Dependencia farmacológica
O Victan causa dependência? Estou com receio pois tomo em media duas vezes por semana ja ha 9 meses... As vezes mais outras menos.. As vezes 4 mg de uma vez pois já não sentia o mesmo efeito mas tive sempre o cuidado de dar dias de intervalo... As vezes paro por 7 dias sei que não estou viciado mas estarei dependente? Corro o risco de ter sintomas ao deixar? Faco terapia cognitivo comportamental.
6 respostas
Boa tarde, As questões relativas à medicação e sua ou não dependência, será conveniente coloca-las a quem lhe prescreveu. É muito importante saber o que se toma, como se toma e se deve tomar! Boa sorte! Cumprimentos.
A toma de medicação deve ser ser acompanhada de recomendação e prescrição médica. Diz estar a fazer "terapia" cognitivo comportamental. Se estiver acompanhada por um psicólogo, deve estar a fazer psicoterapia. Neste caso deverá colocar-lhe as suas duvidas porque terá competências para a elucidar. Cordialmente
Bom dia. Tal como colegas já referiram, seria importante ver junto do médico que lhe prescreveu qual a melhor forma de tomar a medicação, assim como deverá fazer a descontinuação da toma do mesmo. Por vezes a medicação para fazer o devido efeito necessita de ter uma toma periódica sem paragens. Já a sua descontinuação deve ser acordada com o médico, pois muitas vezes sendo descontinuada de um dia para o outro pode provocar alguns sintomas... Penso que o melhor neste momento seria aconselhar-se junto do médico ou do seu psicólogo acerca desta temática. Cumprimentos.
Bom dia. O mais adequado será perceber em que situações precisa de tomar o victan e abordar as suas dificuldades com o seu psicoterapeuta de forma a conseguir lidar com os sintomas sem necessidade de recorrer ao fármaco. Os melhores cumprimentos,
Boa tarde! Os psicofármacos, como é o caso do victan, podem causar dependência psicológica e física. Por conseguinte, devem ser utilizados apenas mediante prescrição médica. Com base no seu quadro clínico, o seu médico decide se é necessário ou não recorrer à terapêutica farmacológica. Conforme também já referido pelos meus colegas, a terapia cognitivo-comportamental pode dispensar a medicação, e trás muito bons resultados para as pessoas com problemas ou dificuldades do foro mental.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




