Perguntas do paciente (5)
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Boa noite. Tenho 23 anos e neste momento sou trabalhadora e estudante de mestrado. A nível profissio
Boa noite.
Tenho 23 anos e neste momento sou trabalhadora e estudante de mestrado. A nível profissional não podia estar mais contente, recentemente fui promovida a supervisora e sinto me desafiada todos os dias. Contudo, desmotivei muito a nível do mestrado e adiei 6 meses, e agora sinto que estou a adiar a continuação da minha tese.
Em parte sinto que tudo o que está acontecer é um reflexo de muitas coisas que se têm passado na minha vida. Sofro de ansiedade e de há um ano para cá que tenho imensa dificuldade em dormir. Sinto-me emocionalmente instável e desgastada e tem se vindo a refletir a nível físico. Recentemente fui parar ao hospital completamente desgastada fisicamente. Não sei o que fazer, sempre tive objetivos bem definidos e muita motivação, e agora não o consigo. Há dias já não me apetece sair da cama e não sei o que fazer? A minha cabeça balança entre querer alcançar todos os meus objetivos e querer largar tudo.RESPOSTA DO MÉDICO:
E evidente que precisa de ajuda, Mas para adiantar trabalho procure com calma identificar os seus receios os seus medos, será uma boa base para início de trabalho
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Preciso muito de um conselho seu! Boa tarde, Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e
Preciso muito de um conselho seu!
Boa tarde,
Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e de eu ser ainda virgem, uma coisa quero e tenho acerteza absoluta, quando eu tiver um futuro namorado vou querer usar com ele vários tipos de brinquedos de sexo, principalmente vibradores, dildos e mini-vibradores que estimulam o clitóris e o ponto g da mulher.
Vir a usar vibradores com o meu futuro namorado é uma coisa que eu desejo muito, mas o problema é que quando chegar a este momento vou ter receio e vergonha de dizer e pedir essas fantasias com o meu futuro namorado, pois tenho muito medo de vir assustá-lo com isso, que ele vaia pensar mal de mim e vaia pensar que eu seja alguma tarada e de que ele nao vaia reagir bem, quanto ao assunto de eu vir querer a usar vibradores com ele.
Perante a esta futura situaçao, quando chegar a este momento, o que deverei fazer?
Independentemente de qual for a reaçao dele, será que eu deverei abrir-me totalmente com ele e revelar-lhe todas as minhas fantasias sexuais para com ele?RESPOSTA DO MÉDICO:
Bom dia
Num relacionamento um dos piores problemas é a falta de comunicação, fale explique diga, num relacionamento o que fica por dizer funciona como castrador.
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Boa Tarde. Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e ser solteira, gostava muito de te
Boa Tarde.
Tenho 30 anos e apesar de eu nunca ter tido namorado e ser solteira, gostava muito de ter um namorado e de me casar.
Mas é a tal coisa, eu por muitos motivos não quero ter filhos, não tenho nenhuma paciência para sofrer birras e choros de crianças e como eu não quero ter filhos, quando eu tiver um namorado tenho muito receio de que ele me vaia deixar e de vir a ficar solteira para sempre somente pelo fato de eu não querer ter filhos, pois há homens que querem ter filhos.
1- No entanto, ao eu não querer ter filhos nem isso sequer fazer parte dos meus planos futuros, deverei ser sincera com o meu futuro namorado ao dizer-lhe que eu não quero ter filhos?!
Pois eu por causa disso, tenho muito receio de que ele me possa vir a deixar e como eu não quero ter filhos, eu não quero ficar solteira para sempre, uma vez que eu pretendo muito vir a ter um futuro namorado e me casar.
Aguardo pela resposta!RESPOSTA DO MÉDICO:
Um passo de cada vez de uma forma serena, quando encontrar a pessoa certa terá de lhe expor os seus pontos de vista sem receio
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Depressão
Tenho 49 anos e sou Assistente Social. Exerci funções de Diretora Técnica de uma IPSS com várias respostas sociais. Trabalhei nessa IPSS de Janeiro de 1993 a Setembro de 2017.
Em 2005 tive uma "ligeira" depressão, até hoje tomo a mesma medicação, porque estou habituada e porque me dá segurança.
Em 2014 tive de baixa médica 6 meses; Em 2016, após um episódio muito stressante e sem condições de trabalho, dirigi-me em desespero á minha USF e estive 12 dias de baixa; Em 2017, a minha médica de família disse-me que estava em Burnout e tinha que descansar. Estive de baixa 3 meses (Abril a Junho). Fui trabalhar o mês de Julho e foi horrível. Ansiedade, pânico, tristeza profunda com choro fácil, sentimento de impotência e de incapacidade, etc. Estive de baixa o mês de Agosto até 8 de Setembro. Fui a uma junta médica e disseram-me que podia continuar de baixa por muito mais tempo mas não seria remunerada. Não aguentei a ideia de ter que voltar a trabalhar e também não podia continuar de baixa porque não tinha mais nenhuma fonte de rendimento. A minha vida familiar não tem sido fácil, tenho 3 filhos com 17, 18 e 21 anos e eduquei-os sozinha desde que me separei, quando tinham 2, 3 e 6 anos. Toda a minha história de vida pessoal e profissional foi muito exigente, sobretudo a nível emocional, levando-me á exaustão. Em Setembro de 2017 despedi-me. Concordaram em dar-me uma compensação pelos anos que trabalhei lá, mas não tive direito ao subsidio de desemprego. Tenho ido a entrevistas de trabalho na minha área mas ainda não me sinto com discernimento nem capacidade para retomar um trabalho nesta área. Não sei fazer mais nada. Estou desesperada, tenho muito pressão da minha família e estou a ficar numa situação de precaridade a todos os níveis. O que poderei fazer? ObrigadoRESPOSTA DO MÉDICO:
Primeiro tem de tratar de si, pois se não o fizer será muito difícil fazer o que quer que seja e a família tem de ter paciência.
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Estou um bocado frustrado por tentar psicoterapia por um longo período (mais de um ano) para resolve
Estou um bocado frustrado por tentar psicoterapia por um longo período (mais de um ano) para resolver um transtorno de ansiedade sem grandes resultados. E vejo muitos casos bem mais graves que o meu que tomam antidepressivos e ficam bem! Acho que já consegui os resultados esperados da psicoterapia, aceitar os sintomas, viver com eles, não tenho qualquer ataque ou fobia mas diversos sintomas continuam. E uma qualidade de vida muito pobre... Quero evitar medicamentos a todo custo devido aos efeitos secundários e sempre acreditei na psicoterapia mas começo a duvidar. Qual é na verdade os resultados que tem com os seus clientes? Sei que ansiedade é normal em certas situações sempre a tive em toda a minha vida mas desde que entrei em crise é disfuncional e constante... Só quero a minha vida de volta!
RESPOSTA DO MÉDICO:
O ponto de partida é o reconhecimento do problema, depois análise do mesmo, causas, origem, diagnostico mais prognóstico, fármacos só para dar apoio ou para estabilizar, depois dependendo da situação ou terapia cognitivo- comportamental ou dinâmica.
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Perguntas frequentes
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Bom dia, o meu filho tem 10 anos e começou a queixar-se com dores de ouvidos estávamos fora de Portu
Bom dia.
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