Sou diagnosticado com toc e recentemente ao comprar um novo telemovel fiquei com medo de ter medo do
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Sou diagnosticado com toc e recentemente ao comprar um novo telemovel fiquei com medo de ter medo do telemovel e a partir dai tenho medo de ter medo dos objetos e certos objetos como certos quadros, guitarras,um isqueiro, as bolhas que ficam no sabao quando lavo a louça ou no café causam-me ansiedade e penso nisso, é um sintoma de toc ou estou a adquirir fobias ? Devo dizer que até ha um mes atrás eu não pensava nisso, mas a partir do momento que comprei o telemovel este pensamento passou-me pela cabeça nunca mais parou... Nunca tive fobias na vida e objetos que até agora não me faziam diferença nenhuma estão a fazer.
Tem de distinguir a fobia obsessiva da fobia não obsessiva.
Na primeira o medo existe mesmo na ausência do objeto ( é o clássico "medo de ter medo" ou a ansiedade despoletada só de pensar no objeto) e a base psicoafetiva é a necessidade de anular a agressividade ou os instintos agressivos através de uma organização previsível e controlada da realidade exterior. É um processo mais interiorizado no sentido em que o sujeito tem noção clara do absurdo e o evitamento ou companheiro antifóbico não aliviam a ansiedade.
Na fobia não obsessiva, o estado de ansiedade surge na presença da situação ou objeto fobogénico e a base psico-emocional é a projeção dos impulsos agressivos num objeto que simbolicamente (por deslocamento) os represente, com a contra-atitude subsequente do medo de que o exterior possa fazer mal ao sujeito. O seu evitamento ou a presença contrafóbica de alguém pode minimizar a ansiedade. Aqui há mais projeção do que na fobia obsessiva e por essa razão as fobias não obsessivas podem corresponder a mecanismos de defesa mais arcaicos ou limite (estados limites).
Assim as suas fobias são obsessivas e parecem enquadrar-se na TOC.
Na primeira o medo existe mesmo na ausência do objeto ( é o clássico "medo de ter medo" ou a ansiedade despoletada só de pensar no objeto) e a base psicoafetiva é a necessidade de anular a agressividade ou os instintos agressivos através de uma organização previsível e controlada da realidade exterior. É um processo mais interiorizado no sentido em que o sujeito tem noção clara do absurdo e o evitamento ou companheiro antifóbico não aliviam a ansiedade.
Na fobia não obsessiva, o estado de ansiedade surge na presença da situação ou objeto fobogénico e a base psico-emocional é a projeção dos impulsos agressivos num objeto que simbolicamente (por deslocamento) os represente, com a contra-atitude subsequente do medo de que o exterior possa fazer mal ao sujeito. O seu evitamento ou a presença contrafóbica de alguém pode minimizar a ansiedade. Aqui há mais projeção do que na fobia obsessiva e por essa razão as fobias não obsessivas podem corresponder a mecanismos de defesa mais arcaicos ou limite (estados limites).
Assim as suas fobias são obsessivas e parecem enquadrar-se na TOC.
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