Perguntas do paciente (5)
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Como posso saber se sou trans ? Devo procurar um psicólogo primeiro pra ter certeza ?
Como posso saber se sou trans ? Devo procurar um psicólogo primeiro pra ter certeza ?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia,
A resposta estará em ti, no que sentes, nas tuas vivências, e um/a psicólogo/a com conhecimento na area poderá ajudar a explorar e perceber sem julgamentos. A resposta pode ser trans ou outra, porque a identidade de género tem muitas variantes e não há respostas certas a não ser encontrar a que te faz sentir mais tu mesmo/a.
Em qualquer caso, é necessariamente um processo complexo emocionalmente (pode ser também fisicamente ) e é fundamental explorar com alguém com experiência na área.
Eu tenho trabalhado com pessoas trans MtF, FtM, não binárias, em consulta particular e no âmbito do serviço de aconselhamento psicologico da ILGA.
Estou disponível para responder a duvidas sem qualquer compromisso.
Cumprimentos,
Tânia
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gosto de fazer xixi na fralda e andar de chupeta isto pode ser sintoma?
gosto de fazer xixi na fralda e andar de chupeta isto pode ser sintoma?
RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia,
Se não causar sofrimento ou dano a si ou a outras pessoas não tem que ser um problema.
Se coloca a questão aqui acredito que seja algo que o/a preocupa e valerá a pena explorar essa questão com apoio e sem julgamento com um/a psicólogo/a com formação e experiência em sexologia e temas de diversidade sexual.
Cumprimentos, Tânia
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Boa noite, tenho 25 anos e sou virgem. Além disso, sempre que me masturbo (estimulação do clitóris)
Boa noite, tenho 25 anos e sou virgem. Além disso, sempre que me masturbo (estimulação do clitóris) nunca consigo atingir o orgasmo pois quando sinto que estou quase a alcançar paro de me masturbar, como se paralisasse. Gostaria de saber qual poderá ser o problema e o que devo fazer para ultrapassar?
RESPOSTA DO MÉDICO:
É difícil dar uma resposta útil, sem a conhecer e sem saber um pouco mais sobre o que está a acontecer, pois cada caso é diferente.
Dada a descrição e o tema sugeria procurar um/a psicólogo/a com formação em sexologia para a ajudar a compreender o que se passa e , consigo, encontrar um caminho para uma vivência mais satisfatória do seu corpo e prazer. Ao dispor, TD
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Alterações da libido
Boa noite doutor,
Tenho 34 anos e sofri uma separação recente (fevereiro deste ano) da qual resultou uma depressão.
Fui consultado por um psicólogo e em seguida por um psiquiatra, o qual me receitou 3 medicamentos, paroxítina, trazodona e victan. Fiz o tratamento durante 2 meses. Após esse período conheci uma namorada e comecei a minha vida sexual, mas notei que tinha falta de libido e a ereção não era total. Deixei de tomar a mediação sem fazer o desmame. Como andava no ginásio, decidi fazer um ciclo para ganhos de massa muscular, usei durante 5 semanas (2× por semana 1ml) de testoviron. A minha vida sexual manteve se igual, pouca ereção e a libido também era quase nula. Decidi procurar um urologista, fiz análises e ecografia ao sistema reprodutor e bexiga, estando tudo normal. O mesmo receitou me ve-150, sargenor e proviron. Fiz o tratamento e não houve melhoras significativas. Passados 6 meses decidi procurar outro urologista, o qual receitou me um medicamento genérico equivalente ao Cialis. Ainda não experimentei, mas certamente que só irá fazer efeito após a toma. O que deverei fazer para aumentar a libido e a ereção? Tenho uma namorada muito ativa, quer ter relações constantemente, e não consigo satisfaze-la. O que devo fazer?
ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
Boa tarde!
Reforço a ideia das colegas sobre a importância de procurar um acompanhamento psicológico, mas com a salvaguarda de procurar alguém com formação em sexologia, porque há questões específicas não só relativamente às vivências e ao entendimento do que se passa e como melhorar, como à interacção com a medicação proposta.
A utilização de Cialis pode ser útil pontualmente, como desbloqueador, no quadro de uma intervenção mais alargada. Utilizado sozinho garantirá provavelmente a ereção quando o toma, mas não resolve as questões subjacentes .
Com o devido acompanhamento é possível ter uma vida sexual muito mais satisfatória, não só pela sua namorada, mas principalmente por si mesmo . :)
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Depressão
Tenho 49 anos e sou Assistente Social. Exerci funções de Diretora Técnica de uma IPSS com várias respostas sociais. Trabalhei nessa IPSS de Janeiro de 1993 a Setembro de 2017.
Em 2005 tive uma "ligeira" depressão, até hoje tomo a mesma medicação, porque estou habituada e porque me dá segurança.
Em 2014 tive de baixa médica 6 meses; Em 2016, após um episódio muito stressante e sem condições de trabalho, dirigi-me em desespero á minha USF e estive 12 dias de baixa; Em 2017, a minha médica de família disse-me que estava em Burnout e tinha que descansar. Estive de baixa 3 meses (Abril a Junho). Fui trabalhar o mês de Julho e foi horrível. Ansiedade, pânico, tristeza profunda com choro fácil, sentimento de impotência e de incapacidade, etc. Estive de baixa o mês de Agosto até 8 de Setembro. Fui a uma junta médica e disseram-me que podia continuar de baixa por muito mais tempo mas não seria remunerada. Não aguentei a ideia de ter que voltar a trabalhar e também não podia continuar de baixa porque não tinha mais nenhuma fonte de rendimento. A minha vida familiar não tem sido fácil, tenho 3 filhos com 17, 18 e 21 anos e eduquei-os sozinha desde que me separei, quando tinham 2, 3 e 6 anos. Toda a minha história de vida pessoal e profissional foi muito exigente, sobretudo a nível emocional, levando-me á exaustão. Em Setembro de 2017 despedi-me. Concordaram em dar-me uma compensação pelos anos que trabalhei lá, mas não tive direito ao subsidio de desemprego. Tenho ido a entrevistas de trabalho na minha área mas ainda não me sinto com discernimento nem capacidade para retomar um trabalho nesta área. Não sei fazer mais nada. Estou desesperada, tenho muito pressão da minha família e estou a ficar numa situação de precaridade a todos os níveis. O que poderei fazer? ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
Não há respostas fáceis e rápidas para um percurso tão difícil, mas há caminhos possíveis para que seja melhor e não tem que os fazer sozinha. Imagino, pelo que conta, que já tenha tido que dar demasiados passos sozinha.
O apoio de um(a) psicólogo(a) clínico(a) será fundamental para a ajudar a descobrir esses caminhos possíveis.
Se tiver dúvidas esteja à vontade para perguntar, sem pressões, expectativas ou compromisso. :)
Tânia
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Perguntas frequentes
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Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
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