Olá a todos! Após vasta hesitação gostaria de consultar um psicólogo, preferencialmente em consultó

Olá a todos! Após vasta hesitação gostaria de consultar um psicólogo, preferencialmente em consultório, na área de Viseu. Mas estou com bastantes duvidas em relação a como escolher o profissional mais adequado, pelo que aceito recomendações. Também estou apreensiva em relação ao que esperar da primeira consulta e do acompanhamento, nomeadamente o número de sessões necessárias para determinar ferramentas para gestão do cenário psicológico. Pode vir a ser uma caixa de Pandora, um labirinto, que se arrasta por diferentes terapeutas e inúmeras sessões (o que seria uma situação indesejada no meu caso)? Após várias pesquisas e muita introspecção consegui identificar claras tendências "Borderline", mesmo sem diagnóstico oficial/profissional. Assim, pergunto: 1. Para uma pessoa.relativamente autoconsciente e introspectiva seriam, à partida, necessárias 5, 10, 20 ou mais sessões...? 2. É sagaz partilhar com o psicólogo este autodiagnostico? 3. O diagnostico é sequer importante? Desde já muito obrigada pela sua atenção e por ler. Cumprimentos!

6 respostas


Boa tarde. O número de sessões, mesmo para o mesmo diagnóstico, é muito variável. O diagnóstico é importante se servir como explicação dos comportamentos e como orientação do tratamento. Deve partilhar todo o conhecimento que tem sobre si com o seu terapeuta. No meu site há uma página que a poderá ajudar no processo de escolha do terapeuta certo para si (no blog dos Dias Úteis- como escolher um psicólogo). Desejo-lhe as maiores felicidades. Cumprimentos José Armindo


Boa tarde . se tem a percepção que tem esse diagnostico , devera consultar um profissional na área da Saúde Mental . Poderá partilhar as suas dúvidas e sintomatologia, mas o diagnostico é o menos importante O importante é o tratamento Quanto ao numero de sessões é muito variável Dê o primeiro passo , vá consultar o especialista , cada coisa de sua vez Boa sorte Rita Castelo


«Pode vir a ser uma caixa de Pandora, um labirinto» todos somos uma caixinha de surpresas. «Após várias pesquisas e muita introspecção consegui identificar claras tendências "Borderline", mesmo sem diagnóstico oficial/profissional.» O auto-diagnóstico poderá contaminar a relação terapêutica com dúvidas e desconfiança se o especialista. Confirmar um outro estado patológico. A terapia é a chave deste processo e, por esse motivo, jamais deverá haver dúvidas ou resistência na sua realização-tratamento. O numero de sessões depende do efeito entre a imunidade psicológica adquirida (maturação de personalidade) e as adversidades patológicas.


Mais que um diagnóstico, importa compreender. Os diagnósticos são estáticos e se classificam, e nesse sentido são um bom auxiliar terapêutico, pouco mais esclarecem e ajudam a lidar com as dimensões do viver. Compreender como se sente, em que momento da sua vida se encontra é uma condição imprescindível para encontrar sentidos e agir. Impõe-se abordar e organizar o presente para reunir condições de resolver as questões que o perturbam e recuperar a capacidade de tomar decisões e construir um projecto de vida. As sessões podem ser tradicionais ou via WEB. Num volume significativo das situações é uma questão de preferência, salvaguardadas as condições de privacidade.

Dr. Nuno Gonçalves

Dr. Nuno Gonçalves

Psicólogo

Angra Do Heroísmo

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Boa tarde! Faça o trabalho de sentar no lugar de "paciente" deixe fluir a relação de confiança.Lembre se que vc é uma cópia única, às respostas que precisa se dá no setting terapêutico. Escolha e experimente Psi Rosângela Barreto


Olá! Obrigada pela sua partilha. Vou tentar retirar algumas das dúvidas: O número de sessões varia muito consoante as necessidades de cada pessoa e o tipo de acompanhamento, mas geralmente 12 a 20 sessões permitem começar a desenvolver ferramentas práticas. Não há um número fixo e também depende do compromisso e empenho da pessoa. É muito útil partilhar o seu autodiagnóstico, porque ajuda o psicólogo a compreender o que está a viver e a orientar melhor a intervenção e a analisar essa possibilidade de diagnóstico. O diagnóstico até pode ajudar a estruturar o trabalho, mas o foco principal é sempre o seu bem-estar e as dificuldades que sente, independentemente do rótulo. Tenho experiência em trabalhar com perturbação borderline. Se quiser, podemos marcar uma primeira consulta.

Dra. Rita Lemos

Dra. Rita Lemos

Psicólogo

Miranda Do Corvo

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