Troquei paroxetina por escitalopram e sinto dor no intestino. E normal? Comecei a tomar escitalopram
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respostas
Troquei paroxetina por escitalopram e sinto dor no intestino. E normal? Comecei a tomar escitalopram 10mg há 10 dias. Tenho SII. É normal isto acontecer?
Normal não é certamente, agora a causa pode ser diversa e estar ou não relacionada com a modificação farmacológica realizada. O primeiro passo seria garantir que a proveniência da dor é o intestino, e não o estomago. Mas respondendo diretamente, é possivel que a alteração realizada tenha a vêr com a dôr emergente, pelo que não deve deixar de investigar, com apoio médico.
Olá!
Sim, é possível que a troca da paroxetina pelo escitalopram cause algum desconforto gastrointestinal, especialmente nos primeiros dias. Ambos são antidepressivos da mesma família (ISRS), mas têm perfis ligeiramente diferentes — e o sistema digestivo é muito sensível a estas alterações, sobretudo em pessoas com Síndrome do Intestino Irritável (SII).
A dor intestinal pode ser uma reação transitória, comum nas primeiras semanas, à adaptação do organismo à nova medicação. No entanto, se o desconforto for muito intenso ou persistente, vale a pena rever com o médico assistente se:
a dose está ajustada,
há interação com outros fármacos ou alimentos,
ou se será necessário fazer alguma correção.
É sempre importante manter vigilância — mas, na maioria dos casos, esses sintomas tendem a melhorar com o tempo.
Desejo-lhe melhoras rápidas e tranquilidade neste processo de adaptação.
Sim, é possível que a troca da paroxetina pelo escitalopram cause algum desconforto gastrointestinal, especialmente nos primeiros dias. Ambos são antidepressivos da mesma família (ISRS), mas têm perfis ligeiramente diferentes — e o sistema digestivo é muito sensível a estas alterações, sobretudo em pessoas com Síndrome do Intestino Irritável (SII).
A dor intestinal pode ser uma reação transitória, comum nas primeiras semanas, à adaptação do organismo à nova medicação. No entanto, se o desconforto for muito intenso ou persistente, vale a pena rever com o médico assistente se:
a dose está ajustada,
há interação com outros fármacos ou alimentos,
ou se será necessário fazer alguma correção.
É sempre importante manter vigilância — mas, na maioria dos casos, esses sintomas tendem a melhorar com o tempo.
Desejo-lhe melhoras rápidas e tranquilidade neste processo de adaptação.
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