Perguntas do paciente (5)
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é possivel fazer avaliação psicologica para a carta de condução
é possivel fazer avaliação psicologica para a carta de condução
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia, sim. Fazemos essa avaliação na The Psychological Effect, em São João da Madeira.
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Resumidamente acredito que meu problema seja psicológico. Eu sinto que estou quase que consciente d
Resumidamente acredito que meu problema seja psicológico.
Eu sinto que estou quase que consciente demais do meu arredor, certas coisa ja nao fazem sentido, ou fazem demais, é difícil explicar, é como se eu percebesse o padrão de tudo ao meu redor, e que o meu cérebro esta demasiado ativo.
Eu ate consigo viver e lidar bem com isto, e pode ser útil em certas ocasiões, mas o pior de tudo é quando nao fico estimulado o suficiente, como um tédio mas diferente, é psicologicamente doloroso e stressante, eu so queria saber o porque acontece e como posso aliviar este stress imenso.RESPOSTA DO MÉDICO:
Realmente, essa sensação de “consciência aumentada”, de estar sempre a analisar tudo e de o cérebro não desligar, pode ser mesmo muito desgastante.
Em algumas pessoas, isto está associado a um nível de ativação mental mais elevado (por exemplo, pessoas mais ansiosas), onde o cérebro procura constantemente estímulo. Quando esse estímulo não existe, pode surgir essa inquietação interna difícil de tolerar.
Também pode acontecer em momentos de maior stress ou sobrecarga, em que a mente entra num estado de hiperalerta e acaba por amplificar tudo à volta.
A boa notícia é que isto tem explicação e, mais importante, tem forma de ser trabalhado. Algumas estratégias que costumam ajudar passam por:
- criar rotinas com estímulo equilibrado (nem demasiado, nem muito pouco)
- aprender a regular a atenção e o ritmo mental
- desenvolver formas de “desligar” o cérebro de forma intencional
- e perceber melhor o seu padrão de funcionamento (o “porquê” no seu caso específico)
Ainda assim, pelo impacto que descreve, faria sentido falar diretamente com um psicólogo. Não tanto porque haja “algo de errado”, mas porque o pode ajudar a compreender melhor o que se passa consigo e a encontrar formas mais leves de lidar com isso.
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Tenho 43 anos e, após um episódio de vida traumático aos 31, deixei a antiga profissão para o qual m
Tenho 43 anos e, após um episódio de vida traumático aos 31, deixei a antiga profissão para o qual me sentia vocacionada. No essencial, consegui superar o episódio com a ajuda de psicoterapia, que já terminei há alguns anos. Encontro-me bem, tanto a nível pessoal como profissional, e, embora neste último caso até seja bem remunerada, sinto ter um emprego pouco estimulante, o que lhe retira parte do interesse.
Uma vez que era excelente aluna no Ensino Superior, e sinto que talvez não tenha perdido as capacidades cognitivas, onde e com quem posso fazer uma avaliação rigorosa que determine o meu QI?
Mais do que a recente curiosidade por um valor que até pode nem significar grande coisa, ou sequer estar à procura de orientação vocacional, tenho vontade de perceber se me podem esperar boas hipóteses ao retomar os meus verdadeiros interesses académicos e profissionais. Obrigada!RESPOSTA DO MÉDICO:
Antes de mais, faz muito sentido essa vontade de voltar a investir em si e nos seus interesses.
Relativamente à avaliação de QI, é possível fazê-la de forma rigorosa através de um psicólogo, utilizando instrumentos validados , que permitem avaliar diferentes áreas cognitivas.
Na The Psychological Effect, em São João da Madeira, dispomos de profissionais qualificados que realizam este tipo de avaliação, garantindo um enquadramento cuidado e uma interpretação adequada dos resultados.
Ainda assim, deixo-lhe uma nota importante: mais do que o resultado de QI em si, o que descreve parece estar muito ligado à procura de maior estímulo, realização e alinhamento consigo própria, porque nem sempre, ter um bom salário significa que estamos realizados (apesar de ser um fator importante, claro).
Por isso, muitas vezes faz sentido complementar (ou até priorizar) uma reflexão mais aprofundada sobre interesses, objetivos e próximos passos, para que essa vontade de mudança possa ser concretizada de forma estruturada e segura.
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Sinto-me um bocado perdida.. tenho um relacionamento que dura há praticamente 7 anos (faltam apenas
Sinto-me um bocado perdida.. tenho um relacionamento que dura há praticamente 7 anos (faltam apenas dia para isso) mas não sei se estou a fazer a coisa certa na minha vida…
Ao início tudo parecia bonito, tivemos de ir viver juntos muito cedo pois a minha família era contra a relação e pôs-me fora de casa, e fui viver com a família dele. Meses depois o meu namorado obrigou-me a engravidar porque queria ser pai antes dos 30 anos, escondendo-me as pílulas. Quando avisei no trabalho que estava grávida, mandaram-me embora.
A minha gravidez parecia ter corrido normal, no entanto passei fome pois a família dele não me deixava comer, ver tv, nem ter a luz do quarto acesa diziam que “fazia mal ao bebé “.
Ele também nem sempre me deixava descansar, pois quando chegava do trabalho há noite, ia jogar com o irmão enquanto eu tentava dormir… acabei por voltar a falar com os meus pais que me receberam de braços abertos e me alimentavam, só já não tinham quarto para mim… e fiquei onde estava, na casa dos pais dele.
No dia em que faltavam 3 dias para ter 8 meses de gravidez não conseguia manter nada no estômago , a mãe dele pediu-me para ir ao hospital obrigando-o a ir comigo quando ele disse que “quando eu parisse que ia morrer.” E aqueles palavras foram dolorosas… fiquei internada, passei a noite a fazer exames e fui diagnosticada com síndrome de Help. Depois de toda a situação e susto, já com a minha filha nos braços decidi dar uma oportunidade ao meu companheiro. Contudo 2 meses depois a mãe dele quis o quarto para a irmã e o seu namorado, e tivemos de ir viver numa outra casa…. Desta vez sem condições e por baixo da casa dos pais dele. Quando a minha filha tinha cerca de 1 ano consegui arranjar trabalho, adorava ser empregada de balcão, tinha um bom horário mas faltava uma pessoa para preencher a equipa (era apenas eu a trabalhar e faltava uma segunda pessoa) ele achou que era boa ideia a irmã dele ir trabalhar comigo e assim foi… contudo ela envergonhou-me imensas vezes, discutimos imenso, pois ela foi expor os defeitos da família para o trabalho. Acabei por arranjar outra coisa para trabalhar mas… sinto que algo já tinha mudado mais ainda, ele estava cada vez mais distante, nunca me protegeu da família dele nem quando a mãe dele chamou a polícia porque eu queria ir-me embora da minha casa com a minha filha porque eu e o meu namorado tínhamos tido uma discussão por ele ter bebido muito e me ter falto ao respeito.
Ele cada vez procura-me menos, ajuda-me em casa com a menina e com as tarefas mas não me protege, não faz nada para sairmos desta casa e termos uma vida melhor, e cada vez parece mais distante…
Tanto que muitas vezes me sinto envergonhada porque moramos num rés do chão e a família dele várias vezes põe a cabeça na minha janela para nos verem… e muitas das vezes estou há vontade em casa, vestida ou não… e ele não os impede, não fala… nada…
Não sei se é normal… nunca tive um relacionamento tão duradouro e com um filho no meio…
Já pensei em ir a um psicólogo mas ele diz que eu sou maluca por pensar nisso e que nada iria mudar se fosse falar com um psicólogo sobre tudo o que já se passou…
Alem disso muitas vezes eu não sei o que eu sinto por ele, as vezes parece que o amo, mas outras… que não, pois não o consigo compreender por ser assim… será normal?RESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde,
Antes de mais, lamento tudo o que descreve pois não deve estar a ser fácil lidar com tantas situações ao mesmo tempo.
Pelo que conta, é natural sentir-se confusa e até dividida em relação ao que sente. Quando uma relação tem momentos difíceis, falta de apoio e situações que nos fazem sentir inseguras ou desvalorizadas, é muito comum surgirem essas dúvidas.
Mais do que perceber se é “normal” ou não, o importante é perceber como se sente dentro da relação: se se sente respeitada, segura e apoiada .
Procurar apoio psicológico pode ser uma boa forma de organizar tudo o que tem vivido, perceber melhor o que sente e ajudá-la a tomar decisões com mais clareza. Não significa que haja “algo de errado consigo”, mas sim que quer cuidar de si.
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Boa Tarde! Por favor, a Avaliação psicologia para conduzir serve para a carta de conduzir a para T
Boa Tarde!
Por favor, a Avaliação psicologia para conduzir serve para a carta de conduzir a para TVDE e após a consulta qual o prazo para emissão do referido documento para juntar no IMT?RESPOSTA DO MÉDICO:
A avaliação psicológica para condutores pode, sim, ser utilizada para efeitos de obtenção ou renovação de carta de condução, incluindo para atividade TVDE. No caso de TVDE, é exigida uma avaliação psicológica específica, com emissão de um certificado próprio para esse fim.
Após a realização da avaliação, na minha clínica, The Psychological Effect, em São João da Madeira, o condutor leva o certificado imediatamente no final da consulta (caso seja considerado apto, claro).
Na The Psychological Effect realizamos este tipo de avaliação e garantimos que todo o processo é feito de acordo com as exigências legais, para que possa submeter a documentação no IMT sem dificuldades.
Se precisar de agendar ou esclarecer alguma questão adicional, estou disponível para ajudar.
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Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
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