacionamentos pode surgir em pessoas que já vivenciaram decepções amorosas, levando a medos de repetição de padrões ou de não serem suficientes para o outro. Investir em uma relação séria frequentemente envolve a exposição de sentimentos e inseguranças, o que pode ser assustador para quem já enfrentou rejeições ou desilusões.
Comparar a pessoa atual com relações passadas pode refletir dúvidas internas, como: “Será que serei capaz de fazer esta relação dar certo?” ou “Será que sou suficientemente boa para essa pessoa?”.
Trate-se com a mesma gentileza que ofereceria a uma amiga querida. Diga a si mesma: “Estou aprendendo a lidar com minhas emoções, e isso é um processo gradual. Não preciso ser perfeita.”
Considere compartilhar gradualmente seus receios com a pessoa que conheceu. Relacionamentos saudáveis são construídos com comunicação mútua e empatia.
Evite pressão excessiva. Recorde que não há necessidade de tomar decisões imediatas. Relacionamentos são processos, e os sentimentos podem evoluir com o tempo.
Embora essas orientações possam oferecer um ponto de partida, é fundamental buscar o suporte de um profissional de saúde mental qualificado. Um profissional poderá ajudá-la a construir uma base mais sólida de autoestima e autoconfiança, permitindo que você se sinta mais preparada para vivenciar relações de forma saudável.
A busca por apoio profissional não representa fraqueza, mas sim um ato de coragem e autocuidado. Você merece vivenciar relações livres do peso do passado e explorar plenamente o potencial deste novo capítulo de sua vida.
Desejo que você encontre clareza, serenidade e a confiança necessária para viver este momento com plenitude.
Olá! Pelo que descreve seria positivo iniciar um processo terapêutico. Há crenças que são disfuncionais e que nos impedem de quebrar padrões que são prejudiciais. Viver com medo é algo que nos limita, a ansiedade e os ataques de pânico refletem isso. Procure ajuda!
Olá, agradeço por partilhares o que estás a sentir. Percebo que esta situação te está a causar bastante sofrimento e que, apesar de desejares uma relação saudável, há padrões do passado que te estão a dificultar viver esta nova conexão com tranquilidade.
Parece-me que identificas um padrão recorrente: envolves-te com pessoas emocionalmente indisponíveis, talvez porque, de forma inconsciente, isso te protege do medo de magoar ou ser magoado mais profundamente. No entanto, como és alguém que deseja conexão genuína, acabas por te apaixonar e sair ferido. Isso pode estar ligado a esquemas como o Medo do Abandono ("Se me aproximar, vou ser rejeitado") ou a Privação Emocional ("Não sinto que mereço amor consistente").
Agora, ao conhecer alguém que parece seguro e alinhado com o que procuras, é natural que a ansiedade surja com força. O teu cérebro está habituado aos velhos padrões, e algo diferente — mesmo que positivo — pode disparar alarmes internos. As comparações com relações passadas e os ataques de pânico podem ser mecanismos de autoproteção, mas que já não te servem.
O que podemos trabalhar juntos?
Identificar os teus Esquemas: Que mensagens internas (ex.: "Não sou suficiente", "O amor é instável") alimentam este medo?
Quebrar Padrões: Perceber como estes comportamentos se repetem e como podes responder de forma diferente.
Regular a Ansiedade: Técnicas para acalmar o sistema nervoso (ex.: mindfulness, ancoragem) quando o pânico surgir.
Testar a Realidade: Será que o que sentes agora é falta de amor ou apenas o desconforto de algo novo e saudável?
É compreensível que te sintas confuso, mas o facto de estares aqui a refletir já mostra que queres mudar. Se quiseres, podemos explorar isto em terapia, passo a passo, para que consigas construir uma relação que te traga segurança e não só alívio temporário.
Qualquer questão, estou disponível.
Parece-me que identificas um padrão recorrente: envolves-te com pessoas emocionalmente indisponíveis, talvez porque, de forma inconsciente, isso te protege do medo de magoar ou ser magoado mais profundamente. No entanto, como és alguém que deseja conexão genuína, acabas por te apaixonar e sair ferido. Isso pode estar ligado a esquemas como o Medo do Abandono ("Se me aproximar, vou ser rejeitado") ou a Privação Emocional ("Não sinto que mereço amor consistente").
Agora, ao conhecer alguém que parece seguro e alinhado com o que procuras, é natural que a ansiedade surja com força. O teu cérebro está habituado aos velhos padrões, e algo diferente — mesmo que positivo — pode disparar alarmes internos. As comparações com relações passadas e os ataques de pânico podem ser mecanismos de autoproteção, mas que já não te servem.
O que podemos trabalhar juntos?
Identificar os teus Esquemas: Que mensagens internas (ex.: "Não sou suficiente", "O amor é instável") alimentam este medo?
Quebrar Padrões: Perceber como estes comportamentos se repetem e como podes responder de forma diferente.
Regular a Ansiedade: Técnicas para acalmar o sistema nervoso (ex.: mindfulness, ancoragem) quando o pânico surgir.
Testar a Realidade: Será que o que sentes agora é falta de amor ou apenas o desconforto de algo novo e saudável?
É compreensível que te sintas confuso, mas o facto de estares aqui a refletir já mostra que queres mudar. Se quiseres, podemos explorar isto em terapia, passo a passo, para que consigas construir uma relação que te traga segurança e não só alívio temporário.
Qualquer questão, estou disponível.
Olá. O evitamento é, muitas vezes, uma forma de manter o problema, pois não nos dá oportunidade de viver/experimentar a possibilidade de relações mais saudáveis e quebrar os padrões, alterar crenças que já nos acompanham desde a infância. Por vezes, pode ser necessário mergulhar nas feridas emocionais que possuímos para podermos procurar ou aceitar que aquela relação nova pode ser melhor para nós, pode proporcionar-nos bem-estar, tranquilidade, apesar de poder ser muito diferente de todas as que já tivemos.
Sugiro-te que faças consultas de psicologia para que possas entender melhor os teus comportamentos, as tuas decisões.
Abraço
Sugiro-te que faças consultas de psicologia para que possas entender melhor os teus comportamentos, as tuas decisões.
Abraço
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