Boa tarde estou a pensar por uma situação com a minha filha 22 anos separou se e veio viver comigo a

Boa tarde estou a pensar por uma situação com a minha filha 22 anos separou se e veio viver comigo agora me trata mal não quer trabalhar só quer sair e tá levar a outra irmã de 19 anos que me chamam maluca que não tenho nada a ver com a vidas delas madame calar a boca fala baixinho vai para o c.nao posso mais não sei que fazer meu companheiro já me quer deixar pois não aguenta esta falta de respeito que devo fazer

8 respostas


Boa tarde, é uma situação difícil. Deverá procurar ajuda profissional para ultrapassar esta situação. Desejo-lhe as maiores felicidades.


Cara mãe, Antes de mais, obrigada por partilhar algo tão pessoal e difícil. Parece estar a viver uma situação muito desafiante e emocionalmente desgastante, e é compreensível que esteja a sentir-se cansada, talvez até perdida sobre o que fazer. Numa dinâmica familiar tão intensa como esta, é importante lembrar que, por mais que queiramos ajudar ou mudar o comportamento dos outros, o que realmente podemos mudar é a forma como nós próprios respondemos e nos posicionamos. Isso não significa desistir dos outros, mas sim proteger o nosso bem-estar e clarificar os nossos próprios limites. É possível que, por trás do comportamento da sua filha, haja sentimentos de frustração, vergonha ou desorientação. Afinal, uma separação aos 22 anos pode ser vivida como um fracasso ou uma perda, e voltar para casa dos pais nem sempre é fácil — pode até ser vivido como um retrocesso. Isso não justifica qualquer falta de respeito, claro, mas ajuda-nos a compreender que há mais camadas por detrás do comportamento. Também é compreensível que o seu companheiro se sinta desgastado. Situações como esta podem afetar profundamente uma relação. Nestes casos, a terapia de casal pode ser uma oportunidade para ambos se ouvirem, fortalecerem a parceria e pensarem juntos em como lidar com este momento tão exigente. Talvez ajude também refletir sobre algumas questões práticas — como por exemplo: se a sua filha não está a trabalhar, como está a sustentar saídas e atividades? Às vezes, essas pequenas perguntas ajudam-nos a entender dinâmicas familiares que passam despercebidas no dia a dia. Mas claro, tudo isto são apenas suposições. O mais importante continua a ser a comunicação. Dizer claramente como se sente, por exemplo: "Eu percebo que esta situação está a ser difícil para ti, mas também está a ser muito difícil para mim. Sinto-me desrespeitada e isso está a afetar toda a casa." Pode parecer simples, mas a verdade dita com calma tem uma força enorme. Do que partilha, é claro que está a fazer o melhor que consegue numa situação já de si muito complicada. E só o facto de estar a procurar ajuda e pensar em tudo isto já mostra cuidado, esforço e dedicação. Se sentir que pode ser útil, talvez uma conversa com um profissional — consigo, com o seu companheiro, ou até em família — possa abrir um espaço seguro para começar a organizar tudo isto com mais clareza e apoio. Um abraço e muita força, Nicole A. Santos Psicóloga Júnior · Cédula nº 133614


Sugiro que procurem consultas de terapia familiar.


terapia familiar; mediação de conflitos


Acima de tudo, deve trabalhar em si a capacidade de definir limites, ser assertiva e de se priorizar, sendo que estar disponível para os outros, não significa anular-se. É importante desenvolver estratégias de autorregulação, de promoção de autoestima e de cofiança.


Há aqui: Conflito familiar intenso Violação de limites Risco de ruptura conjugal Recomenda-se consulta psicológica familiar ou individual, para definição de limites e proteção emocional.


As suas filhas sao ambas ja maiores de idade, independentemente de serem suas filhas, vivem consigo, na sua casa, é importante definir limites, é importante falar com elas e esclarecer o que é ou nao permitido, desrepeito e ameaças nao são de todo comportamentos para uma relaçao saudavel, seja o tipo de relaçao que for. Se nao trabalham e nao querem trabalhar, há alguem que sustenta os gastos dela, no caso de ser a senhora, é melhor repensar se esta de facto a ajuda-las ou apenas a ser quem as sustenta e no fim é desrepeitada.


Boa tarde. Pelo que descreve, esta situação está a causar-lhe muito sofrimento e a afetar a convivência em casa e a sua relação com o companheiro. Merece ser tratada com respeito. As suas filhas são adultas e podem tomar decisões sobre a vida delas, mas isso não justifica insultos ou humilhações. Pode estabelecer limites para a convivência em sua casa, incluindo a forma como falam consigo, as responsabilidades domésticas e a contribuição para as despesas, de acordo com as possibilidades de cada uma. Procure conversar num momento tranquilo e seja concreta: «Quero apoiar-vos, mas não aceito que me insultem. Precisamos de combinar regras para conseguirmos viver juntas com respeito.» Se começarem os insultos, pode interromper a conversa e retomá-la quando houver condições para falar. Defina limites que consiga manter, evitando decisões importantes no meio de uma discussão. Um acompanhamento psicológico individual poderá ajudá-la a lidar com este desgaste e a decidir os próximos passos. Se houver disponibilidade de todas, a terapia familiar também poderá ser útil. Disponha, Gabinete de Psicologia Dra. Vera Faria.

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