Olá a todos! Após vasta hesitação gostaria de consultar um psicólogo, preferencialmente em consultó

3 respostas
Olá a todos!
Após vasta hesitação gostaria de consultar um psicólogo, preferencialmente em consultório, na área de Viseu.
Mas estou com bastantes duvidas em relação a como escolher o profissional mais adequado, pelo que aceito recomendações. Também estou apreensiva em relação ao que esperar da primeira consulta e do acompanhamento, nomeadamente o número de sessões necessárias para determinar ferramentas para gestão do cenário psicológico. Pode vir a ser uma caixa de Pandora, um labirinto, que se arrasta por diferentes terapeutas e inúmeras sessões (o que seria uma situação indesejada no meu caso)?
Após várias pesquisas e muita introspecção consegui identificar claras tendências
"Borderline", mesmo sem diagnóstico oficial/profissional.
Assim, pergunto:
1. Para uma pessoa.relativamente autoconsciente e introspectiva seriam, à partida, necessárias 5, 10, 20 ou mais sessões...?
2. É sagaz partilhar com o psicólogo este autodiagnostico?
3. O diagnostico é sequer importante?

Desde já muito obrigada pela sua atenção e por ler. Cumprimentos!
Boa tarde. O número de sessões, mesmo para o mesmo diagnóstico, é muito variável. O diagnóstico é importante se servir como explicação dos comportamentos e como orientação do tratamento. Deve partilhar todo o conhecimento que tem sobre si com o seu terapeuta.

No meu site há uma página que a poderá ajudar no processo de escolha do terapeuta certo para si (no blog dos Dias Úteis- como escolher um psicólogo).

Desejo-lhe as maiores felicidades.

Cumprimentos José Armindo

Boa tarde .
se tem a percepção que tem esse diagnostico , devera consultar um profissional na área da Saúde Mental .
Poderá partilhar as suas dúvidas e sintomatologia, mas o diagnostico é o menos importante
O importante é o tratamento
Quanto ao numero de sessões é muito variável
Dê o primeiro passo , vá consultar o especialista , cada coisa de sua vez
Boa sorte
Rita Castelo

«Pode vir a ser uma caixa de Pandora, um labirinto» todos somos uma caixinha de surpresas. «Após várias pesquisas e muita introspecção consegui identificar claras tendências "Borderline", mesmo sem diagnóstico oficial/profissional.» O auto-diagnóstico poderá contaminar a relação terapêutica com dúvidas e desconfiança se o especialista. Confirmar um outro estado patológico.
A terapia é a chave deste processo e, por esse motivo, jamais deverá haver dúvidas ou resistência na sua realização-tratamento.
O numero de sessões depende do efeito entre a imunidade psicológica adquirida (maturação de personalidade) e as adversidades patológicas.

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