Como agir com doente borderline.
Como agir com doente borderline. Sou mãe 74 anos e a minha filha , solteira, desempregada há 6 anos , 45 anos , tem um péssimo relacionamento comigo e agora estendeu- se a toda a família?
6 respostas
A sua filha vive consigo? Se vive em sua casa, não se esqueça que as regras são suas e que tem que por alguns limites. Ela necessita de querer, isto é, de sentir necessidade de modificar alguns comportamentos, Necessita de ajuda psicológica, mas precisa de se comprometer com isso, ou seja, deve sentir que só tem a ganhar se mudar algumas coisas e que está na mão dela apoderar-se da sua própria vida e que o seu mau-estar não e culpa de todos os que a rodeiam, mesmo quando é, há possibilidades de tomar atitudes e agarrar um certo equilíbrio. A Psicoterapia pode ajudar nesse processo.
Antes de mais deve procurar ajuda de um psicólogo clinico e naturalmente caso esta viva em sua casa, as regras e limites devem ser impostas por si.
A irritabilidade e o humor depressivo de que fala, são indicadores de uma instabilidade psicológica, que perturbam o bem-estar do próprio e daqueles que o rodeiam. Regra geral, uma psicoterapia poderá ajudar a transformar esse quadro. Aconselho, pois, que a sua filha procure um psicólogo clínico, que avaliará a situação.
Se a sua filha foi mesmo diagnosticada como sofrendo da Síndrome Borderline ou Transtorno de Personalidade Limítrofe é importante que lhe tenham explicado que a instabilidade emocional a irritabilidade fácil, o medo da rejeição, os relacionamentos instáveis e desajustados são frequentes. O importante é que para que o ambiente familiar seja o mais estável possível é importante que a sua filha seja acompanhada por um médico em termos farmacológicos e cima de tudo que comece a fazer Psicoterapia. Também a aconselho a si que é a mãe e vive com ela a pedir a um profissional de saúde (Psicólogo)que lhe explique a compreender esta patologia e a saber lidar da melhor forma com a sua filha.
A Perturbação da Personalidade Borderline é marcada por instabilidade nas relações interpessoais, na auto-imagem. nos afetos e com impulsividade marcada. A psicoterapia poderá ser uma ajuda excelente na redução dos sintomas, ajudar a moldar a dimensão do temperamento disfuncional e facilitar o funcionamento social, ocupacional e relacional. Se a sua filha estiver disponível e concordar e desejar a ajuda de um psicólogo poderá ser crucial na promoção dessa mudança.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

