Olá, a minha namorada traiu-me há cerca de 2 anos com um amigo da irmã que não sabia que ela estava
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Olá, a minha namorada traiu-me há cerca de 2 anos com um amigo da irmã que não sabia que ela estava numa relação. A irmã vai organizar uma festa de anos e eu soube que este amigo estará presente, pelo que tenho andado com ansiedade em relação a isto, com receio em relação à minha postura na festa e com alguns sentimentos negativos à mistura. Como posso relativizar esta situação pontual?
Numa situação destas pode tomar diferentes atitudes. Num primeiro momento pode ir ao aniversário (será a opção mais difícil) e tentar manter o mínimo de contacto possível com esse pessoa e focar-se nas restantes pessoas da festa, poderá apenas passar pelo aniversário para cumprimentar a irmã da sua namorada e não estar presente no resto da festa, ou poderá não ir a este aniversário falando previamente com a irmã da sua namorada explicando lhe os seus motivos. É uma decisão que deverá tomar não havendo uma solução ideal. Será sempre importante evitar pensamentos negativos relativamente a esta pessoa.
Boa tarde!
É uma questão válida a que traz! No entanto, superar uma traição não é um processo fácil e pressupõe que se recupere valores fundamentais como, por exemplo, a confiança. O facto de se sentir inseguro, com receio da sua reação na presença dessa pessoa sugere que a situação não ficou bem resolvida e não será tão pontual assim.
Contudo, se decidiu perdoar a traição e manter a relação, só pode sentir-se confiante relativamente a esse dia!
É uma questão válida a que traz! No entanto, superar uma traição não é um processo fácil e pressupõe que se recupere valores fundamentais como, por exemplo, a confiança. O facto de se sentir inseguro, com receio da sua reação na presença dessa pessoa sugere que a situação não ficou bem resolvida e não será tão pontual assim.
Contudo, se decidiu perdoar a traição e manter a relação, só pode sentir-se confiante relativamente a esse dia!
Boa tarde. A psicologia cognitivo comportamental é a forma mais eficaz de terapia para esse tipo de problema. De uma forma geral, é sempre preferível expor-se à situação em vez de fugir, evitar ou fazer de conta que não se passa nada. Se for um problema da relação, recomendo a terapia de casal com a Jéssica Ferreira. Se for apenas um problema seu de ciúmes e pensamentos ruminantes deve procurar um psicólogo e ter consultas individuais. Desejo-vos as maiores felicidades. Cumprimentos José Armindo
Bom dia! Quando descreve o episódio, refere-se ao facto do amigo não saber que "ela" (a sua namorada) estava numa relação, entendendo-se ser uma desculpa para aceitar a traição. A ansiedade diz respeito a uma falta de confiança, entendendo o momento que aí vem (a festa), como uma ameaça.
Parece ser importante refletir sobre esta relação e, para isso, a terapia de casal ou individual, poderá ser uma solução.
Parece ser importante refletir sobre esta relação e, para isso, a terapia de casal ou individual, poderá ser uma solução.
Boa tarde. Quando numa relação há traição, existem valores que se quebram, como é o caso da confiança. Ao perdoar e aceitar reconstruir a relação, é importante estar seguro de si mesmo, de que realmente é capaz de superar a situação sem danos para si, para a sua autoestima e bem-estar. Mas também, estar disponível a confiar novamente no outro. Se sente que essas situações, quando acontecem, lhe causam ansiedade, procure ajuda junto de um Psicólogo. Para si, a situação pode não estar tão bem resolvida e assim sendo, pode ter um impacto significativo na forma como se vê a si e à sua relação. Na festa, tente manter-se o mais sereno possível, aproxime-se de pessoas que lhe fazem bem e que possa partilhar um bom momento de convívio. Converse com a sua namorada, diga-lhe o que está a sentir e juntos apoiem-se um ao outro e superem o desafio de estar no mesmo espaço que essa pessoa. Cumprimentos, Vera Faria
A ansiedade é compreensível, mas indica que a ferida não está totalmente integrada.
Evitar não resolve; enfrentar sem ferramentas também não.
Recomenda-se consulta psicológica, para trabalhar limites, autorregulação emocional e significado do evento.
Evitar não resolve; enfrentar sem ferramentas também não.
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