Gostava de saber se têm tido resultados em terapias para resolver ataq...

Os ataques de pânico podem ter várias causas, sendo necessário descartar inicialmente causas organica (hipertiroidismos, hiperparatiroidismo, epilepsia, etc), após essa exclusão, está comprovado que psicofarmacologia tal como terapia cognitivo comportamentais têm excelentes respostas.
A resposta vai depender do paciente (estrutura de personalidade e motivação) e da intensidade dos sintomas. Normalmente em 4-6 semanas no caso de psicofarmacologia (melhorias progressivas). A resposta à intervenção psicoterapeutica é um pouco mais lenta, mas há resultados após 4 semanas, com melhoria mais duradoura.

A TCC é a terapia de 1ª escolha para tratamento da perturbação de pânico (com/sem agorafobia). O prognóstico é extremamente favorável, e os resultados (considerando a adesão positiva do paciente) surgem entre 3 a 4 sessões.

O tratamento envolve normalmente a combinação da medicina, mudanças comportamentais e aconselhamento psicológico. Os objetivos principais passam por reduzir a intensidade e frequência da ansiedade, superar a ansiedade e o evitamento. A teoria cognitivo-comportamental ajuda a reduzir os sintomas em cerca de 75 a 80% dos casos, desafiando os pensamentos assustadores de dano físico, acostumando-se as sensações físicas da ansiedade (provocando-as propositadamente ou naturalmente). Relativamente ao tempo para melhoria, parar os ataques de pânico é mais fácil do que compreender os comportamentos que daí resultam(ansiedade de separação, fobias...). Estas dificuldades podem levar meses até serem notadas, enquanto que os ataques podem desaparecer em poucas semanas.

A terapia é, em geral, bastante eficaz. Um dos problemas geralmente esquecidos é o da hiperventilação

A TCC é a terapia de eleição para o tratamento da perturbação de pânico. Este tipo de terapia revela bastante eficácia e produz resultados quase imediatos. 1 a 2 consultas são o suficiente para se observar uma redução significativa dos sintomas.

Olá. Podem ser várias as abordagens psicoterapêuticas que podem ajudar nesta psicopatologia, contudo, vários estudos estrangeiros e portugueses, destacam as psicoterapias cognitivo-comportamentais como as mais eficazes. Essa é também a abordagem psicoterapêutica que uso e de fato o sucesso é visível.
Quanto à duração do tratamento, tudo depende da gravidade dos ataques de pânico. É importante uma avaliação inicial com o médico, para verificar se existem causas biológicas e a necessidade de medicação e posteriormente é fundamental o acompanhamento em psicoterapia. A melhoria é sentida nas primeiras sessões, contudo isso não é suficiente e, é necessário continuidade para que, cognitivamente se possam mudar os esquemas mentais desadaptativos para outros funcionais e saudáveis. O seu psicoterapêuta vai consigo estimar a média de tempo necessária.
Se tem ataques de pânico, procure ajuda imediata, a sua vida é muito importante e é possível ultrapassa-los. Bjs e coragem! Liliana Silva.

Tenho atendido em consulta vários casos de perturbação pânico, tendo alcançado resultados muito positivos e alguns em espaços temporais relativamente curtos. Tais resultados são alcançados através da terapia cognitivo-comportamental e em alguns casos através da conjugação com a farmacologia.
Apesar dos pensamentos serem altamente irracionais e causarem imenso sofrimento, o processo de recuperação acaba por ser mais simples do que à partida se poderia prever.
A medicação ajudará numa fase inicial na diminuição dos sintomas, mas será necessária a aquisição de estratégias que permitam o controlo dos sintomas a longo prazo sem necessidade da mesma.

De facto a psicoterapia na abordagem cognitiva-comportamental tem comprovadamente mais eficácia no tratamento da perturbação de pânico, apesar de haver outras abordagens de tratamento. Porém, em qualquer tipo de tratamento a adesão do paciente e a relação estabelecida com o terapeuta são fundamentais para o sucesso da intervenção.

Os casos de ataques de pânico conseguem um resultado eficaz e rápido com a ajuda da integração de técnicas de Hipnoterapia cognitiva e PNL - Programação Neurolinguistica, em que o cliente tem facilmente um papel activo na sua recuperação. A base é sempre terapia cognitivo-comportamental. Nos vários casos que ultrapassaram o problema não foi necessário recorrer À farmacologia, pois a auto-hipnose ajuda a pessoa a controlar os sintomas de ansiedade e a elevar a capacidade de cooping.

Muito vago. tudo depende do estado em que o paciente chega ao especialista. é necessária uma avaliação física (para descortinar estados que possam ser a causa do problema) e posteriormente o estado anímico em que o paciente se encontra. Se este estiver num estado ansioso já de elevada importância, resultados rápidos são a melhor abordagem já que as terapias não produzem efeitos imediatos. Nesse caso é melhor um acompanhamento com a Psiquiatria na 1a abordagem, posteriormente pela Psicoterapia. Caso o estado ansioso não seja extremo, e assim haja provavelmente uma boa aceitação por parte do paciente, as terapias acima mencionadas tem resultados muito satisfatórios.

Os ataques de pânico podem ter inúmeras origens, dependendo da estrutura da personalidade e da forma como cada um gere as suas emoções. Por norma, o corpo reage quando as emoções não são expressas, ou se oprimem.
A Psicoterapia, seja qual for a abordagem, é um tratamento eficaz na exploração e no entendimento da origem desse medo e é uma forma de "reaprender" a olhar para os eventos traumáticos passados, vividos e geradores dessa ansiedade, com menor desconforto e mais aceitação. Os ataques de pânico tendem a "desaparecer" nas primeiras sessões (entre 4 a 6), no entanto é necessário mais tempo em psicoterapia para que se acomodem novos padrões de pensamento e se alterem padrões de comportamento, recorrendo a estratégias adaptativas construídas no presente.
Os resultados obtidos com uma abordagem dinâmica têm sido bastante satisfatórios.

A terapia cognitivo comportamental é a mais eficaz para perturbações da ansiedade : fobias e ataques de pânico.

os ataques de pânico são uma resposta um sinal que o seu corpo lhe dá, dizendo que alguns aspetos na sua personalidade no modo como está a lidar com os outros e consigo não estão a ser os melhores para si, pelo que, nestas situações existem diferentes modelos capazes de resolver os sintomas até mesmo através do recurso a medicação mas irá necessitar de entender porque o seu corpo está a emitir esses sinais de alerta e a pedir-lhe que procure ajuda. No modelo relacional a intervenção passa por uma avaliação, diagnóstico e intervenção, esta poderá ser mais ou menos demorada dependendo da gravidade da situação, do tempo que esteja a lidar com os sintomas mas existe tratamento através de psicoterapia cerca de três até nova reavaliação.

O acompanhamento psicoterapêutico, com um psicólogo clinico na area cognitivo comportamental, sera o mais adequado pois tem grande eficácia , o tempo de duração do acompanhamento, depende de vários fatores.

Tenho obtido excelentes resultados através de uma intervenção integrativa com recurso a Técnicas de Relaxamento, Hipnose Clínica e Programação Neurolínguística. Em poucas sessões os pacientes com este distúrbio controlam e reduzem significativamente a sintomatologia ansiosa.

Tenho obtido resultados bastantes satisfatórios,céleres e duradouros com psicoterapia cognitivo-comportamental verificando-se uma redução significativa dos sintomas de ansiedade logo nas primeiras sessões

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