Respostas de Leticia Leuze Machado - Psicóloga Porto

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Leticia Leuze Machado está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
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Para especificar sobre que quadro estamos a falar aqui, seria necessário investigar o conteúdo desses pensamentos. Assim, sugiro que procure um psicólogo para fazer uma avaliação cuidadosa. É a partir dessa avaliação que se pode chegar à uma resposta para sua pergunta e à criação de um plano de tratamento adequado para si. Se isso já lhe está a trazer sofrimento procure ajuda, não espere piorar.
Mantenho-me a disposição.

Leticia Leuze Machado

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Ser traída causa um impacto emocional muito forte. Para além de ter que lidar com o luto da perda/separação de alguém significativo, há que se fazer o luto por todas as expectativas e planos que criou relacionados a pessoa em questão. Sugiro que procure um psicólogo para que seja feita uma avaliação cuidadosa. Há algumas questões que devem ser investigadas (tempo, sintomas, histórico pessoal, etc) antes de afirmar se é realmente um quadro depressivo. Em algumas pessoas o luto pode ter respostas muito semelhantes a uma depressão, mas apenas um especialista poderá avaliar. Procure um psicólogo que lhe passe confiança. Independente do diagnóstico, um profissional qualificado lhe ajudará a reencontrar o seu caminho e superar essa situação.

Leticia Leuze Machado

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Em primeiro lugar é importante perceber se essas sensações não acontecem devido a alguma alteração físiológica. Depois de descartada qualquer alteração física, aconselho fortemente que consulte com um psicólogo para fazer uma avaliação do seu caso, para que assim possa perceber o porquê dessas reações ocorrerem.
Por mais que não gerem ansiedade acredito que devam causar algum tipo de desconforto no seu dia-a-dia e podem estar a indicar que algo em si não vai bem. No que mais puder ajudar, fico a disposição.

Leticia Leuze Machado

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É importante, em 1˚ lugar perceber se a falta de apetite sexual sempre foi assim ou se é algo que mudou em sua vida. A partir disso é importante também perceber se há alguma causa fisiológica que possa estar a causar essa alteração e, nesse sentido, procurar um médico especialista é essencial.
Se for averiguado que não há indício de alterações fisiológicas e trata-se, realmente, de uma condição psicogênica, é aconselhável que procure um psicólogo clínico especialista em sexologia.

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A primeira coisa importante que fez foi vir até aqui e pedir auxílio. Dar-se conta já é o primeiro passo para a mudança.
Se faz acompanhamento com quem lhe prescreveu a medicação, deve seguir o acompanhamento periodicamente e informá-lo(a) se sente melhorias ou não. Isso fará com que o especialista faça ajustes a quantidade e/ou tipo de medicação para que você fique mais confortável.

Se não seguiu em acompanhamento com quem lhe prescreveu a medicação, deve procurar um especialista que possa continuar o acompanhamento farmacológico (psiquiatra). Mas mais do que isso, sugiro que faça também acompanhamento psicológico para a diminuição e controle dos sintomas mais ansiosos.

O que também chama a atenção é o facto de estarmos próximos ao natal e de que talvez essa seja a época que "detone a bomba relógio" a qual se refere. Por isso quanto antes você procurar um especialista no qual confie, mais preparado você estará para enfrentar os "gatilhos" que levam a ansiedade.

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Os estudos científicos mais recentes têm apontado que a depressão tem melhores resultados com um tratamento combinado entre medicação e terapia cognitivo-comportamental. Essa combinação mostrou-se melhor quando comparada a uma intervenção exclusivamente medicamentosa.
Nesse sentido, quando o tratamento é combinado o tempo de recuperação do paciente mostrou-se menor e a possibilidade de recaída também mostrou-se inferior.

Desta maneira, é importante o paciente que está deprimido fazer o acompanhamento com um psiquiatra (para controle da medicação) e com um psicólogo para trabalhar as questões emocionais e comportamentais mais específicas. Em geral os psicólogos trabalham em parceria com algum psiquiatra em que confiam (e vice-versa) e fazem o encaminhamento do paciente quando necessário.

Vale lembrar: o mais importante é sempre procurar ajuda. Os sintomas não precisam se agravar para fazê-lo.

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Nos casos de crianças e/ou adolescentes diagnosticados com défice e atenção é importante que haja um acompanhamento regular por parte do médico que recomendou essa medicação ou por um psiquiatra. As vezes uma dosagem é suficiente para uns e não é para outros e as vezes com o tempo também é necessário refazer ajustes.

Além disso, já sabe-se que mais do que o medicamento ajudar na ativação de algumas partes do cérebro (como é o caso) é necessário "ensinar" o cérebro sobre as conexões desejáveis. E isso se faz com treino em psicoterapia, sendo indicada a Terapia Cognitivo-Comportamental que auxilia o paciente com técnicas específicas. O mesmo terapeuta pode trabalhar com os pais e professores a fim de ensiná-los também algumas técnicas para auxiliar no resultado de melhores desempenhos.

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Com certeza procurar por ajuda psicológica é uma excelente opção para que possa descobrir novas formas de encarar o seu momento de vida atual e a sua identidade perante o mundo. Sugiro que procure alguém que tenha experiência no atendimento com transtornos sexuais e de gênero e que, sobretudo, seja alguém com quem simpatize e se sinta a vontade. Lembre-se que no espaço de psicoterapia não há julgamento de valores e, por isso mesmo já é um espaço e uma pessoa que o aceitará da maneira que é e procurará ajudá-lo dentro da sua própria realidade. Fico a disposição para qualquer dúvida adicional.

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A psicoterapia atua mesmo nesse sentido. Na vida não é possível escolhermos o que nos acontece, mas a forma com que interpretamos as informações. Se não há nenhum indício de que há alguma alteração fisiológica consigo, esses sintomas podem ser do próprio funcionamento normal do seu corpo que por vezes lhe chamam atenção. Se não geram ansiedade nem desconforto é porque a terapia atingiu os objetivos e você passou a ressignificar esses sintomas não os encarando mais como ameaçadores.

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É importante referir que a maior parte dos psicólogos de linha cognitivo-comportamental tem treino específico para amenizar alguns aspectos mais disfuncionais desse funcionamento que possam estar a interferir de forma significativa na vida do indivíduo. Portanto, sugiro que procure um psicólogo nessa linha de intervenção. Eu tenho alguma experiência no tratamento de Personalidade Evitante (embora não seja essa a minha especialidade) e atendo no Porto. Se desejar podemos conversar para que eu possa esclarecer dúvidas adicionais.

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Os sintomas que descreve parecem ser uma resposta de ansiedade, mas sugiro que procure um psicólogo para uma avaliação mais pormenorizada. Esse profissional poderá avaliar o caso e montar consigo um plano de intervenção com estratégias mentais e comportamentais que o ajudarão a ultrapassar o problema.

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É importante mostrar-se como base e porto seguro, a medida em que o acolhe nos momentos em que ele precise de refúgio; e que o incentive a crescer também. No caso da ansiedade é muito importante não menosprezar o que acontece e nem os sintomas, mas sim compreender o que se passa.

Se essa situação que refere for mesmo um quadro de ansiedade específica a este sítio e pessoa que refere - e se devido a isto o aproveitamento escolar está a ser prejudicado - é necessária uma intervenção por um profissional capacitado.

Mesmo que seja um quadro inicial, a psicoterapia pode trazer benefícios ao fortalecer alguns recursos internos para lidar com a situação e/ou pessoa que gera ansiedade, bem como desenvolver novos recursos para lidar com isso. Ser adolescente não é fácil e é uma fase muito exigente da vida, com novos papéis, tarefas e decisões e é natural que algum nível de ansiedade apareça. O problema está quando prejudica outras áreas da vida, sendo indicada, portanto, a psicoterapia.

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Isso que você descreveu (mãos suadas, sensação de morte, medo de problemas no coração, etc.) pode indicar realmente um quadro de crise de ansiedade e/ou pânico.
Para esses casos, um psicólogo pode ajudar. Especialmente se ele usar uma abordagem cognitivo-comportamental, pois, durante o processo, psicólogo e paciente encontram juntos estratégias de pensamento e de comportamento que interrompem ou diminuem os sintomas durante as crises.
Para além disso, trabalham também a causa das crises e da ansiedade e intervém de maneira a diminuí-las.
Mais importante do que isso é procurar ajuda e começar o tratamento para que as crises não se agravem.
No mais, fico à disposição para tirar quaisquer outras dúvidas que possam surgir.

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Os sintomas que você refere podem ser encontrados em quadros de transtorno de pânico, depressão ou ainda outras doenças orgânicas com manifestações psíquicas. Nesse caso, o mais urgente é procurar uma avaliação psicológica e/ou psiquiátrica de maneira com que a pessoa em questão retome aos poucos a sua rotina e responda de maneira diferente a essas situações perante as quais demonstra medo.
É importante que a avaliação seja realizada para evitar uma piora do quadro. Se for muito difícil para a pessoa sair de casa, procure por profissionais que atendam ao domicílio e que possam fazer essa intervenção especializada.

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Casos de ansiedade acompanhada de ataques de pânico tem apresentado melhores resultados com a combinação da medicação juntamente com um acompanhamento psicológico de abordagem cognitivo-comportamental.
É importante que procure ajuda porque, pelo o que escreveu, isso parece estar a prejudicar a sua vida social. Um profissional de saúde mental não irá julgá-la, portanto poderá falar sem ter vergonha sobre o que tem passado consigo e vocês poderão encontrar juntos estratégias para lidar/resolver o problema.
No que mais puder ajudar, fico a disposição.

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