Há alguma forma de amainar um
Há alguma forma de amainar um Transtorno de Personalidade Borderline intenso sem ter possibilidades financeiras para recorrer a terapia?
6 respostas
Há tratamento eficaz quer paicoterapeutixo quer farmacológico . O farmacológico quando feito por médicos experientes pode sair mais barato porque as sessões são mais espaçadas além de ser mais rápido . Mas um não substitui o outro .
As mudanças mais profundas na personalidade requerem um processo psicoterapêutico com um psicoterapeuta experiente. O tratamento farmacológico pode ajudar com os sintomas que provocam sofrimento e prejudicam as relações interpessoais mas não promove a mudança necessária. Pondere investir num processo psicoterapêutico mesmo que numa fase inicial recorra a um psiquiatra para tratamento farmacológico.
O tratamento farmacológico associado a um acompanhamento psicoterapeutico adequado com um profissional experiente é a intervenção mais indicada nos transtornos de personalidade. Uma abordagem integrada é sempre a mais adequada. Poderá obter ajuda através do SNS, que, embora mais demorado, tem várias respostas para pacientes que não tem possibilidade de recorrer ao privado.
Num primeiro momento, a intervenção farmacológica (por um médico psiquiatra) pode ajudar a conter e suportar episódios de sofrimento agudo. No entanto, a intervenção terapêutica sobre as perturbações de personalidade (nomeadamente a perturbação borderline) deve passar pela psicoterapia (podendo ser complementada, se necessário, com medicação). Existem algumas associações que possibilitam preços sociais ou mesmo alguns psicoterapeutas dispostos a aproximar valores daquilo que pode ser suportado pelo cliente.
Sim, existe. Muitas pessoas com perturbações borderline recuperam. Não é necessariamente uma doença para toda a vida. Pode recorrer a um tratamento medicamentoso e algum aconselhamento, quando necessário, e dados pelo mesmo psiquiatra que administra os medicamentos.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




