Perguntas do paciente (7)

  • Depressão

    Boa noite! Sempre foi uma criança, adolescente e adulto insegura e com baixa autoestima, quando criança sofri de bullying, em 2005 tive a minha primeira depressão e desde aí só consegui deixar a medição por períodos curtos. No ano passado mesmo tomando Sertralina 50mg tive uma recaída grande, desde então sou seguida por uma psiquiatra aumentou para 100mg de Sertralina mais Duloxetina 60mg e como ando sempre cheia de ansiedade Alprazolam 0,5mg melhorei durante uns tempos mas agora já comecei a piorar novamente, tou a pensar em fazer psicoterapia pois não vejo luz ao fundo do túnel, que me aconselham? Obrigado

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    A psicoterapia é mesmo fundamental, o meio através do qual pode trabalhar as suas questões emocionais. Cumprimentos


  • Boa tarde, eu costumava ser uma pessoa calma e muito divertida. Mas já desde há alguns meses que me

    Boa tarde, eu costumava ser uma pessoa calma e muito divertida. Mas já desde há alguns meses que me tornei muito possessiva com as pessoas que me rodeiam, no sentido de ficar mal por tudo e por nada, como se me sentisse sempre a ser deixada para trás. E nunca consigo estar feliz com nada. Tenho um relacionamento sólido e o meu namorado é a melhor pessoa que poderia ter, mas eu não consigo estar feliz com ele porque meto todas as pessoas que me deixam ainda mais em baixo à frente dele. E sinto que estou a entrar num poço fundo. Por favor, alguém tem algum conselho para me dar?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    É muito importante esta consciência que você está a ter sobre as suas emoções. A psicoterapia é um meio de trabalhar tudo isso e assim se compreender melhor, para transformar o que for preciso dentro de si.


  • Ansiedade

    Passados largos meses de um ataque de pânico ao qual não liguei por não saber o que era, surgiu outro, que me abalou bastante. Desde aí, a vida mudou, ansiedade generalizada, talvez. Causou perda de apetite, algum isolamento, insónia, medo de não conseguir dormir e neurose de que '' estou assim, mal ''.
    Algum tratamento natural que possa ajudar neste caso?
    Esta preocupação poderá estar no mau funcionamento cerebral?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    Também aconselho que procure um psicólogo para perceber melhor o sentido dessa experiência. Assim poderá compreender o que se passa consigo e qual a melhor estratégia a adotar. Melhores cumprimentos.


  • Transtornos do Comportamento Infantil

    Boa noite,

    Tenho um filho que em setembro faz oito anos e que me preocupa muito. É uma criança muito revoltada. À mínima situação que não corresponda aos seus interesses ou expectativas, reage de forma nervosa, com raiva embora sem agressividade. Parece sempre zangado com tudo e todos. Sempre infeliz. A vida com ele torna-se difícil. Um simples lavar os dentes, despir, chamar para vir para a mesa etc torna-se uma situação de stress. Na escola relaciona-se bem com os colegas que não o discriminam, embora as suas reações de falar alto e de reagir a tudo com raiva e chorar façam que a maioria dos pais não o queiram a conviver mais proximamente com os seus filhos. O que me deixa naturalmente muito infeliz. A professora queixa-se da sua impulsividade e dificuldade de lidar com qualquer problema ao qual reage sempre impulsivamente e de forma revoltada. Quanto ao rendimento escolar não tem qualquer problema. É um bom aluno especialmente dotado para a matemática.
    É um menino muito ativo e tendencialmente está sempre em movimento. Já pensei se terá algum tipo de hiperatividade porque mesmo que esteja sentado está muitas vezes a mexer as mãos ou os pés.
    O que mais me preocupa é no entanto a sua dificuldade de reagir naturalmente à frustração e controlar os seus impulsos. Esta característica da sua personalidade prejudica-o a ele e a todos que o rodeiam. Existe algum tratamento para controlo e modificação de comportamento em criancas desta idade? Se sim, quanto tempo demoram em média os tratamentos até que uma possível mudança comportamental se verifique?
    Muito obrigada

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    Aconselho que procure um psicólogo para conversar melhor sobre o seu filho e a vossa dinâmica familiar. A psicoterapia para crianças tem excelentes resultados, não sendo possível precisar um tempo específico, uma vez que cada caso tem a sua particularidade. Melhores cumprimentos.


  • Dolo

    Como lidar com a morte de um ser querido, lidar com a solidão e deixar de sentir que a vida não faz sentido?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    O luto é um momento importante de ser vivido, durante um determinado tempo, sem negação. Contudo, se esta dor da perda não passa, comprometendo o bem-estar da pessoa e o seu envolvimento na vida, é importante buscar ajuda para conseguir lidar/superar esta fase.


  • Terapia Individual

    Durante uns anos para cá, houve problemas familiares varias vezes, assisti a alguns , fui desmotivando aos poucos e fez com que me tornar-se numa pessoa menos calma e com preocupações a toda a hora. Reago de forma diferente ao dia a dia , desde ai coisas no namoro foram piorando nos fomos afastando, o pior é que terminamos recentemente para termos calma. A cada dia só penso como posso reagir a tudo isto? O que me recomendam? Tenho 23 anos

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    A psicoterapia pode ser muito útil para lhe ajudar a compreender-se melhor, possibilitando que as suas escolhas não sejam contaminadas por questões não elaboradas do passado e do presente.


  • Após um parto instrumentado e

    Após um parto instrumentado e com muitos pontos deixei de sentir prazer nas relações sexuais,deixei de sentir desejo ou vontade em ter relações. Passou um ano e meio e tenho dores durante o acto. Devo procurar que tipo de ajuda, Ginecologista ou psicológico?

    RESPOSTA DO MÉDICO:

    Dra. Marcela Almeida Alves

    Olá, a maternidade é uma experiência significativa do ponto de vista emocional. A mulher ganha um novo papel e a relação conjugal necessita de passar por adaptações. Considero que seria importante conversar com um psicólogo para perceber como estas experiências do parto e da maternidade podem ter repercutido na dinâmica conjugal e na própria feminilidade. Consultar um ginecologista também é importante para esclarecer essas dúvidas sobre a recuperação após o parto. Se fisicamente estiver tudo bem, muito provavelmente há uma questão psicológica de fundo.


Perguntas frequentes

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