Uma paciente a quem foi feita na
Uma paciente a quem foi feita na adolescência uma esplenectomia devido a uma púrpura trombocitopénica idiopática, deve ser seguida por um médico especialista para o resto da sua vida, mesmo que as plaquetas tenham normalizado após cirurgia?
1 resposta
A púrpura trombocitopénica imune (antigamente designada idiopática), tendo respondido favoravelmente a esplenectomia, ou seja, com contagem de plaquetas normais pelo menos um ano após o procedimento cirúrgico, não precisa de acompanhamento regular por Hematologista. Há um risco de recaída tardia, mas que diminui muito após o primeiro ano. O doente e o médico assistente devem estar alerta para os sinais de trombocitopenia (petéquias, hemorragias nasais ou de gengivas, equimoses) que motivem a realização de contagem de plaquetas e se se confirmarem baixas, re-encaminhar para o especialista. Não esquecer da vacinação regular, muito importante nos doentes esplenectomizados.
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