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Estas são as mais populares:

Tendo em conta o diagnóstico, deverá ser acompanhada/o por um médico psiquiatra, a par com a psicoterapia. Esta última irá ajudá-lo/a a identificar os sinais de aparecimento dos episódios depressivos e maníacos, aumentando a estabilidade do humor. Através da psicoterapia poderá também receber ajuda no controlo de impulsos, regulando assim os gastos excessivos que refere, juntando uma intervenção cognitiva, emocional e comportamental.

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Dra. Ana Sousa

Psicóloga

Lisboa

Com os dados que refere é impossível, perceber o que se passa. Quando refere muito tempo, é algo que surgiu na infância ou apenas mais recentemente? Ele já tem um diagnóstico? De facto, ele pode achar que não está doente e nem todas as pessoas que consultam psicólogos e exibem comportamentos desregulados estão doentes. Talvez a abordagem deva ser, se ele não pensa que falar com alguém o poderia ajudar a perceber-se melhor e a exteriorizar algum mal-estar que o acompanha. Isto não invalida que de facto possa necessitar de alguma medicação, mas a adesão do paciente é fundamental e serão os profissionais a entrar nesse assunto e não a família. A família só pode ajudar sendo, coerente, estabelecendo alguns limites e remetendo para o próprio a decisão de pedir ou não ajuda. Em caso de maior gravidade dos comportamentos, podem considerar a hipóteses de internamento compulsivo, mas esse é um processo duro e nem sempre fácil, se os comportamentos não forem um risco real e visível.

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Cristina Marreiros da Cunha

Psicóloga

Paço de Arcos

Tem, se conseguirmos acertar com os medicamentos específicos que previnem futuros episódios. Existem medicamentos de largo espectro (Carbonato de Lítio) e de espectro curto (alguns anti-epilépticos). O problema é que não existem análises para determinar o mais indicado, e temos de acompanhar clinicamente durante algum tempo, eventualmente substituir ou mudar as doses. Por outro lado, torna-se também necessária uma boa higiene dos ritmos circadianos (de sono e vigília).

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Prof. José Luís Pio Abreu Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Coimbra

Convém começar por esclarecer que a bipolaridade não é uma doença, mas sim um padrão de comportamento, além do que é um conceito muito impreciso e susceptivel de grandes confusões na sua interpretação. Do ponto vista clinico não nos dá grande informação, pelo que a sua terapêutica biopsicossocial depende de muitos outros factores, muitas vezes pessoais. Outras vezes, variaveis tão gerais como a idade podem ter importância decisiva no esclarecimento. Falar de doenças em psiquiatria é sempre arrojado !!! o que tratamos são perturbações de diversas naturezas, muitas vezes expressas de forma semelhante...o que engana ...muito quem não domina a matéria !!

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Dr. Marcelo J Faria Feio Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Lisboa

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